segunda-feira, 8 de novembro de 2021

REPOST: OTIS WAYGOOD BLUES BAND - Same (1970 South African Blues Prog Psych) FLAC


ATENDENDO A PEDIDOS AQUI VAI A REPOSTAGEM DESSE VENENASSO SUL AFRICANO!!! E NO FORMATO FLAC QUE É PARA CURTIR COM A MELHOR QUALIDADE POSSÍVEL!!!

MAIS UM VENENO MORTAL DESSA ÓTIMA BANDA POSTADO AQUI NO BLOG!!! AQUI O NEGÓCIO É ROCK N'BLUES PSYCH JAZZ ROCK, COM HARMONICA, SAX E MUITOS SOLOS DE FLAUTA!! UM DOS MELHORES!! IMPERDÍVEL!! VENENASSO PRA VIAJAR NO COSMOS SEM GASOLINA!! CONSUMA SEM NENHUMA MODERAÇÃO!!

Otis Waygood was a blues band comprised of Rhodesian Jews (interesting to ponder on the implications of a time when this was possible) who famously came down to Cape Town on a whim and in a battered Combi, got a “guest artist” slot at the 1969 Battle Of The Bands (apparently an annual big deal in Cape Town in those years) and became an overnight sensation for their raw, exciting, stomping blues rock. They stayed in South Africa for two years and managed to release three LP’s before various realities of the Southern African situation caught up with the band members and the band dissolved/relocated to the UK. In January 2000 the RetroFresh division of Benjy Mudie’s Fresh Records label re-released the band’s first album, Otis Waygood Blues Band (1970), on CD. All the tracks had to be digitally remastered from an original vinyl LP because, as is the case for many other South African releases of the Sixties and Seventies, the master tapes were destroyed in a fire at EMI Records’ warehouse. The wonders of the digital technology are such that to my ears RetroFresh might as well have had the master tapes to work from. Clive Calder’s 1970 production is sympathetic and the vocals and individual instruments are crystal clear and crisp, the sound mixes are good, the arrangements are inventive and one certainly gets a good idea of what the fuss was about when people raved about them as legendary live performers.


Rob Zipper: Vocals, guitars, saxophones
Ivor Rubenstein: Vocals, percussion
Leigh Sagar: Guitars, organ
Martin Jackson: Vocals, flute
Alan Zipper: Bass

01. You're Late Miss Kate [2.08]
02. Watch an' Chain [4.33]
03. So Many Ways [3.48]
04. I Can't Keep From Crying [6.03]
05. Fever [4.21]
06. Wee Wee Baby [2.50]
07. Better Off On My Own [2.59]
08. Help Me [5.01]
09. I'm Happy [2.42]
10. Devil Bones [3.15]
11. You Can Do (part 1)[4.20]
12. You Can Do (part 2)[4.30]

domingo, 17 de outubro de 2021

WOLFGANG - Eliminate Hate [1970 US Psych Acid Proto-Punk Rock with distorced steel guitar]


RARIDADE MÁXIMA 
EXCLUSIVIDADE VENENOS DO ROCK!!

DEPOIS DE MAIS DE 30 ANOS NA OBSCURIDADE SAIU UMA PEQUENA PRENSAGEM DESSE ÁLBUM INÉDITO DE UMA DAS BANDAS MAIS ENIGMÁTICA DA CENA PSICODÉLICA TEXANA, FORMADA EM PASADENA E DESCOBERTA PELO LENDÁRIO MAGNATA DO TEXAS, C.L. MILLBURN!! PRA INÍCIO DE CONVERSA A BANDA ERA LIDERADA POR NADA MAIS NADA MENOS QUE "WOLF" MIKE LONG, O MESMO GUITARRISTA E VOCALISTA DAS BANDAS "STONE AXE" E "JOSEFUS"!! A SONORIDADE É UMA MISTURA DE PUNK GARAGE DOS ANOS 60 COM A PSICODELIA TRADICIONAL DO TEXAS (PENSE EM 13th FLOOR ELEVATORS E GOLDEN DAWN), CHEIO DE STEEL GUITAR DISTORCIDA E INCOMUM!! UMA SONZEIRA DOIDA DEMAIS E QUE MERECE UM "TÉKINHO"!! VENENO RARO E MATADOR!!

Em 1970, a banda Wolfgang gravou um conjunto de canções escritas por Milburn, originalmente destinadas a demos para garantir um acordo com uma empresa maior. Oito canções foram gravadas usando o confiável reel-to-reel de duas faixas da Sony de Milburn, o mesmo que ele usou para gravar o amigo de infância Townes Van Zandt no final dos anos 60!! O grande negócio da empresa nunca aconteceu, então as fitas ficaram armazenadas nos arquivos da Sea Ell por muitos anos e Wolfgang desapareceu na névoa do tempo!! Três faixas das sessões de Wolfgang apareceram em uma compilação chamada "The History Of Texas Garage Bands" nos anos 60, Volume 1: The Sea Ell Label Story, lançada em 1994 pelo selo Collectables. Eles foram creditados a "The Wolves"!! Vários anos depois, Michael Greisman da Cicadelic Records descobriu as gravações completas de Wolfgang enquanto investigava o arquivo de fitas Sea Ell, e Milburn revelou a ele a verdadeira história por trás do projeto Wolfgang!! As gravações completas permaneceram inéditas!!

MAXIMUM RARITY 
EXCLUSIVITY FROM THE VENENOS DO ROCK BLOG!!

AFTER MORE THAN 30 YEARS IN DARKNESS, A SMALL PRESS OF THIS UNPRECEDENTED ALBUM OF ONE OF THE MOST ENIGMATIC BANDS ON THE TEXAN PSYCHEDELIC SCENE, FORMED IN PASADENA AND DISCOVERED BY THE LEGENDARY MAGNATA OF TEXAS, C.L. MILLBURN!! PRA START OF TALK THE BAND WAS LEADED BY "WOLF" MIKE LONG, THE SAME GUITARIST AND SINGER OF THE BANDS "STONE AXE" AND "JOSEFUS"!! THE SOUND IS A BLEND OF '60s PUNK GARAGE WITH TRADITIONAL TEXAS PSYCHEDELY (THINK 13th FLOOR ELEVATORS AND GOLDEN DAWN), FULL OF DISTORTED AND UNUSUAL STEEL GUITAR!! A SOUND TOO CRAZY!! RARE AND KILLER VENENO!!

After more than 30 years hidden in a dusty storage unit, Out-Sider present Eliminate Hate, the previously unreleased album from one of the most enigmatic bands from the Texas psychedelic scene, Wolfgang. An unusual blend of '60s garage-punk, Texas psychedelia (think 13th Floor Elevators or Golden Dawn), The Seeds, The Misunderstood, late era Velvet Underground, '70s era Rolling Stones and '70s pre-punk swagger. Awesome distorted steel guitar with super snotty vocals. Wolfgang were a young band from Pasadena, Texas, discovered by legendary Texas mogul C.L. Millburn. Little is known about the band and what exactly happened to them after recording this album. But, they were led by the great "Wolf", Mike Long (Stone Axe, Josefus) and they also featured an unusual steel guitar player whose electrified sound recalls Glenn Campbell at his best. In 1970, Wolfgang recorded a set of songs written by Milburn, originally intended as demos to secure a deal with a bigger company. Eight songs were taped using Milburn's trusty Sony two-track reel-to-reel, the same one he used to record childhood friend Townes Van Zandt in the late '60s. The major company deal never came so the tapes were stored at the Sea Ell archives for many years and Wolfgang disappeared in the mist of time. Three tracks from the Wolfgang sessions appeared on a compilation called The History Of Texas Garage Bands In The '60s Volume 1: The Sea Ell Label Story, released in 1994 by the Collectables label. They were credited to "The Wolves". Several years later, Michael Greisman from Cicadelic Records discovered the complete Wolfgang recordings while investigating the Sea Ell tape archive, and Milburn revealed to him the real history behind the Wolfgang project. The complete recordings have remained unreleased until now. Master tape sound; Insert with liner notes by Jeremy Cargill (Ugly Things, Got Kinda Lost)



Members
"Wolf" Mike Long (guitar, vocals)
Danny Williamson (steel guitar)
Mike Moles (drums)
Susan (vocals)

02 - Wolfgang - Black Bottom Soul
https://youtu.be/aUMTwX4herY


https://mega.nz/file/J5VR2aTA#SVu4eMBX6a9c1Y1qwmURXTWvihnJbtP-INMtLrjgAC4

sábado, 16 de outubro de 2021

GRAND THEFT - Hiking Into Eternity (1972-73 US Hard Blues Acid Rock)


VENENO MORTAL E RARO!!

BANDA AMERICANA FORMADA NO INÍCIO DOS ANOS 70 E QUE NOS PRIMÓRDIOS SE CHAMAVAM "BLUEBIRD", CUJO REPERTÓRIO ERA COVERS DOS BEATLES E COUNTRY MUSIC!! ESSE ÁLBUM É MUITO "FURIOSO", SENDO AS PRIMEIRAS 4 FAIXAS EXTRAÍDAS DE UMA DEMO ENSAIO EM 1972 COM UMA PEQUENA PLATÉIA DE AMIGOS!! AS OUTRAS 4 FAIXAS SEGUINTES FORAM FEITAS PARA UM MINI-ÁLBUM, TAMBÉM EM 1972!! JÁ AS 2 ÚLTIMAS, GRAVADAS EM 1973, SÃO DE UM INÉDITO SEGUNDO ÁLBUM QUE ACABOU NÃO SAINDO!! VENENO MUITO LOUCO, RARO E RECOMENDADO!!

RARE AND DEADLY!!
AMERICAN BAND FORMED IN THE EARLY 70'S AND WHICH WERE CALLED "BLUEBIRD" IN THE BEGINNINGS, WHOSE REPERTOIRE WAS COVERS OF THE BEATLES AND COUNTRY MUSIC!! THIS ALBUM IS VERY "FURIOUS", WITH THE FIRST 4 TRACKS EXTRACTED FROM A DEMO REHEARSAL IN 1972 WITH A SMALL AUDIENCE OF FRIENDS!! THE FOLLOWING OTHER 4 TRACKS WERE MADE FOR A MINI ALBUM, ALSO IN 1972!! THE LAST 2, RECORDED IN 1973, ARE FROM AN UNPRECEDENTED SECOND ALBUM WHICH TURNED OUT!! VERY CRAZY, RARE AND RECOMMENDED POISON!!

Considerações Part 1:
Seattle é praticamente o centro e fica entre Puget Sound de um lado e o Lago Washington do outro. No meio do lago está a cidade de Mercer Island, com uma população de 25.000 habitantes. "Rocha da pobreza" (como a Ilha Mercer é carinhosamente chamada) é um dos subúrbios mais exclusivos. Com a explosão do rock dos anos 60 e 70, Mercer Island tinha muitas bandas adolescentes locais, mas o mais lendário desses Mercer Islanders tem que ser Grand Theft que saiu praticamente de um porão escuro. Foram originalmente chamados Grand Theft Auto. Era início de 1972 e esses músicos estavam apaixonados por sons mais pesados da época como Led Zeppelin, Grand Funk, The Who e Black Sabbath. Logicamente que foram influências para sua música. Ainda há algum mistério sobre o grupo, mas vários fatos foram reunidos. Grand Theft foi liderado pela guitarra e gênio vocal de Crowbar Mahoon, que também fez a maior parte da escrita. O baixo melodódico rocksoiid foi tocado por Riley Sedgemont Hi e seu baterista foi o fenomenal PK. Skins, tratando-se de power trio dos melhores.

Os caras tocavam ao vivo apenas nas proximidades e algumas propostas de turnês foram ofertadas, mas Mahoon achou que o som da banda era muito complexo para tocar ao vivo. Com isso continuaram nas redondezas e principalmente no seu covil prinicpal que era o porão da casa de um delessentiu que seu som era muito intrincado para replicar ao vivo, então eles continuaram a ser cercados em seu covil do porão. Se tivessem saído em turN~e talvez a banda alçasse voos maiores, mas não era para ser. Então Grand Theft se contentou em tocar apenas para eles mesmos e alguns amigos, mas felizmente essas sessões foram gravadas em fitas de rolo e por isso hoje temos o prazer de poder escutar esse material muito maluco. O álbum da Grand THeft, auto intitulado, foi lançado em meados de 1972 e tornou-se uma das gravações mais cobiçadas da história daquela região. A morte da banda é intrigante, já que outros projetos de gravação estão conectados nos arquivos da fita, mas infelizmente, o álbum "It Doesn't Take Talent" nunca foi localizado, mas ao menos aqui temos as seleções do abortado "Grand Theft II".

Os caras nunca levaram a sério a questão de sucesso, tanto é verdade que brincavam de cantar e compor que a música "Scream (It’s Eating Me Alive)" é uma paródia total de "Whole Lotta Love", do Led Zeppelin, começando com um dos gritos mais escandalosamente sangrentos de todo o rock & roll!! Sem exagero nehum!! Também parodiaram "Closer to Home", do Grand Funk, embora sob o disfarce de "Closer to Herfy's", que era um popular ponto de encontro em Detroit!! Mas toda essa brincadeira foi aparentemente popular o suficiente para que a banda conseguiu vender todas as 200 cópias do álbum e aí decidiram começar a trabalhar em uma continuação, mas aí é aquilo que contei acima. O álbum acabou não saindo e as fitas também não foram mais localizadas.

Considerações Part 2:
Porque estamos diante de um setor em que a hegemonia do Black Sabbath é o que conta, mas às vezes, vendo onde as hostes eternas de Birmingham e aquele imenso firmamento dos anos 70 ampliaram sua lenda, as ramificações se alongam de tal forma que em alguns casos, o os exemplos para esta seção podem obter direções musicais um pouco diferentes. Nesse caso, não devemos ignorar a grande influência dos britânicos, e disso há algo para contar na vida de músicos mal reconhecidos naquela época como a de Grand Theft. De Washington, seguindo o padrão de muitas bandas underground da época, quase sem se apresentar em público e com um álbum autointitulado gravado em 1972, “Hiking Into Eternity” é o último “compilado”, se é que se pode chamar assim, aquele ele lançou. praticamente 25 anos depois e onde você pode ver perfeitamente as muitas gravações desses Grand Theft, confinados naquela sabedoria sonora que adoram analógico, sem nuances em sua edição para enfatizar. Pura delicatessen direto do subúrbio dos anos 70, a partir da qual além do legado do Sabbath em sua versão mais blues, se tiver que virar, e muito, a vista para o melhor Led Zeppelin ou mesmo o tontura nos momentos de MC5.

Dez faixas mágicas, que cobrem o melhor do Heavy Psych dos anos 70, e basicamente a vida musical em uma alta porcentagem de tudo que Grand Theft deu de si mesmo. Subvalorizado por muitos, outro tesouro escondido dos anos 70 que vem à tona para muitos hoje através de seções como esta, as mesmas que embasam suas doutrinas é a linhagem mais tradicional carregando um equilíbrio e a importância das bandas atuais que revisamos durante a resto da semana, nas suas principais e mais diretas fontes de alimentação da comuna liberal dos anos 70. Sim, Grand Theft são outras dessas figuras para destacar a longa história do noroeste da América do Norte. De Seattle, tudo que gerou seu cenário lucrativo, passando pela inesquecível canhota que fez sua Stratocaster cantar, sem esquecer Heart, The Sonics, até voltar aos anos 90. Washington e seus arredores sempre mostraram porque são um dos aqueles cantos do mundo com uma das melhores linhas de montagem. Uma nevralgia como o melhor movimento que vai de Seattle a Washington. Há muita história entre as duas linhas.

As curiosidades surgem quando o primeiro nome da banda passa a ser parecido com o conhecido nome do videogame Grand Theft Auto, também conhecido simplesmente como GTA. Com isso e com o encanto daquela pequena Ilha Mercer no meio do Lago Washington, de onde iriam surgir esses músicos, trazendo aquela explosão de rock, mixando 60 e 70, e com fontes de inspiração de sua parte que poderiam ir do Sabbath, Led Zeppelin , fundamental neste caso ao ouvir o álbum, The Who, ou acena para Grand Funk.

Em uma banda relutante para shows ao vivo (eles recusaram uma turnê pela América do Norte e tocaram apenas duas vezes ao vivo), eles próprios disseram que seu som era muito complexo para ser apresentado no palco. Sua única missão era se divertir com eles e as muitas gravações que surgiram daquele porão em Mercer Island. E pensar que eles vieram de um projeto paralelo chamado Bluebird, e onde essas misturas entre os Beatles e o country norte-americano lançaram os primeiros alicerces para esses músicos, seria com Grand Theft onde as correntes seriam lançadas para nos dar um dos melhores homenagens zeppelianas. Toda uma loucura sonora para absorver seus melhores riffs, curtir às vezes quando se trata daquele caos instrumental, ou a presença de algumas canções onde os norte-americanos demonstram suas muitas virtudes.

"Hiking Into Eternity" é um álbum que, como o próprio título revela, vale seu peso em ouro pela perpetuidade dos anos 70. Um daqueles grandes e mais escondidos tesouros compilados dos anos 70, para curtir o curto mas promissor legado que nós eles deixaram Grand Theft, em sua curta existência. Hoje, mais uma banda cult do rock pesado e analógico, que faz nossas sextas-feiras brilharem como a melhor trilha sonora para o fim de semana.

**OBS: Texto baseado em informações do site "lahabitacion235".


Considerations Part 1:
Seattle is practically downtown and sits between Puget Sound on one side and Lake Washington on the other. In the middle of the lake is the city of Mercer Island, with a population of 25,000. "Poverty Rock" (as Mercer Island is affectionately called) is one of the most exclusive suburbs. With the rock boom of the 60s and 70s, Mercer Island had many local teenage bands, but the most legendary of these Mercer Islanders has to be Grand Theft that came out of practically a dark basement. They were originally called Grand Theft Auto. It was early 1972 and these musicians were in love with the heavier sounds of the time like Led Zeppelin, Grand Funk, The Who and Black Sabbath. Of course they were influences for your music. There is still some mystery about the group, but several facts have been pieced together. Grand Theft was led by the guitar and vocal genius of Crowbar Mahoon, who also did most of the writing. The rocksoiid melodic bass was played by Riley Sedgemont Hi and his drummer was the phenomenal PK. Skins, being the power trio of the best.

The guys only played live nearby and some tour proposals were offered, but Mahoon thought the band's sound was too complex to play live. With that they continued in the surroundings and mainly in their main lair which was the basement of a deless's house, felt that their sound was too intricate to replicate live, so they continued to be surrounded in their basement lair. If they had gone on tour, maybe the band would have taken bigger flights, but it wasn't meant to be. So Grand Theft was content to play just for themselves and a few friends, but luckily these sessions were recorded on reel tapes and so today we are delighted to be able to listen to this very crazy material. Grand THeft's self-titled album was released in mid-1972 and has become one of the most coveted recordings in the region's history. The band's death is intriguing, as other recording projects are connected to the tape archives, but unfortunately, the album "It Doesn't Take Talent" was never located, but at least here we have the selections from the aborted "Grand Theft II ".

The guys never took the success issue seriously, so much so that they played singing and writing that the song "Scream (It's Eating Me Alive)" is a total parody of Led Zeppelin's "Whole Lotta Love", starting with a of the most outrageously bloody screams in all of rock & roll!! No exaggeration at all!! They also spoofed "Closer to Home" by Grand Funk, albeit under the guise of "Closer to Herfy's", which was a popular Detroit hangout!! But this whole joke was apparently popular enough that the band managed to sell all 200 copies of the album and then they decided to start working on a sequel, but that's what I told you above. The album ended up not coming out and the tapes were also no longer located.

Considerations Part 2:
Because we're in an industry where Black Sabbath's hegemony is what counts, but sometimes, seeing where Birmingham's eternal hosts and that immense 1970s sky have expanded their legend, the ramifications elongate to such an extent that in some cases, the examples for this section may take slightly different musical directions. In that case, we shouldn't ignore the great influence of the British, and of that there is something to tell in the lives of musicians that were barely recognized at that time like that of Grand Theft. From Washington, following the pattern of many underground bands of the time, almost without performing in public and with a self-titled album recorded in 1972, “Hiking Into Eternity” is the last “compiled”, if you can call it that, that he launched. practically 25 years later and where you can perfectly see the many recordings of these Grand Thefts, confined in that sonic wisdom that they love analogue, with no nuances in their editing to emphasize. Pure delicatessen straight from the suburbs of the 70s, from which, in addition to the Sabbath legacy in its more blues version, if you have to turn, and a lot, the view to the best Led Zeppelin or even dizziness in the moments of MC5.

Ten magical tracks, covering the best of 1970s Heavy Psych, and basically musical life in a high percentage of everything Grand Theft gave of itself. Undervalued by many, another hidden treasure from the 70s that comes to light for many today through sections like this, the very ones that support their doctrines is the more traditional lineage carrying a balance and importance of current bands that we review for the rest of the week , in its main and most direct food sources of the liberal commune of the 70s. Yes, Grand Theft is another such figure to highlight the long history of northwestern North America. From Seattle, everything that generated its profitable scenario, passing by the unforgettable left-hander who made his Stratocaster sing, without forgetting Heart, The Sonics, until returning to the 90s. Washington and its surroundings have always shown why they are one of those corners of the world with one of the better assembly lines. A neuralgia as the best movement from Seattle to Washington. There's a lot of history between the two lines.

Curiosities arise when the band's first name becomes similar to the well-known name of the video game Grand Theft Auto, also known simply as GTA. With that and with the charm of that small Mercer Island in the middle of Lake Washington, where these musicians would come from, bringing that explosion of rock, mixing 60 and 70, and with sources of inspiration on your part that could come from the Sabbath, Led Zeppelin , fundamental in this case when listening to the album, The Who, or nods to Grand Funk.

In a band reluctant to perform live (they turned down a North American tour and played only twice live), they themselves said their sound was too complex to perform on stage. His only mission was to have fun with them and the many recordings that emerged from that basement on Mercer Island. And to think that they came from a side project called Bluebird, and where these mixes between the Beatles and North American country laid the first foundation for these musicians, it would be with Grand Theft where the chains would be cast to give us one of the best Zeppelian tributes . A whole sonic madness to absorb their best riffs, enjoy sometimes when it comes to that instrumental chaos, or the presence of some songs where Americans demonstrate their many virtues.

"Hiking Into Eternity" is an album that, as the title reveals, is worth its weight in gold for the perpetuity of the 70s. One of those great and most hidden treasures compiled from the 70s, to enjoy the short but promising legacy they left us Grand Theft, in its short existence. Today, another cult band of heavy rock and analogue, which makes our Fridays shine as the best soundtrack for the weekend.

**NOTE: Text based on information from the website "lahabitacion235".


Crowbar Mahoon — guitar, vocals
Loudus Volumous — guitar
Riley Sedgemont III – bass
P.K. Skins – drms
D.B. Fader — keyboards, vocals

Log Rhythms / Meat Midgets — 7:28

domingo, 10 de outubro de 2021

DRY ICE - Dry Ice (1969 UK Psychedelic Acid Rock)


VENENO RARO, PODEROSO E DE ÓTIMA QUALIDADE!!

SONORIDADE PSYCHEDELIC ACID ROCK!! O CARA DA BANDA ERA O GUITARRISTA E VOCALISTA "PAUL GARDNER", AUTOR DE TODAS AS COMPOSIÇÕES DO GRUPO!! A BANDA ANTES ERA CHAMNADA DE "RAINBOW REFLECTION" E ABRIU SHOWS PARA BANDAS DE RENOMAE NA ÉPOCA, COMO ARTHUR BROWN, THE WHO, MARC BOLAN E YARDBIRDS!! NO FINAL DE 1968, JÁ COM O NOME DE "DRY ICE", FORAM CONVIDADOS A TOCAR NUM FESTIVAL NO ROYAL ALBERT HALL, MAS ALGO INUSITADO ACONTECEU!! LOGO APÓS A SESSÃO DE FOTOS PARA PRODUÇÃO DO CARTAZ ANUNCIANDO O SHOW, O BAIXISTA PHIL GRIFFITHS, DO NADA, DESISTE DE FAZER O SHOW E A BANDA TEVE DE PROCURAR OUTRO BAIXISTA UMA SEMANA ANTES DO GRANDE SHOW!!! AÍ APARECEU "JOHN GIBSON" QUE FOI IMEDIATAMENTE INTEGRADO A BANDA!!! DEPOIS DISSO VEIO O ÁLBUM QUE FOI GRAVADO NA IBC, EM PORTLAND PLACE, LONDRES, UMA CASA QUE ABRIGOU MUITOS LENDÁRIOS LANÇAMENTOS!!! EM ASCENSÃO, FIZERAM MUITOS SHOWS EM ALTO NÍVEL, INCLUINDO UMA TEMPORADA NO "THE STAR CLUB", EM HAMBURGO, COM A BANDA TASTE DE RORY GALLAGHER!!!

SE QUISER SABER A HISTÓRIA COMPLETA DA BANDA EM RICOS DETALHES É AQUI: https://www.psychedelicbabymag.com/2018/10/dry-ice-dry-ice-2018-review.html

RARE AND GREAT QUALITY ALBUM WITH A PSYCHEDELIC ACID ROCK SOUND!!

THE FEATURED OF THE BAND WAS THE GUITARIST AND VOCALIST "PAUL GARDNER", AUTHOR OF ALL THE COMPOSITIONS OF THE GROUP!! THE BAND BEFORE WAS CALLED "RAINBOW REFLECTION" AND HAS OPENED CONCERTS FOR CLASSIC BANDS AT THE TIME, SUCH AS ARTHUR BROWN, THE WHO, MARC BOLAN AND YARDBIRDS!! AT THE END OF 1968, ALREADY UNDER THE NAME "DRY ICE", THEY WERE INVITED TO PLAY IN A FESTIVAL AT THE ROYAL ALBERT HALL, BUT SOMETHING UNUSUAL HAPPENED!! SHORTLY AFTER THE PHOTO SESSION FOR THE PRODUCTION OF THE POSTER ANNOUNCING THE SHOW, BASSIST PHIL GRIFFITHS GIVES UP ON DOING THE SHOW AND THE BAND HAD TO LOOK FOR ANOTHER BASSIST A WEEK BEFORE THE GREAT SHOW!!! THEN APPEARED "JOHN GIBSON" WHO WAS IMMEDIATELY JOINED IN THE BAND!!! AFTER THAT CAME THE ALBUM WHICH WAS RECORDED AT IBC IN PORTLAND PLACE, LONDON, A HOUSE THAT HAS HOST MANY LEGENDARY RELEASES!!! ASCENDING, THEY HAVE MADE MANY HIGH LEVEL SHOWS INCLUDING A SEASON AT "THE STAR CLUB" IN HAMBURG WITH RORY GALLAGHER'S TASTE BAND!!!

IF YOU WANT TO KNOW THE COMPLETE BAND HISTORY IN DETAIL IT'S HERE: https://www.psychedelicbabymag.com/2018/10/dry-ice-dry-ice-2018-review.html


Jeff Novak - Vocals
Paul Gardner - Guitar, Vocals
Chris Hyrenwicz - Guitar
John Gibson - Bass
Terry Sullivan - Drums

1. Clear White Light - 3:34
2. She Gave - 3:11
3. Running To The Convent (Single Version) - 2:20
4. Fake It - 3:39
5. It's All Over Now, Baby Blue - 4:36
6. Chinese House - 5:35
7. Falling Down - 3:30
8. Good Friday - 3:35
9. Laila - 5:33
10.Nowhere To Go - 2:49
11.Untitled '67 - 3:30
12.Ashes (Demo) - 4:02
13.Running To The Convent (Demo) - 3:38
14.It's All Over Now, Baby Blue (Alternative Mix) - 4:31

sábado, 25 de setembro de 2021

DRY ICE - Mary's Meth Dream (1967-1969 US Psychedelic)


REPOST: LP EXTREMAMENTE RARO!!
EXCLUSIVIDADE DOS VENENOS
EXTREMELY RARE LP!! 
EXCLUSIVITY OF VENENOS!!

LP MUITO RARO E SEM EDIÇÃO EM CD!! A SONORIDADE É PSICODÉLICA COM ALGUNS TOQUES POP, GARAGEIRO E ÁCIDO!! O DESTAQUE JÁ COMEÇA PELO ASPECTO FÍSICO, VISTO QUE A EDIÇÃO DO LP FOI LIMITADA A APENAS 300 CÓPIAS PRENSADAS EM VINIL BRANCO E COM CAPA DE 200g!! JÁ SOBRE A MÚSICA, AS 14 FAIXAS FORAM GRAVADAS ENTRE 1967 E 1969 E NO GERAL AS MÚSICAS SÃO MUITO BOAS, A QUALIDADE DELAS TAMBÉM!! NA VERDADE É PSICODELIA SEM MUITA VIAGEM E COM CANÇÕES MUITO BOAS E AGRADÁVEIS!! SE VOCÊ GOSTA DE BOA PSICODELIA DOS ANOS 60 AO ESTILO PARECIDO COM BANDAS COMO JULY E KALEIDOSCOPE ESSE É UM VENENO ALTAMENTE RECOMENDADO TANTO PELA RARIDADE COMO PELA BOA MÚSICA!!

RIPPED LP POSTAGE AND WITH GREAT QUALITY!! PSYCHODELIC SOUND WITH SOME POP, GARAGE AND ACID TOUCHES!! THE HIGHLIGHTS ALREADY START WITH THE PHYSICAL APPEARANCE, AS THE EDITION OF THE LP WAS LIMITED TO JUST 300 COPIES PRESSED ON WHITE VINYL AND WITH A 200g COVER!! ABOUT THE MUSIC, THE 14 TRACKS WERE RECORDED BETWEEN 1967 AND 1969 AND OVERALL THE SONGS ARE VERY GOOD, THEIR QUALITY TOO!! ACTUALLY IT IS PSYCHODELIA WITHOUT A LOT OF TRAVEL AND WITH VERY GOOD AND ENJOYABLE SONGS!! IF YOU LIKE GOOD PSYCHODELY FROM THE 60'S TO A STYLE RELATED TO BANDS LIKE JULY AND KALEIDOSCOPE THIS IS A POISON HIGHLY RECOMMENDED BOTH FOR THE RARITY AND FOR THE GOOD MUSIC!

A música "Mary Is Alone" poderia ter sido o tema de encerramento de um filme assustador de drogas com uma letra que diz o seguinte: "mary está sozinha e quer viver, mas tudo que ela vê é a morte. mary está sozinha e quer viver, mas tudo que ela vê é metanfetamina ..."

The music "Mary is alone" could've been the ending theme for an awesome drug scare film, "mary is alone and wants to live but all she sees is death/mary is alone and wants to live but all she sees is meth..."


01. Mary Is Alone. 1:56
02. Ocean. 3:29
03. Sunny Day. 3:20
04. Mr. Sawyer. 3:11
05. Eyesight to the Blind. 2:23
06. I Saw Her Standing There. 3:16
07. Let's Go Down. 2:38
08. Mary Is Alone. 2:39
09. Oh Darling. 3:36
10. Lucy Mae. 2:26
11. Sweet Little Sue. 2:11
12. Sunny Day. 2:45
13. Ocean. 3:22
14. Mary Is Alone. 3:56


quarta-feira, 15 de setembro de 2021

GOLD - Mission Rock [1971 USA Hard Psych Blues Rock]


BANDA AMERICANA FORMADA EM 1967 EM SAN FRANCISCO QUE COMEÇOU COMO UMA BANDA DE GARAGEM!! FOI DISSOLVIDA EM 1973!! MISSION ROCK FOI GRAVADO AO VIVO EM 1971 NA RÁDIO KSAN DE SAN FRANCISCO, COM EXCELENTE QUALIDADE DE ÁUDIO E SIMILAR AO ESTÚDIO!! ELES LENTAMENTE SE DESENVOLVERAM E EM 1971 ERA UMAS DAS BANDAS MAIS QUENTES DE SAN FRANCISCO, MAS AINDA SEM NENHUM LP!! O DESEMPENHO CHAMOU A ATENÇÃO DO PRODUTOR BILL GRAHAM QUE CONTRATOU OS CARAS PARA ABRIR UM SHOW NO FILLMORE WEST PAR MIKE BLOOFIELD!! MAIS TARDE, NESSE MESMO ANO, ELES ABRIRAM SHOWS EM WINTERLAND PARA TEN YEARS AFTER, BIG BROTHER & THE HOLDING COMPANY E HOT TUNA!! VALE LEMBRAR QUE NO ANO ANTERIOR ELES APARECERAM EM UM SHOW DA BIG BROTHER E FULL TILT BOOGIE COM JANIS JOPLIN NOS VOCAIS DAS DUAS BANDAS EM UMA FESTA DOS HELL'S ANGELS, EMN SAN RAFAEL!!

GOLD CONTAVA COM DOIS CANTORES NOTÁVEIS, ROBIN SINCLAIR, QUE ANTERIORMENTE ERA VOCALISTA NA BANDA "SALOOM-SINCLAIR", E BOB GOLDE, O MESMO QUE INTERPRETOU "BERGER" NA PRODUÇÃO DE CHICAGO PARA O FILME "HAIR"!! O BATERISTA, ROY GARCIA, ANTERIORMENTE ARA DA BANDA "FOX"!! MAS COM TUDO ISSO, ÁLBUM NÃO FOI PRODUZIDO NA ÉPOCA!! SOMENTE 32 ANOS DEPOIS É QUE FOI PRODUZIDO E LANÇADO O TÃO ESPERADO ÁLBUM QUE GRAHAM LUTOU TANTO!! QUANTO A SONORIDADE É UM MATERIAL COM GUITARRAS POTENTES, UMA PODEROSA SEÇÃO DE RITMOS LATINOS, PERCUSSÃO MARCANTE, VOCAIS FORTES, BLUES, ACID ROCK E TOQUES SUTIS DO FUNK, SOUL MUSIC E REPRESENTA UMA PERFORMANCE IMPRESSIONANTE, PRINCIPALMENTE A PARTE INSTRUMENTAL!! A BANDA ERA NITIDAMENTE INLFLUENCIADA POR BANDAS COMO "QUICKSILVER MESSENGER SERVICE", "SANTANA" E "BIG BROTHER & THE HOLDING COMPANY"!! VENENO ALTAMENTE RECOMENDADO!!

Mission Rock was recorded live in San Francisco 1971 (excellent studio sound quality) -- music ranges in the early Quicksilver/Santana/Big Brother & The Holding Company style -- (68 minutes) unreleased material! Gold in 1971 was one of the hottest bands in S.F. still without an LP. Bill Graham was booking the band to open shows for Ten Years After, Big Brother and the Holding Company, Mike Bloomfield....., with the hope and the support for an LP release. Now finally after 32 years here is the album Graham would have liked to hear. Country Joe McDonald took a personal interest in the band and worked with them on a number of projects ö on this CD he wrote 2 of the 13 songs, which he had never performed with Country Joe & the Fish. The very talented guitarists Ed Scott/ Joe Bajza remind often to 'John Cipollina' founded Gold in 1967/68. Gold vocalist on Mission Rock Robin Sinclair was of the same cut of female singer of the time in the style of a 'Janis Joplin' -- an experienced professional who had recorded two LP's on Cadet Concept/Chess as part of a group called Saloom -- Sinclair and the Mother Bear. The music itself is very powerful in rhythm section with congas, two acid jamming guitars and vocals a la Janis that make this CD to an absolute must for all Hippie and S.F. Sound fans. Contains bio, great photos and underground S.F. posters. The CD was produced with friendly support of Country Joe McDonald. (from label bio)

Gold started out as a San Francisco and Daly CIty garage band. They slowly developed into a top notch performing group that caught the attention of Bill Graham. Bill had them appear at an audition night then hired them to open a Fillmore-West show for Mike Bloomfield. Later that same year they opened shows at Winterland for Ten Years After, Big Brother and the Holding Company and Hot Tuna. The year before they appeared on a show with Loose Gravel and Mike Wilhelm, Big Brother and Full Tilt Boogie with Janis Joplin singing with both bands at a Hell's Angels party in San Rafael.

Gold acquired the services of two outstanding singers - Robin Sinclair previously with Saloom-Sinclair and Bob Golden who played Berger in the Chicago production of HAIR. The band also featured outstanding guitar work from Joe Bajza and founder Ed Scott. along with controversial bassist Chico Moncada. Former Fox drummer Roy Garcia added much to the Gold Sound.


Bass – Chico Moncada
Congas – Sebastian Nicholson
Drums – Roy Garcia
Lead Guitar – Joe Bajza
Percussion – Ron Cabral
Remastered By – Winnie Leyh
Rhythm Guitar – Ed Scott
Vocals – Robin Sinclair

01 - All Right 4:50
02 - Livin' High 4:10
03 - Can't Get Enough 5:19
04 - 40 Days Blues 3:09
05 - Piece Of Your Action 5:57
06 - Filet Of Soul 6:08
07 - You Can't Judge Me 5:21
08 - Good Old Wagon 4:28
09 - Frisco Kid 5:00
10 - Good Things Coming 9:07
11 - Conquistadores 7:54
12 - Home Cookin' Woman 4:50
13 - Summer Dresses 2:12

domingo, 12 de setembro de 2021

UMBRA - Same [USA Denver Hard Psych Acid Rock]


BANDA AMERICANA FORMADA EM 1969 POR ESTUDANTES, SENDO O ÁLBUM O PRIMEIRO LANÇAMENTO DE UM POWER TRIO DE ROCK PESADO INFLUENCIDO PELO ACID ROCK QUE ESTAVA ATIVO EM DENVER DURANTE OS ANOS DE 1971-72!! AQUI TEMOS MATERIAL DE ARQUIVO COM GRAVAÇÕES PRODUZIDAS A PARTIR DE FITAS DE BOBINAS, OS CHAMADOS REEL-TO-REEL, DE 2 E 4 TRILHAS GRAVADAS NA CASA DE UM DOS MEMBROS DA BANDA!! VALE DIZER QUE O LP, QUE TEM PRODUÇÃO LIMITADA, VEM COM UM LIVRETO CONTENDO 8 PÁGINAS COM FOTOS, LETRAS E HISTÓRIA DA BANDA!! A SONORIDADE É UMA MISTURA DE FUZZ, FREAK E ACID ROCK PESADO, GARAGEIRO E CRU COMO DEVE SER AS GRAVAÇÕES CASEIRAS!!

Steve Faulkner, que ocupou a cadeira de baterista da banda (por um tempo), descreve a Umbra como "um grupo jam progressivo e psicodélico". Steve lembrou que as faixas foram colocadas em um gravador de 4 e 2 canais e gravadas na casa de um membro da banda (o que eu obtive a partir de informações de bits, essas faixas datam de 71-72). A maioria dos membros da banda era de escolas secundárias locais de Denver, com exceção de Nick Melliadis, que veio de Nova York. O nome Umbra foi escolhido pela banda enquanto examinava o dicionário - um exercício comum com bandas naquela época (e talvez até agora). “Umbra se traduz em "sombra na lua", afirmou Steve. “Queríamos um nome que fosse curto, misterioso, fácil de lembrar e que soasse legal.”

O grupo original era composto por Steve na bateria, Eric Frazee na guitarra e Terry Lewis no baixo. Eles se juntaram um pouco mais tarde aos irmãos gêmeos Gary e Larry Mann. Larry saiu em 1971. Nick Melliadis (também conhecido por Nick Stoner) juntou-se à Umbra no final daquele ano. Nick tocou guitarra, gaita e cantou os vocais principais com Gary. Gary iria embora no final de 1974 ou início de 1975. Parece que a banda se desintegrou lentamente depois disso. As informações sobre essa banda são escassas na Internet, o que torna esta descoberta bem-vinda e um lançamento valioso. Você não vai achar que esta gravação é de última geração, mas vai ouvir e experimentar música crua e espontânea enquanto ela acontece. Isso foi influenciado por drogas? Claro que sim!!

O que estava disponível para sonhadores de hard rock desconhecidos como Umbra em Denver em 1971-72? Shows de fim de semana. Nada além de shows de fim de semana. Mas havia uma vantagem nisso: bandas como Umbra podiam misturar material original com covers e ganhar dinheiro suficiente para sobreviver. Ou, no caso da Umbra, para ganhar dinheiro suficiente para construir um estúdio caseiro, onde gravassem anúncios para promover seus próximos shows - e, eventualmente, gravassem as oito faixas desse disco. Tudo foi gravado ao balançar as faixas para frente e para trás entre gravadores de fita bobina a bobina de duas e quatro trilhas. Introduções espaciais e efeitos estranhos foram criados gravando licks de guitarra e, em seguida, regravando-os, reproduzidos ao contrário em velocidade dupla. O que soa como uma flauta foi o resultado de soprar por cima de um pescoço de ganso de 14 ”(acredite ou não).

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AMERICAN BAND FORMED IN 1969 BY STUDENTS AND THE ALBUM WAS THE FIRST RELEASE OF A HEAVY ROCK POWER TRIO INFLUENCED BY ACID ROCK WHICH WAS ACTIVE IN DENVER DURING THE YEARS 1971-72!! HERE WE HAVE ARCHIVE MATERIAL WITH RECORDINGS PRODUCED FROM 2 AND 4 TRACK REEL TAPES RECORDED IN THE HOME OF ONE OF THE BAND MEMBERS!! IT IS WORTH SAY THAT THE LP, WHICH HAS LIMITED PRODUCTION, COMES WITH A BOOKLET CONTAINING 8 PAGES WITH PHOTOS, LYRICS AND THE BAND HISTORY!! THE SOUND IS A MIXTURE OF FUZZ, FREAK AND HEAVY ACID ROCK, GARAGEIRO AND RAW AS HOME RECORDINGS SHOULD BE!!

Originally recorded in the early 70s, but never officially released. This first time issue 2019, though the year on the CD package says 2018. Comes in a digi-pak with a 16-page informative insert booklet. TRACKS: Jupiter Probe, C. Mr. Me, Harp Strings, Denver Over Glide, Ho Pideous, Bloon-Moan, Ides, and Siberia. DESCRIPTION: Umbra was founded in 1969 in Denver, Colorado and continued to solidify into 1970. Steve Faulkner, who held down the drummer’s chair in the band (for awhile), describes Umbra as “a progressive, psychedelic, jam group”. I had the privilege of listening to the band’s “garage” recordings from that period and have to say this was a very diverse and talented ensemble (this release is the set of recordings he heard). Steve recalled that the tracks were put down on a 4-track and a 2-track recorder and recorded at a band member’s home (what I gather from bits information, these tracks date from 71-72). Most of the band members were from local Denver area high schools with the exception of Nick Melliadis who came from New York.

Steve attended South High School which wasn’t a good fit for him back then. “I didn’t care much for high school so I dropped out to pursue my music.” It was a decision that worked very well for Steve. He did achieve his GED, but more importantly acquired a rich and deep education in music with his adventures from Umbra up to the present day (his website is where I picked up most of this information). The name Umbra was selected by the band while perusing the dictionary – an exercise common with bands back then (and maybe even now). “Umbra translates to ‘shadow on moon’,” stated Steve. “We wanted a name that was short, mysterious, easy to remember, and sounded cool.” The original group was comprised of Steve on drums, Eric Frazee on lead guitar, and Terry Lewis on bass.

They were joined a little later on by twin brothers Gary and Larry Mann. Larry left in 1971. Nick Melliadis (alias Nick Stoner) joined Umbra later that year. Nick played guitar, harmonica, and sang lead vocals with Gary. Gary would leave in late 1974 or early 1975. Seems the band slowly disintegrated after that. Information on this band is in short supply on the Internet, which makes this a welcome discovery and valuable release. You won’t find this a state of the art recording, but you will hear and experience raw and spontaneous music as it happened. Was this influenced by drugs? Hell, yes!!!

What was available to unknown hard rocking dreamers like Umbra in Denver in 1971-72? Weekend gigs. Nothing but weekend gigs. But there was an upside to that: bands like Umbra could mix original material in with covers, and make enough money to survive. Or in the case of Umbra, to make enough money to build a home studio, where they recorded ads to promote their upcoming shows—and eventually, laid down the eight tracks on this disc. Everything was recorded by bouncing tracks back and forth between two-track and four-track reel-to-reel tape recorders. Spacey intros and weird effects were created by recording guitar licks, then re-recording them played backwards at double speed. What sounds like a flute was the result of blowing over the top of a 14” goose neck (believe it or not).


01 - Jupiter Probe
02 - C. Mr. Me
03 - Harp Strings
04 - Denver Over Glide
05 - Ho Pideous
06 - Bloon-Moan
07 - Ides
08 - Siberia

sábado, 11 de setembro de 2021

ROCK AND ROLL GOLDMINE - The obscure side of the rock


Escutem o meu programa ROCK N ROLL GOLDMINE na RST RÀDIO ROCK, às 21 horas, onde rola muitas raridades, só venenos poderosos e bandas obscuras do rock dos anos 60 e 70!! São mais de 2 horas de programação só com o melhor do bom, velho e obscuro rock and roll!!

O ROCK N ROLL GOLDMINE É TODOS OS SÁBADOS ÀS 21 HORAS E AINDA TEM O PODCAST DO PROGRAMA NO SITE DA RST RADIO ROCK!!
CUIDADO: Pode haver turbulência, mas a viagem é boa!!

ROCK N ROLL GOLDMINE

Produção e apresentação: Luiz Carlos Menegon
Idealizador e proprietário do blog VENENOS DO ROCK


Listen my programa ROCK AND ROLL GOLDMINE in the RST RADIO ROCK, at 09:00 pm (Brazil time), with many rarities and obscure rock bands of the 60s and 70s!! There will be 2 hours of programming only with the best of good, old and obscure rock and roll!!

ROCK N ROLL GOLDMINE IS EVERY SATURDAY TO 09:00 PM (BRAZIL TIME) AND HAS THE PODCAST OF THE PROGRAM ON THE RST RADIO ROCK WEBSITE!! CAUTION: There may be turbulence, but the trip is good!!

ROCK N ROLL GOLDMINE

Production and presentation:
Luiz Carlos Menegon
Founder and owner in the blog VENENOS DO ROCK

sexta-feira, 10 de setembro de 2021

SELMI'S - Beginning [1974 France Psychedelic Rock]


RARIDADE EXCLUSIVA VENENOS DO ROCK!!
RARITY EXCLUSIVE VENENOS DO ROCK!!

LP RARÍSSIMO DESSA ESTRANHA E BOA BANDA COMPOSTA POR "MICHEL SELMI", SUA ESPOSA "NANOU SOUMAGNAS" E UM AMIGO "THIERRY AUDEBERT"!! A SONORIDADE APRESENTA VÁRIAS INFLUÊNCIAS QUE PASSA POR MÚSICA ÁRABE ATÉ HENDRIX, NUM SOM PRIMITIVO, CRU, PSICODÉLICO, ÁCIDO E TOQUES DO BLUES!! TOTALMENTE DESCONHECIDO ATÉ ESSA REEDIÇÃO COM EDIÇÃO LIMITADA DE 300 EXEMPLARES!!

VERY RARE LP OF THIS STRANGE AND GOOD BAND MADE BY "MICHEL SELMI", HIS WIFE "NANOU SOUMAGNAS" AND A FRIEND "THIERRY AUDEBERT"!! THE SOUND PRESENTS SEVERAL INFLUENCES THAT PASS THROUGH ARAB MUSIC TO HENDRIX, IN AN PRIMITIVE SOUND, RAW, PSYCHODELIC, ACID AND BLUES ROUNDS!! TOTALLY UNKNOWN UNTIL THIS LIMITED EDITION 300 REPLY ISSUE!!


01 - First Flight Of Eagle 02:16
02 - Burning Sire 03:13
03 - Happy Queen 02:30
04 - Gypsy's Dream 03:49
05 - Sky Love 04:16
06 - Women With Me 05:06
07 - It's Sick My Soul 03:20
08 - Hear My Train 03:18
09 - Come And See 02:35
10 - Drown's Love 04:40

terça-feira, 7 de setembro de 2021

RAIN - The Lost Album 1971 [USA Hard Blues Rock]


EXCLUSIVIDADE BLOG VENENOS DO ROCK!!
EXCLUSIVITY BLOG VENENOS DO ROCK!!

BOA BANDA AMERICANA INSPIRADA NO BLUES E QUE DOMINOU A CENA ROCK AND ROLL NA REGIÃO DE ROCHESTER NO INÍCIO DOS ANOS 70, TOCANDO UM ROCK BLUES INCENDIÁRIO EM CLUBES LOTADOS NA CIDADE E NOS ARREDORES, SOB INFLUÊNCIA DE BANDAS COMO "TEN YEARS AFTER", "ROLLING STONES E "CREAM"!! ELES DIVIDIRAM PALCO COM ARTISTAS NACIONAIS COMO "IKE & TINA TURNER" E "CANNED HEAT"!! GRAVOU SEU ÁLBUM DE ESTÚDIO EM 1971 QUE FOI PERDIDO E ESQUECIDO POR QUASE 50 ANOS SEM SER LANÇADO!! THE LOST ALBUM É UMA COLEÇÃO DE CANÇÕES QUE SERIA ORIGINALMENTE PLANEJADO PARA SER UMA CONTINUAÇÃO DO SEU PRIMEIRO ÁLBUM CHAMADO "RAIN LIVE CHRISTMAS NIGHT" QUE FOI LANÇADO PELO SELO "WHAZOO RECORDS" NO INÍCIO DE 1971!! DEPOIS DE MUITAS VOLTAS E REVIRAVOLTAS, O PLANO MUDOU E O ÁLBUM DE ESTÚDIO CAIU NO ESQUECIMENTO!! DÉCADAS DEPOIS E DE MUITO TRABALHO E DE BUSCAS, AS FITAS FINALMENTE APARECERAM E ESSAS 8 CANÇÕES INÉDITAS FINALMENTE TOMARAM FORMA DE LP NUMA EDIÇÃO BEM LIMITADA!! A HISTÓRIA TODA ESTÁ BEM CONTADA LOGO ABAIXO E É BEM INTERESSANTE!! VENENO EXCLUSIVO DOS VENENOS E ALTAMENTE RECOMENDADO!!

Normalmente, quando um álbum está programado para lançamento, há a oportunidade necessária, a contagem regressiva e a fanfarra iminente. Há uma antecipação crepitante no campo dos músicos, bem como entre os fãs dos artistas, conforme a máquina criadora de estrelas começa a avançar. A lendária banda Rain de Rochester dominou a cena rock 'n' roll aqui por um período no início dos anos 1970, tocando rock incendiário baseado em blues em clubes lotados na cidade e nos arredores. Eles dividiram o palco com artistas nacionais como Ike & Tina Turner e Canned Heat. Em seu curto período de vida, Rain gravou um álbum ao vivo, assinou contrato com a RCA Records, gravou um álbum para a gravadora e se separou. Todos se espalharam em direções diferentes, e as fitas das sessões da RCA - gravadas nos agora extintos PCI Studios na Atlantic Avenue no verão de 1971 - foram eventualmente perdidas e esquecidas.

Avancemos para agora: Rain está lançando um novo álbum - selecionado a partir dessas gravações de 1971 - como uma continuação de seu hit "Live, Christmas Night" de 1970. Isso mesmo, baby, Rain está lançando "1971 ... The Lost Album", quase 50 anos depois de ter sido gravado. Rastreamos o baixista Ted Paris em Rochester e o guitarrista Helmut Getto em Atlanta para ver qual era a grande pressa. Havia a desculpa do tempo e histórias de coisas adormecidas no fundo das gavetas e escondidas na obscuridade nas prateleiras dos armários por décadas. Havia alguns alarmes falsos, nos quais as fitas apareceram, mas estavam em mau estado. E algumas gravações foram jogadas fora, perdidas para sempre. Há, no entanto, o empresário do estúdio e residente do rock 'n' roll Mr. Fix It, Dave Anderson da Saxon Recording, que teve que dar sentido a tudo isso. E, claro, há a própria banda. As pesadas doses de blues rock de Rain foram marteladas sob a influência de bandas como Ten Years After, The Rolling Stones, Cream, bem como os três Reis - Freddie, Albert e B.B.

Rain foi uma banda que destruiu palcos locais em clubes como The Penny Arcade, The Club, Hylie Morris ’Alley, The Head Shop e The Electric Eel. Rain foi provavelmente uma das melhores bandas de rock que já saiu de Flower City. “As fronteiras da música estavam sempre se expandindo na época”, diz Getto. “Havia muitos músicos e grupos excelentes em Rochester. Você teve empresas como Brighton Sound que foram tão úteis no som ao vivo, os designs artísticos de Dick Storms e seus shows de luzes sempre adicionaram um extra a muitos shows. Rain dividiu a conta com outras bandas notáveis ​​de Rochester, como Portable People e The Red, White e Blues Band. Paris diz que não faltaram locais e tocar em salas lotadas era normal.

Getto olha para trás, para a era da RAIN, desde a primavera de 1970 até o início de 1972, como “um grande e interessante período da minha vida, um turbilhão de tempos”, diz ele. Ele conta seus companheiros de banda - o baixista Ted Paris, o cantor Brad Morse, o baterista Mick Guerin e o tecladista Gary Cullota - como alguns dos maiores músicos com quem ele já tocou. “Nossas personalidades clicaram”, diz Getto. “Brad e eu estávamos escrevendo canções e tínhamos muita liberdade musical para explorar. Estávamos muito ocupados, especialmente depois que o álbum ao vivo foi lançado. Foi uma época empolgante, mas exaustiva para mim, ter um trabalho de tempo integral como impressor e a responsabilidade de uma esposa e dois filhos pequenos. Rain trabalhou duro, mas como costuma acontecer, a dinâmica da banda provou ser tênue. A banda adicionou o tecladista Gary Cullota para expandir seu som que, de acordo com Getto, “precisava de algo novo”.

O empresário da banda, Jeff Wheat, usou o álbum "Live, Christmas Night" como um cartão de visita para garantir um contrato de gravação. “Nós assinamos e gravamos com a RCA e tivemos que escolher um produtor de uma lista que a RCA havia nos dado - nenhum que conhecíamos”. Getto diz. “O produtor não sabia quem éramos, como soávamos ao vivo e que direção musical exata estávamos seguindo. Gary era um ótimo pianista, mas infelizmente nossa nova direção musical ainda estava se desenvolvendo e toda a gravação foi uma grande decepção. Gravamos três singles que nunca foram lançados e a banda parou bruscamente. Não houve interesse em lançar o álbum, Getto diz. Apenas ele e Wheat tinham fitas da gravação - uma mistura tosca do master em bobina a bobina - que Getto diz ter sido abandonada em uma gaveta.

Por fim, Getto encontrou as fitas naquela gaveta esquecida. Ele converteu as fitas em arquivos digitais e logo depois entrou em contato com seus ex-companheiros de banda no Facebook e fez cópias em CD para eles. Paris e Guerin queriam lançar o álbum, então cerca de seis anos atrás, Paris pediu pela primeira vez a Dave Anderson para obter sua ajuda para preparar os materiais não lançados para o lançamento. “Havia uma grande falha”, diz Anderson. “As fitas estavam em um formato realmente péssimo: assobios, estalos, estática, músicas com partes faltando. Eles estavam em um estado muito difícil. ” As únicas outras cópias que estavam circulando eram CDs piratas de baixa qualidade. Anderson começou a farejar e entrar em contato com aqueles que estiveram envolvidos com a banda. Havia duas perguntas em sua mente: Quem fez a transferência? E onde estavam as fitas?

Ele rastreou Jim Armstrong, um dos empresários da banda, e aquele que financiou o álbum ao vivo. Anderson então procurou Bill Thompson - que havia gravado o álbum ao vivo com seu próprio console de mixagem customizado - para ver se ele tinha alguma fita por aí. “Jim Armstrong trouxe uma fita”, diz Anderson. “Não era puro, mas era melhor do que o que tínhamos para trabalhar. E faltava uma música que ninguém ouvia desde 1971. Isso foi emocionante. Helmut apareceu com esses arquivos .wav, mas o canal esquerdo foi gravado muito quente. Então, um ex-vizinho contatou Getto sobre uma caixa de fitas que ele havia deixado para trás quando se mudou, incluindo uma com “Rain” escrito nela. Então, quando Anderson terminou de limpar a bagunça, ele já havia procurado três vezes com três materiais de origem diferentes. Tedioso não é a palavra. Mas a banda gosta disso. “Capturou um estágio de crescimento que ocorreu cerca de seis meses após o álbum ao vivo”, diz Getto. “Mesmo tendo sido gravado em um curto período de tempo e terminado com uma mixagem bruta, conseguimos sentir o que é o estúdio e começar a desenvolver nossas músicas. Não era uma obra acabada, mas reflete nosso estado naquela época. É uma parte da história da música de Rochester. - By Frank De Blase.

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RAIN was a popular Blues inspired Rock band from Rochester, New York. Members were Brad Morse on vocals, Ted Paris on bass, Mick Guerin on drums and led by guitar maestro, Helmut Getto. Rain was a real powerhouse in their day!! This legendary band broke up shortly after recording their studio album in 1971!! Lost & forgotten for nearly 50 years, the album was never released!! 1971...The Lost Album, a collection of original songs that the band recorded in the summer of 1971, was originally planned to be a follow up to their first record, RAIN-Live Christmas Night, which came out on the band’s label, Whazoo Records, in early 1971!! Through fate’s twists & turns, the plan changed and the studio album fell by the wayside. Decades later & after lots of detective work, the studio tapes finally surfaced! These eight previously unreleased original songs have finally manifested themselves on Limited Edition 12” vinyl, and we are proud to present to you this Epic treasure of Rock history as a part of Jargon Record’s Time Capsule Series!! “Rain 1971...The Lost Album” is slated for a limited release of 500 copies on vinyl in late February, on Anderson’s label Jargon Records. Sadly, singer Brad Morse passed away two years ago, and the band has no plans on ever playing live again!! THE ENTIRE STORY IS WELL TOLD IN THE TEXT BELOW AND IT IS VERY INTERESTING!!

Usually when an album is slated for release, there’s the requisite timeliness, countdown, and impending fanfare. There’s crackling anticipation in the musicians’ camp as well as with the artists’ fans, as the star-maker machine begins to grind forward.

Legendary Rochester band Rain dominated the rock ‘n’ roll scene here for a spell in the early 1970s, playing incendiary blues-based rock to packed clubs in and around town. They shared the stage with national artists like Ike & Tina Turner and Canned Heat. In its short life span, Rain recorded one live album, got signed to RCA Records, recorded an album for the label, and broke up. Everyone scattered in different directions, and the tapes from the RCA sessions — recorded at the now defunct PCI Studios on Atlantic Avenue in the summer of 1971 — were eventually lost and forgotten.

The early-70s Rochester blues rock band Rain (left to right): bassist Ted Paris, drummer MIck Guerin, singer Brad Morse, and guitarist Helmut Getto. Flash forward to now: Rain is releasing a new album — culled from those 1971 recordings — as a follow-up to its heavy-hitting “Live, Christmas Night” from 1970. That’s right, baby, Rain is releasing “1971...The Lost Album,” nearly 50 years after it was recorded. We tracked down bassist Ted Paris in Rochester and guitarist Helmut Getto in Atlanta to see what the big hurry was. There was the excuse of time, and stories of stuff lying dormant in the backs of drawers and tucked away in obscurity on closet shelves for decades. There were a couple of false alarms, in which tapes turned up but were in rough shape. And some recordings just got tossed out, lost forever.

There is, however, studio impresario and resident rock ‘n’ roll Mr. Fix It, Dave Anderson at Saxon Recording, who had to make sense of it all. And of course, there’s the band itself. Rain’s heavy doses of blues rock were hammered out under the influence of bands like Ten Years After, The Rolling Stones, Cream, as well as the three Kings — Freddie, Albert, and B.B. Rain was a band that tore up local stages in clubs like The Penny Arcade, The Club, Hylie Morris’ Alley, The Head Shop, and The Electric Eel. Rain was probably one of the best rock bands to ever come out of the Flower City. “The boundaries of music were always expanding at the time,” Getto says. “There were lots of outstanding musicians and groups in Rochester. You had companies like Brighton Sound that were so helpful in live sound, Dick Storms’ artistic designs and his light shows always added the extra to many shows.”

Rain shared the bill with other Rochester bands of note, like Portable People and The Red, White, and Blues Band. Paris says there was no shortage of venues, and playing to packed rooms was normal. In late February, producer and engineer Dave Anderson plans to release Rain's "1971...The Lost Album" via Jargon Records. Getto looks back at the era of Rain, from about spring of 1970 to the beginning of 1972, as “a great and interesting period of my life, a whirlwind of a time,” he says. He counts his bandmates — bassist Ted Paris, singer Brad Morse, drummer Mick Guerin, and keyboardist Gary Cullota — as some of the greatest musicians he’s ever played with. “Our personalities clicked,” Getto says. “Brad and I were writing songs, and we had lots of musical freedom with which to explore. We were very busy, especially after the live album came out. It was an exciting but an exhausting time for me, having a full-time job as a printer and the responsibility of a wife and two small children.”

Rain worked hard, but as it often happens, the band’s dynamic proved to be tenuous. The band added keyboardist Gary Cullota to expand their sound which, according to Getto, “needed something fresh.” The band’s manager Jeff Wheat used the concert album “Live, Christmas Night” as a calling card for securing a recording contract. “We signed and recorded with RCA and had to choose a producer from a list that RCA had given us — none of who we knew.” Getto says. “The producer didn’t know who we were, what we sounded like live, and what exact musical direction we were heading. Gary was a great piano player, but unfortunately our new musical direction was still developing and the whole recording was a great disappointment. We recorded three singles that were never released, and the band came to a screeching halt.”

There was no interest in putting out the album, Getto says. Only he and Wheat had tapes of the recording — a rough mix of the master on reel-to-reel — which Getto says was abandoned in a drawer. Eventually Getto found the tapes in that forgotten drawer. He converted the tapes to digital files, and soon after that he got in touch with his former bandmates on Facebook, and made CD copies for them. Paris and Guerin wanted to put out the album, so about six years ago, Paris first reached out to Dave Anderson for his help in getting the unreleased materials ready for release. “There was one major flaw,” Anderson says. “The tapes were in real crappy shape: hisses, pops, static, songs with missing parts. They were in pretty rough shape.” The only other copies that were circulating were low-quality bootleg CDs.

Anderson started sniffing around and contacting those who had been involved with the band. There were two questions on his mind: Who did the transfer? And where were the tapes? He tracked down Jim Armstrong, one of the band’s managers, and the one who had financed the live record. Anderson then reached out to Bill Thompson — who had recorded the live album with his own custom-built mixing console — to see if he had any tapes lying around. “Jim Armstrong brought a tape,” Anderson says. “It wasn’t pristine, but it was better than what we had to work with. And it had a missing song on it that nobody had heard since 1971. So that was thrilling. Helmut showed up with these .wav files, but the left channel was recorded too hot. Then a former neighbor contacted Getto about a box of tapes that he had left behind when he moved, including one with “Rain” written on it.

So by the time Anderson was done cleaning up the mess, he had gone around three times with three different source materials. Tedious ain’t the word. But the band digs it. “It captured a stage of growth which was about six months after the live album,” Getto says. “Even though it was recorded in a short period of time and ended with a rough mix, we were able to get a feel for the studio and start developing our songs. It was not a finished work, but reflects our state at that time. It is a part of Rochester music history.” “Rain 1971...The Lost Album” is slated for a limited release of 500 copies on vinyl in late February, on Anderson’s label Jargon Records. Sadly, singer Brad Morse passed away two years ago, and the band has no plans on ever playing live again. “These were incredible circumstances,” Anderson says. “It’s an honor to be part of this project. I mean, how many times does this happen? It could’ve been lost forever.” - By Frank De Blase - Frank De Blase is CITY’s music writer. He can be reached at frank@rochester-citynews.com.


01 - Me And My Woman 3:23
02 - I Ain't Got No 2:24
03 - Poor Boy 3:20
04 - St. Louis 4:24
05 - Feels Like Fire 5:52
06 - Boogie With You Mama 6:15
07 - This Is No Place 6:12
08 - Lazy 5:41

sexta-feira, 3 de setembro de 2021

VENENOS DO ROCK RADIOS


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PSYCHEDELIC VENENOS RADIO

RÁDIO  PARA QUEM GOSTA DE CURTIR A BOA PSICODELIA DOS 60 E 70!!  PSICODELIA DE QUALIDADE PRA CURTIR NA TRANQUILIDADE E VIAJAR NO COSMOS, POIS PRA VIAJAR NO COSMOS NÃO PRECISA GASOLINA, APENAS DO BOM E VELHO ROCK N ROLL...E NESSE CASO...PSICODÉLICO E DESCONHECIDO DA MÍDIA!!!

RADIO FOR THOSE WHO LIKE TO ENJOY THE GOOD PSYCHEDELIA OF 60 AND 70!! QUALITY PSYCHEDELIA TO ENJOY IN TRANQUILITY AND TRAVEL IN THE COSMOS, BECAUSE TO TRAVEL IN THE COSMOS DO NOT NEED GASOLINE, ONLY THE GOOD AND OLD ROCK N ROLL ... AND IN THIS CASE ... PSYCHEDELIC AND UNKNOWN !!!
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LIGHTNESS OF ROCK RADIO

A LEVEZA DO ROCK!!!  RÁDIO SÓ COM O BOM E VELHO ROCK AND ROLL NA SUA FORMA MAIS LEVE!!! BALADAS FOLK, BLUES, PROGRESSIVE, ENFIM...É PRA QUEM GOSTA DE CURTIR O ROCK DOS ANOS 70 MAIS DESPASSITO, MAIS TRANQUILO, MAS COM QUALIDADE!!! NA PAZ!!!

THE LIGHTNESS OF ROCK !!! RADIO WITH GOOD AND OLD ROCK AND ROLL IN ITS LIGHTEST FORM !!! FOLK BALADES, BLUES, PROGRESSIVE ... IT IS FOR THOSE WHO LIKE TO ENJOY THE ROCK OF THE 70'S MORE LIGHT AND QUIET, BUT WITH QUALITY !!! IN PIECE!!!
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quinta-feira, 2 de setembro de 2021

GOLD - Oregins Live [1969-1970 USA Acid Psych Blues Rock]


VENENO PODEROSO E ALTAMENTE RECOMENDADO!!
COMPILAÇÃO EXCELENTE DESSA ÓTIMA BANDA DE SAN FRANCISCO, COM TEMAS DE ESTÚDIO GRAVADOS NO LENDÁRIO "GOLDEN STATE RECORDERS", EM SAN FRANCISCO, E MAIS TEMAS AO VIVO E DE QUALIDADEE SONORA EXCELENTE, GRAVADO NO "FILLMORE WEST"!! O ÁLBUM FOI PRODUZIDO POR COUNTRY JOE McDONNALD E A A SONORIDADE É UM ROCK BLUES ÁCIDO DE PRIMEIRA QUALIDADE!! NÃO CONSUMAM COM NENHUMA MODERAÇÃO!!

POWERFUL AND HIGHLY RECOMMENDED POISON!!
EXCELLENT COMPILATION OF THIS GREAT BAND FROM SAN FRANCISCO, WITH STUDIO THEMES RECORDED IN THE LEGENDARY "GOLDEN STATE RECORDERS", IN SAN FRANCISCO, AND MORE LIVE AND QUALITY THEMES AND EXCELLENT SOUND, RECORDED IN THE "FILLMORE WEST"!! THE ALBUM WAS PRODUCED BY COUNTRY JOE McDONNALD AND THE SOUND IS A FIRST QUALITY ACID ROCK BLUES!! DON'T CONSUME WITH ANY MODERATION!!


Recorded at Golden State Recorders in San Francisco
1 No Parking 2:38
   https://youtu.be/nXpXsPEFFTw
2 High on Love 4:07
3 Righteous Love 2:52
4 Conquistadores 5:20
5 Heavy 2:54
6 When I Saw You 2:40
7 PSB 5:51
8 Filet of Soul 5:44
9 Summertime 4:45
Recorded Live at the Fillmore-West Auditorium
10 When I Saw You 3:44
11 Filet of Soul 4:55