sábado, 24 de abril de 2010

Pink Floyd - Cruel But Fair (Los Angeles 26-03-1975)

GRANDE BOOTLEG!! GREAT BOOTLEG!!

EXCELENTE ALBUM COM AUDIO PERFEITO DE UM SHOW DA BANDA EM LOS ANGELES NO ANO DE 1975!! UMA OBRA PRIMA!! A PRIMEIRA PARTE É SENSACIONAL COM DEMOS DO DISCO ANIMALS!! DEPOIS, SE PRESTAREM BEM ATENÇÃO, TEM A MUSICA "SHINE ON YOU CRAZY DIAMOND" QUANDO A VERSÃO AINDA TAVA SEM O SAX!! "HAVE A CIGAR" AQUI AINDA TÁ EM FASE FINAL!! JÁ NA SEGUNDA PARTE DO ALBUM TEM A BANDA METENDO BALA NA SONZERA E IMPROVISANDO MUITO!! AINDA TEM A VERSÃO ARRASADORA DE "ECHOES" COM A ADIÇÃO DE UM SAX BEM LEGAL E RASGADO!! UM VENENASSO FLOYDIANO QUE NÃO DEVE SER CONSUMIDO COM MODERAÇÃO!! OBRA!!


VEJAM QUE HISTÓRIA INTERESSANTE DO CARA QUE GRAVAVA ESSES BOOTLEGS COM QUALIDADES EXCEPCIONAIS!!!
A gravação de um show de um artista pelo seu fã é para ter a musica instantânea de seus heróis direto do palco. Nesse aspecto Michael Millard foi diferente. Ele chegava cedo em shows, puxava uma cadeira de rodas do porta-malas do seu carro e começava a andar no local do show como um inválido. Com isso ele conseguia garantir lugares na primeira fila, quase sempre à frente e ao centro. Escondido debaixo de sua cadeira de rodas tinha sempre um leitor de cassetes estéreo Nakamichi enganchado com até dois microfones AKG de alta qualidade. Seguranças naqueles dias, provavelmente desconheciam tais acontecimentos.

Suas gravações foram muito procuradas por sua qualidade. Sua proximidade com o palco eliminava qualquer eco de suas gravações. Todos os instrumentos eram gravados imediatamente através dos altifalantes frontais. Nas gravações da banda Led Zeppelin, por exemplo, a voz de Plant voz saía límpida e perfeita. Mas Millard tinha o hábito de marcar suas fitas, quando ele copiava para outro colecionador ou fã. Ele, por exemplo, baixava os níveis ao transferir o áudio de uma fita VHS ou diminuia o volume no meio da canção ao fazer uma cópia da cassete. Foi dito que ele detestava bootleggers que gravou suas gravações em vinil ou CDs para vender. Para esse fim, ele manteve um "log" de todas as operações que ele fez com indicações e marcas que ele fez para as fitas. Dessa forma, ele sabia quando seus comércios eram enviados para contrabandistas.

Ele trabalhou como zelador de uma escola pública. Em um momento de depressão, cometeu suicídio em 1990. Seus amigos dizem que ele destruiu todas as cópias de suas gravações do Led Zeppelin. O que sobreviveu são as primeiras cópias que fez e compartilhou com outros fãs do Zeppelin. Estas cópias agora estão sendo alvo de negociações para comércio.

Millard esteve ativo desde 1974 até os anos 80 e disse ter gravado shows do Led Zeppelin, Pink Floyd, Yes, The Rolling Stones, The Who, Jethro Tull e até Kansas. Até hoje, nunca encontrei uma cópia do seu Who ou gravações Tull. Os masters do Led Zeppelin são conhecidos por estar na posse da família de Millard. Esperemos que um dia eles sejam compartilhados novamente.

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The fan recording of a concert is really an extension of taking snapshots of your heroes. Back in the ‘60s and ‘70s recordable media was just making its way into households as a consumer electronic device, either an expensive reel-to-reel deck or a convenient cassette recording deck. Just imagine sneaking one of those into a concert these days. More likely, the stealth recorder of choice today would be a mini-disc recorder or your handphone. Small enough to fit your pocket.

But Michael Millard was different. He arrived early at concerts near his home, pulled out a wheelchair from the boot of his car and proceeded to wheel himself into the arena as an invalid. He managed to secure front row "seats", almost always front and centre. Hidden underneath his wheelchair was a Nakamichi stereo cassette deck hooked up to two high-quality AKG mics. Security guards in those days were probably unaware of such goings on.

His recordings were much sought after for their quality - capturing the expanse of the stage plus the great ambience of the halls. His close proximity eliminated any echo from his recordings. All the instruments recorded right off the front speakers. Plant’s voice is crystal clear. But Millard had a habit of marking his tapes when he copied them for another collector or fan. He would, for instance, lower the levels when transferring the audio to a VHS tape or lower the volume in mid-song when making a cassette copy. It has been said he detested bootleggers who pressed up his recordings onto vinyls or CDs to sell. To that end, he kept a log of all the trades he made with clear indications of what markings he did to the tapes. That way, he knew which of his trades were sent to bootleggers.

He worked as a custodian in a public school. In a fit of depression, he committed suicide in 1990. His friends say he destroyed all copies of his Led Zeppelin recordings. What has survived are the first generation copies he made and shared freely with other Zep fans. These are what are now being traded back and forth.

Millard was active from 1974 to the ‘80s and was said to have taped shows by Led Zeppelin, Pink Floyd, Yes, The Rolling Stones, The Who, Jethro Tull and even Kansas. To date, we have never found a copy of his Who or Tull recordings. The non-Zeppelin masters are known to be in possession of Millard’s family. Hopefully, someday they will be shared again.


01 Raving and Drooling

02 Gotta Be Crazy
03 Shine on You Crazy Diamond (Parts 1-5)
04 Have a Cigar
05 Shine on You Crazy Diamond (Parts 6-9)
06 Speak to Me
07 Breathe
08 On the Run
09 Time
10 The Great Gig in the Sky
11 Money
12 Us and Them
13 Any Colour You Like
14 Brain Damage
15 Eclipse
16 Echoes

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