segunda-feira, 4 de julho de 2022

NUEVO MEXICO - Hecho En Casa (1975 Mexico Prog Psych)


PRIMEIRO ÁLBUM DESSA ÓTIMA BANDA MEXICANA QUE FAZIA UM PROGRESSIVO COM USO ABUNDANTE DE FLAUTA COMO ISTRUMENTO SOLO!! A PRESENÇA MARCANTE DO VIOLÃO COM ALGUMA CARGA DE HARD ROCK FAZ LEMBRAR DO JETHRO TULL!! MAS AQUI ENCONTRAMOS TAMBÉM A FUSÃO COM A MÚSICA PRÉ-HISPÂNICA NA FAIXA "DESPUÈS DE LA MORTE" ONDE A IDEIA ERA CAPTURAR UM RITUAL TRADICIONAL DA CAÇA AO VEADO, A LENTA AGONIA DO ANIMAL, A FESTA DOS ABORÍGENES E A CHEGADA DOS ESPANHÓIS NA ÉPOCA DO CANIBALISMO!! TUDO ISSO RETRATADO ATRAVÉS DE UM REQUIEM CANTADO EM LATIM!! MAS TEMOS TAMBÉM TRAÇOS DA MÚSICA CLÁSSICA NA FAIXA "SINFONIA DE ROCK Nº 1" QUE É DIVIDIDA EM 3 MOVIMENTOS!! NA PRIMEIRA PARTE REFLETE UMA PROFUNDA INFLUÊNCIA DE RAVEL!! NA SEGUNDA A COISA FICA MAIS DINÂMICA, COM UMA MAIOR INTERAÇÃO ENTRE O ROCK, MÚSICA DE CONCERTO E ELEMENTOS PRÉ-HISPÂNICOS!! JÁ NA PARTE FINAL O SOM É MAIS LENTO E TODO TINGIDO DE COROS ANGELICAIS!! CERTAMENTE ESTAMOS DIANTE DE UM DOS GRANDES ÁLBUNS DO ROCK MEXICANO ONDE OS CARAS CRIARAM SUA PRÓPRIA MÚSICA COM MUITA PERSONALIDADE!! UMA REFERÊNCIA INDISPENSÁVEL DA VEIA SINFÔNICA DESENVOLVIDA NO MÈXICO!!

Em 1971 Carlos Mata (guitarra), Miguel Suárez (bateria) e Armando Suárez (baixo) formaram um trio chamado Abraham Lincoln. Eles foram abordados por uma gravadora, que se ofereceu para gravá-los com a condição de que eles mudassem de nome. Mata líder do grupo, fez uma escolha de sorte e surgiu o Novo México. Um quarto elemento, o flautista Jorge Reyes, deu a cara definitiva à banda.

Lá eles gravaram alguns singles não rastreáveis. Mas as pressões continuaram. Foi pedido ao guitarrista que mudasse de baterista, ao mesmo tempo que lhes foi assegurado que esta era a condição essencial para gravar uma longa duração. Não eram tempos para se enfeitar e estabelecer limites; Carlos Mata aceitou e Francisco López entrou para substituir Miguel Suárez. Mas a interferência externa provocou uma pausa temporária e depois de alguns altos e baixos, o grupo se estabilizou com a seguinte formação: Carlos Mata, Raúl Noriega (baixo), Francisco López e Jorge Reyes. Finalmente, o quarteto conseguiu um contrato (com outra empresa) e gravou "Hecho en casa" (1973), embora demorasse dois anos para chegar ao mercado: o primeiro álbum de rock progressivo feito no México apareceu oficialmente em 1975.

"Hecho en casa" é um disco avançado para o cenário nacional. Quando apareceu, soou de acordo com o momento; mas se considerarmos que havia sido registrada dois anos antes, nela encontramos várias sementes que floresceriam com maior consistência na década seguinte. O primeiro álbum do New Mexico contém alguns momentos decisivos para o desenvolvimento do progressivo nacional. O uso da flauta como instrumento solo, a presença vigorosa do violão com forte carga de hard rock e a seção rítmica pesada relacionaram-nos ao Jethro Tull.


FIRST ALBUM OF THIS GREAT MEXICAN BAND THAT MADE A PROGRESSIVE WITH ABUNDANT USE OF THE FLUTE AS A SOLO INSTRUMENT, STRIKING PRESENCE OF THE GUITAR WITH SOME LOAD OF HARD ROCK THAT MAKES ME REMEMBER OF JETHRO TULL!! BUT HERE WE ALSO FIND THE FUSION WITH PRE-HISPANIC MUSIC IN THE "DESPUÈS DE LA MORTE" TRACK, WHERE THE IDEA WAS TO CAPTURE A TRADITIONAL RITUAL OF DEER HUNTING, ENJOY THE ANIMAL'S AGONIA, THE FESTIVAL OF THE ABORIGENS AND THE ARRIVAL OF THE SPANISH AT THE TIME OF CANNIBALISM!! ALL PICTURED THROUGH A REQUIEM SONG IN LATIN!! BUT WE ALSO HAVE TRACES OF CLASSICAL MUSIC IN THE TRACK "ROCK SYMPHONY Nº 1" WHICH IS DIVIDED INTO 3 MOVEMENTS!! THE FIRST PART REFLECTS A DEEP INFLUENCE OF RAVEL!! THE SECOND GETS MORE DYNAMIC, WITH MORE INTERACTION BETWEEN ROCK, CONCERT MUSIC AND PRE-HISPANIC ELEMENTS!! IN THE FINAL PART THE SOUND IS SLOWER AND ALL DYED WITH ANGELICAL CHOIRS!! WE ARE CERTAINLY FRONTING ONE OF THE GREAT MEXICAN ROCK ALBUMS WHERE THE BAND CREATED THEIR OWN MUSIC AND LOTS OF PERSONALITY!! AN ESSENTIAL REFERENCE FOR THE SYMPHONIC VEIN DEVELOPED IN MEXICO!!

In 1971 Carlos Mata (guitar), Miguel Suárez (drums) and Armando Suárez (bass) formed a trio called Abraham Lincoln. They were approached by a record company, who offered to record them on the condition that they change their name. Mata leader of the group, made a lucky choice and New Mexico emerged. A fourth element, the flutist Jorge Reyes, gave the band the definitive face.

There they recorded some untraceable singles. But the pressures continued. The guitarist was asked to change drummers, while being assured that this was the essential condition for recording a long duration. These weren't times to dress up and set boundaries; Carlos Mata accepted and Francisco López joined to replace Miguel Suárez. But external interference caused a temporary pause and after some ups and downs, the group stabilized with the following lineup: Carlos Mata, Raúl Noriega (bass), Francisco López and Jorge Reyes. Finally, the quartet got a contract (with another company) and recorded "Hecho en casa" (1973), although it took two years to reach the market: the first progressive rock album made in Mexico officially appeared in 1975.

"Hecho en casa" is an advanced album for the national scene. When it appeared, it sounded like the moment; but if we consider that it had been registered two years earlier, we found in it several seeds that would bloom more consistently in the following decade. New Mexico's first album contains some decisive moments for the development of national progressive. The use of the flute as a solo instrument, the vigorous presence of the guitar with a strong load of hard rock and the heavy rhythm section related us to Jethro Tull.

Carlos Mata: Guitar
Francisco Lopez: Drums
Raul Noriega: Bass
Jorge Reyes: Flute

1. Dreams (Sueños)
2. Sinfonía de Rock No. 1
3. Preludio
4. Después de La Muerte
5. El Talón de Aquiles
6. Vamos a Soñar, Vamos a Vivir

domingo, 5 de junho de 2022

FOREDAY RIDERS BLUES BAND - Foreday Riders Blues Band (1969 Aussie Blues Jazz Prog Psych)


VENENASSO BLUES AUSTRALIANO RARO E ALTAMENTE RECOMENDADO!!

PARA TODOS OS COLECIONADORES SÉRIOS DE BLUES AUSTRALIANO AQUI TEMOS SEM DÚVIDA UM DOS MAIS RAROS E MAIS PROCURADO!! A BANDA FOI FORMADA EM 1967 POR UM GRUPO DE AMIGOS DA ESCOLA, TODOS INFLUENCIADOS PELO BLUES DO REINO UNIDO E DE CHICAGO!!! MAS EM 1969 A BANDA COMEÇOU A TRILHAR SEU PRÓPRIO CAMINHO COM UM BLUES COM ALTAS DOSES DO JAZZ E DO PROGRESSIVO!! NA ÉPOCA DO ÇANÇAMENTO DESSE LP APENAS 50 CÓPIAS FORAM VENDIDAS, TORNADO A CÓPIA ORIGINAL UM DOS LPs AUSTRALIANOS MAIS RAROS ATÉ O MOMENTO, SENDO QUASE IMPOSSÍVEL ENCONTRAR UMA CÓPIA HOJE EM DIA!! DEPOIS DA BANDA CHAIN, A FOREDAY RIDERS BLUES BAND É A SEGUNDA MAIS LENDÁRIA BANDA DE BLUES DO PAÍS!!

AQUI TEMOS UM BLUES RAÍZ COM PITADAS FORTES DA PSICODELIA E DO JAZZ!! O VOCAL FEMININO É BEM BACANA E OS MÚSICOS ALTAMENTE COMPETENTES FAZEM DESE LP UMA AUDIÇÃO ALTAMENTE RECOMENDÁVEL!! EMBORA NÃO TÃO PROGRESSIVO QUANTO OUTRAS BANDAS BASEADAS NO BLUES DO PAÍS COMO CHAIN, CARSON OU MESMO THE ASTECS, O ÁLBUM É O FINO DO BLUES COM UM SOM MAIS CRÚ, MAS EXUBERANTE!!

No panteão do blues australiano, nomes como Chain, Matt Taylor, Dave Hole, Dutch Tilders e The Backsliders são bem conhecidos. Não tão conhecido, mas de igual relevância é essa banda de Sydney The Foreday Riders. Além de ser uma das primeiras bandas tradicionais de blues formadas no país (ao lado de Adderley Smith Blues Band e Bay City Union) e uma instituição fundamental no desenvolvimento do blues australiano, the Foreday Riders tem a distinção de ser uma das bandas de blues mais longas do país. Os irmãos Ron King (vocal, gaita) e Jeff King (guitarra, dobro) têm dirigido a banda desde que montaram a primeira formação solta por volta de 1967. Como entusiastas do blues de gosto impecável, os irmãos estavam ouvindo sons britânicos de R&B como The Rolling Stones, The Yardbirds e Manfred Mann. No entanto, eles se inspiraram nos mestres originais do blues elétrico de Chicago, como Muddy Waters, Little Walter Jacobs, Jimmy Rogers e Howlin' Wolf, além do blues country mais terroso de Memphis Minnie e Lightning Hopkins.

É difícil apontar essa formação original, mas os membros durante o final dos anos 1960 incluíram Rick Lock (bateria), Clive Disbery (guitarra), Peter Anson (guitarra; ex-Missing Links, Jeff St John e The Id), Mark Punch (guitarra), Rolli Utzinger (piano), John Murphy (baixo), Dave Drury (baixo), Jill Drury (vocal) e Broderick Smith (vocal, gaita). A partir do início da década de 1970, outros membros em um cenário de muitas trocas incluíram Phil Colson (guitarra), Tony Pedroza (guitarra), Andrew Reid (guitarra), Harvey Fiske (guitarra), Leszek Karski (guitarra), Ian Winter (guitarra), Shane Pacey (guitarra), Billy Rylands (guitarra), Ron Tabuteau (guitarra), Graeme Gibbs (baixo), John Power (baixo), Harry Brus (baixo), Tim Partridge (baixo), Alan Britton (baixo), Andrew Ross (baixo), Ernie McInerney (bateria) e John Simone (bateria).

Em termos de gravação, the Foreday Riders lançou um dos primeiros álbuns independentes de edição limitada, Foreday Rider Blues Band, em 1969. Foi uma gravação muito primitiva em muitos aspectos e permanece notável não só pelo seu valor de raridade. Provavelmente apenas 300 cópias foram pressionadas e, de acordo com seu status de prensagem privada DIY, veio em uma linda jaqueta impressa de tela de seda.
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AUSTRALIAN BLUES RARE AND HIGHLY RECOMMENDED!!
FOR ALL SERIOUS AUSTRALIAN BLUES COLLECTORS HERE WE HAVE WITHOUT A DOUBT ONE OF THE RAREEST AND MOST WANTED!! THE BAND WAS BUILT IN 1967 BY A GROUP OF FRIENDS FROM THE SCHOOL, ALL INFLUENCED BY BLUES FROM THE UK AND CHICAGO!!! BUT IN 1969 THE BAND BEGAN TO TAKE THEIR OWN PATH WITH A BLUES WITH HIGH DOSES OF JAZZ AND PROGRESSIVE!! AT THE TIME OF THE RELEASE OF THIS LP ONLY 50 COPIES WERE SOLD, MAKING THE ORIGINAL COPY ONE OF THE RAREEST AUSTRALIAN LPs TODAY, AND IT IS NEARLY IMPOSSIBLE TO FIND A COPY TODAY!! AFTER THE BAND CHAIN, FOREDAY RIDERS BLUES BAND IS THE SECOND MOST LEGENDARY BLUES BAND IN THE COUNTRY!!

HERE WE HAVE A ROOT BLUES WITH STRONG POINTS OF PSYCHODELIA AND JAZZ!! THE FEMALE VOCAL IS VERY COOL AND THE HIGHLY COMPETENT MUSICIANS MAKE THIS LP A HIGHLY RECOMMENDED HEARING!! ALTHOUGH NOT AS PROGRESSIVE AS OTHER BLUES BASED BANDS IN THE COUNTRY LIKE CHAIN, CARSON OR EVEN THE ASTECS, THE ALBUM IS THE THIN BLUES WITH A RAW BUT SOUNDING BUT EXUBERANT!!

In the pantheon of Australian blues, the likes of Chain, Matt Taylor, Dave Hole, Dutch Tilders and The Backsliders are well known. Not as well known, but of equal relevance is this Sydney band The Foreday Riders. In addition to being one of the first traditional blues bands formed in the country (alongside the Adderley Smith Blues Band and Bay City Union) and a key institution in the development of Australian blues, the Foreday Riders have the distinction of being one of the most successful blues bands. long in the country. Brothers Ron King (vocals, harmonica) and Jeff King (guitar, double) have been running the band since they formed the first loose lineup around 1967. As blues enthusiasts of impeccable taste, the brothers were listening to British R&B sounds like The Rolling Stones, The Yardbirds and Manfred Mann. However, they drew inspiration from the original Chicago electric blues masters like Muddy Waters, Little Walter Jacobs, Jimmy Rogers and Howlin' Wolf, as well as the more earthy country blues of Memphis Minnie and Lightning Hopkins.

It's hard to pinpoint this original lineup, but members during the late 1960s included Rick Lock (drums), Clive Disbery (guitar), Peter Anson (guitar; ex-Missing Links, Jeff St John and The Id), Mark Punch ( guitar), Rolli Utzinger (piano), John Murphy (bass), Dave Drury (bass), Jill Drury (vocals) and Broderick Smith (vocals, harmonica). Starting in the early 1970s, other members in a scene of many exchanges included Phil Colson (guitar), Tony Pedroza (guitar), Andrew Reid (guitar), Harvey Fiske (guitar), Leszek Karski (guitar), Ian Winter (guitar), Shane Pacey (guitar), Billy Rylands (guitar), Ron Tabuteau (guitar), Graeme Gibbs (bass), John Power (bass), Harry Brus (bass), Tim Partridge (bass), Alan Britton (bass) ), Andrew Ross (bass), Ernie McInerney (drums) and John Simone (drums).

In terms of recording, the Foreday Riders released one of the first limited-edition independent albums, Foreday Rider Blues Band, in 1969. It was a very primitive recording in many ways and remains notable not only for its rarity value. Probably only 300 copies were pressed, and in keeping with its DIY private pressing status, it came in a gorgeous silk screen printed jacket.


- Jill Drury — vocals
- Broderick Smith — vocals
- Jeannie Lewis — vocals
- Ron King — vocals, harmonica
- Jeff King — guitar, slide guitar
- Clive Disbery — guitar
- John Murphy — bass
- Dave Drury — bass
- Rolly Utzinger — piano
- Richard Lock — drums

01. When I Die — 3:22
02. Dreaming Rent — 4:10
03. Wind Blues — 3:27
04. Cocaine Blues — 4:47
05. Survival Blues — 2:17
06. Can’t Trust Nobody — 2:10
07. I’ve Got To Get To My Baby — 4:38
08. Here And Now — 7:38
09. Tomorrow — 7:37
10. Thunderstorm — 11:16

sábado, 2 de abril de 2022

CALIBAN - Live At The Last Night Of The Cavern Club [1973 UK Hard Punk Heavy Rock]


VENENO RARÍSSIMO E UMA PATADA NA NUCA!!

GRAVAÇÃO HISTÓRICA, AO VIVO EM 27 DE MAIO DE 1973, NO ÚLTIMO SHOW NO ANTIGO CAVERN CLUB, EM LIVERPOOL, NA NOITE ANTERIOR À SUA DEMOLIÇÃO!! CALIBAN DETONA UM HARD ROCK PUNK DIANTE DE UM PÚBLICO PRIVILEGIADO E DESNORTEADO COM A SONZERA DOS CARAS, SOB EFEITO DE RIFFS PESADOS E UM RITMO ALUCINANTE!! É ROCK AND ROLL!! O ÁLBUM FOI LANÇADO COM UMA EDIÇÃO LIMITADA A 380 EXEMPLARES!! VENENO, RARO, HISTÓRICO E RECOMENDADO!!

A banda foi formada em Ormskirk, Nr. Merseyside, Reino Unido, em 1969, pelo vocalista Roy Smith e o guitarrista Keith Hubbard a partir dos remanescentes de sua banda recentemente dissolvida "The Rebels". Foi incluído junto com Roy e Keith, o ex-baterista dos Rebels Chris Kenny e o baixista recém-conhecido Ray Chapman.

Caliban tocou extensivamente em todo o Reino Unido, fazendo shows em universidades, clubes, grandes locais de pub rock e festivais, incluindo o festival de Windsor e várias aparições no famoso pub Greyhound em Londres, eles também fizeram outras excursões pela Europa.

Em novembro de 1972, a banda foi abordada pela gerência do Liverpool's Cavern, com o objetivo de tocar no clube, uma data foi marcada e a banda fez sua primeira aparição no Cavern em 19 de janeiro de 1973. Cinco outras apresentações se seguiram antes da apresentação final, quando o clube foi notificado do encerramento das suas atividades.

Caliban foi convidada pelo dono do Cavern Club, Roy Adams, para participar da última noite no mundialmente famoso local. A data era quinta-feira, 27 de maio de 1973. O Cavern Club fechou suas portas para sempre às 6h da sexta-feira, 28 de maio de 1973.

Essa história completa você pode conferir no blog da banda: https://caliban70sband.blogspot.com/
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An historic archival discovery. This is a live recording made at the last ever gig played at the old Cavern Club in Liverpool. Caliban rip through a set of confrontational punky hard rock in front of a partly bewildered audience, heavy riffs abound in a Deep Purple meets Third World War frenzy.

First authorized issue. Released in a mini card gatefold. Limited to 380 copies. Recorded live on stage at The Cavern, Liverpool, 27th May 1973, the night before it was demolished.

The full story can be found on the band's blog: https://caliban70sband.blogspot.com/


Drums, Lead Vocals – Chris Kenny
Lead Guitar, Vocals – Keith Hubbard
Lead Vocals, Guitar – Roy Smith
Vocals, Bass Guitar – Ray Chapman

1 It's Taken So Long 2:25
2 God Damn My Soul 4:12
3 Hard Bitten Woman 4:24
4 She's Not There 5:17
5 Up Yer Khyber 4:46
6 N.O.B 4:34
7 I Just Wanna Make Love To You 7:52
8 A Hundred Years Old (Encore) 6:19

terça-feira, 14 de dezembro de 2021

RED DIRT - Red Dirt 2 [1969-70 Hard Blues Folk Psych Rock]


UMA JÓIA RARA ACHADA NAS PROFUNDEZAS DOS PORÕES DA GRAVADORA!! QUANDO SE ACHAVA QUE A RED DIRT TINHA SÓ UM ÁLBUM...EIS QUE SURGE UM SEGUNDO ÁLBUM PERDIDO!!

O CASO É O SEGUINTE: PURAMENTE NO ACASO, UMA CAIXA DE FITAS MASTERS FOI ENCONTRADA NOS PORÕES ESCUROS DA GRAVADORA!! MUITAS DESSAS MÚSICAS DAS MASTERS ESTAVAM NO ESTÁGIO DE "MIXAGEM BRUTA", ENQUANTO OUTRAS JÁ ESTAVAM PERDENDO AS FAIXAS VOCAIS!! DIANTE DESSE MAGNÍFICO ACHADO, A GRAVADORA DECIDIU QUE AS FAIXAS ERAM BOAS E FORTES O SUFICIENTE PARA SEREM LANÇADAS COMO ESTAVAM!! FOI NECESSÁRIO APENAS ALGUNS AJUSTES, COMO LIMPEZA E EQUILÍBRIO DO ÁUDIO!! COM ISSO O VENENO ESTAVA PRONTO E IMORTALIZADO!! AQUI TEMOS UMA ÓTIMA MISTURA DE HARD, FOLK PSICODÉLICO E BLUES!! UMA SALVA DE PALMAS E O NOSSOS MAIS EFUSIVOS AGRADECIMENTOS A ESSES CARAS QUE ACHARAM ESSA RELÍQUIA E TIVERAM A SENSATEZ E A SENSIBILIDADE DE LEVAR ADIANTE ESSA PRODUÇÃO!! VENENO ALTAMENTE RECOMENDADO!!

A RARE GEM FOUND IN THE DEEPS OF THE REGISTER'S BASEMENT!!
WHEN YOU THOUGHT THAT RED DIRT HAD ONLY ONE ALBUM...HERE IS A SECOND LOST ALBUM!!

Whilst researching the re-release of the original Red Dirt album a few years back, the existence of a second unreleased Red Dirt album was discovered. Then purely by chance earlier this year, a box of master tapes hidden from view in the warehouse was stumbled across, which turned out to contain the missing master tapes. Many of the tracks had got as far as being at the 'rough mix' stage whilst a few were missing the vocal tracks. We decided that the tracks were strong enough to release as they are with merely a clean-up and balance of the sound. This is as close to the second missing album we could get, and I'm sure you won't be disappointed with what you hear. A fine mix of psychedelic folk and blues rock so typical of its period. This previously unreleased Red Dirt album features 3 Bonus tracks by Red Dirt guitarist Steve Howden's subsequent band Jude. (sealed)


01. Time To Move
02. Easy To Come By
03. Dreaming (Demo Backing Track)
04. Summer Madness Laced With Newbald Gold
05. Hard Times
06. The Last Train (Demo Backing Track)
07. For Q
08. Easy Rider (Demo Backing Track)
09. Frustration Boogie (Vocal)
10. Dreams And Nightmare Of A Plastic Ringworm
11. Directing My Imprisoned Thoughts
12. Frustration Boogie (Instrumental)

segunda-feira, 8 de novembro de 2021

REPOST: OTIS WAYGOOD BLUES BAND - Same (1970 South African Blues Prog Psych) FLAC


ATENDENDO A PEDIDOS AQUI VAI A REPOSTAGEM DESSE VENENASSO SUL AFRICANO!!! E NO FORMATO FLAC QUE É PARA CURTIR COM A MELHOR QUALIDADE POSSÍVEL!!!

MAIS UM VENENO MORTAL DESSA ÓTIMA BANDA POSTADO AQUI NO BLOG!!! AQUI O NEGÓCIO É ROCK N'BLUES PSYCH JAZZ ROCK, COM HARMONICA, SAX E MUITOS SOLOS DE FLAUTA!! UM DOS MELHORES!! IMPERDÍVEL!! VENENASSO PRA VIAJAR NO COSMOS SEM GASOLINA!! CONSUMA SEM NENHUMA MODERAÇÃO!!

Otis Waygood was a blues band comprised of Rhodesian Jews (interesting to ponder on the implications of a time when this was possible) who famously came down to Cape Town on a whim and in a battered Combi, got a “guest artist” slot at the 1969 Battle Of The Bands (apparently an annual big deal in Cape Town in those years) and became an overnight sensation for their raw, exciting, stomping blues rock. They stayed in South Africa for two years and managed to release three LP’s before various realities of the Southern African situation caught up with the band members and the band dissolved/relocated to the UK. In January 2000 the RetroFresh division of Benjy Mudie’s Fresh Records label re-released the band’s first album, Otis Waygood Blues Band (1970), on CD. All the tracks had to be digitally remastered from an original vinyl LP because, as is the case for many other South African releases of the Sixties and Seventies, the master tapes were destroyed in a fire at EMI Records’ warehouse. The wonders of the digital technology are such that to my ears RetroFresh might as well have had the master tapes to work from. Clive Calder’s 1970 production is sympathetic and the vocals and individual instruments are crystal clear and crisp, the sound mixes are good, the arrangements are inventive and one certainly gets a good idea of what the fuss was about when people raved about them as legendary live performers.


Rob Zipper: Vocals, guitars, saxophones
Ivor Rubenstein: Vocals, percussion
Leigh Sagar: Guitars, organ
Martin Jackson: Vocals, flute
Alan Zipper: Bass

01. You're Late Miss Kate [2.08]
02. Watch an' Chain [4.33]
03. So Many Ways [3.48]
04. I Can't Keep From Crying [6.03]
05. Fever [4.21]
06. Wee Wee Baby [2.50]
07. Better Off On My Own [2.59]
08. Help Me [5.01]
09. I'm Happy [2.42]
10. Devil Bones [3.15]
11. You Can Do (part 1)[4.20]
12. You Can Do (part 2)[4.30]

domingo, 17 de outubro de 2021

WOLFGANG - Eliminate Hate [1970 US Psych Acid Proto-Punk Rock with distorced steel guitar]


RARIDADE MÁXIMA 
EXCLUSIVIDADE VENENOS DO ROCK!!

DEPOIS DE MAIS DE 30 ANOS NA OBSCURIDADE SAIU UMA PEQUENA PRENSAGEM DESSE ÁLBUM INÉDITO DE UMA DAS BANDAS MAIS ENIGMÁTICA DA CENA PSICODÉLICA TEXANA, FORMADA EM PASADENA E DESCOBERTA PELO LENDÁRIO MAGNATA DO TEXAS, C.L. MILLBURN!! PRA INÍCIO DE CONVERSA A BANDA ERA LIDERADA POR NADA MAIS NADA MENOS QUE "WOLF" MIKE LONG, O MESMO GUITARRISTA E VOCALISTA DAS BANDAS "STONE AXE" E "JOSEFUS"!! A SONORIDADE É UMA MISTURA DE PUNK GARAGE DOS ANOS 60 COM A PSICODELIA TRADICIONAL DO TEXAS (PENSE EM 13th FLOOR ELEVATORS E GOLDEN DAWN), CHEIO DE STEEL GUITAR DISTORCIDA E INCOMUM!! UMA SONZEIRA DOIDA DEMAIS E QUE MERECE UM "TÉKINHO"!! VENENO RARO E MATADOR!!

Em 1970, a banda Wolfgang gravou um conjunto de canções escritas por Milburn, originalmente destinadas a demos para garantir um acordo com uma empresa maior. Oito canções foram gravadas usando o confiável reel-to-reel de duas faixas da Sony de Milburn, o mesmo que ele usou para gravar o amigo de infância Townes Van Zandt no final dos anos 60!! O grande negócio da empresa nunca aconteceu, então as fitas ficaram armazenadas nos arquivos da Sea Ell por muitos anos e Wolfgang desapareceu na névoa do tempo!! Três faixas das sessões de Wolfgang apareceram em uma compilação chamada "The History Of Texas Garage Bands" nos anos 60, Volume 1: The Sea Ell Label Story, lançada em 1994 pelo selo Collectables. Eles foram creditados a "The Wolves"!! Vários anos depois, Michael Greisman da Cicadelic Records descobriu as gravações completas de Wolfgang enquanto investigava o arquivo de fitas Sea Ell, e Milburn revelou a ele a verdadeira história por trás do projeto Wolfgang!! As gravações completas permaneceram inéditas!!

MAXIMUM RARITY 
EXCLUSIVITY FROM THE VENENOS DO ROCK BLOG!!

AFTER MORE THAN 30 YEARS IN DARKNESS, A SMALL PRESS OF THIS UNPRECEDENTED ALBUM OF ONE OF THE MOST ENIGMATIC BANDS ON THE TEXAN PSYCHEDELIC SCENE, FORMED IN PASADENA AND DISCOVERED BY THE LEGENDARY MAGNATA OF TEXAS, C.L. MILLBURN!! PRA START OF TALK THE BAND WAS LEADED BY "WOLF" MIKE LONG, THE SAME GUITARIST AND SINGER OF THE BANDS "STONE AXE" AND "JOSEFUS"!! THE SOUND IS A BLEND OF '60s PUNK GARAGE WITH TRADITIONAL TEXAS PSYCHEDELY (THINK 13th FLOOR ELEVATORS AND GOLDEN DAWN), FULL OF DISTORTED AND UNUSUAL STEEL GUITAR!! A SOUND TOO CRAZY!! RARE AND KILLER VENENO!!

After more than 30 years hidden in a dusty storage unit, Out-Sider present Eliminate Hate, the previously unreleased album from one of the most enigmatic bands from the Texas psychedelic scene, Wolfgang. An unusual blend of '60s garage-punk, Texas psychedelia (think 13th Floor Elevators or Golden Dawn), The Seeds, The Misunderstood, late era Velvet Underground, '70s era Rolling Stones and '70s pre-punk swagger. Awesome distorted steel guitar with super snotty vocals. Wolfgang were a young band from Pasadena, Texas, discovered by legendary Texas mogul C.L. Millburn. Little is known about the band and what exactly happened to them after recording this album. But, they were led by the great "Wolf", Mike Long (Stone Axe, Josefus) and they also featured an unusual steel guitar player whose electrified sound recalls Glenn Campbell at his best. In 1970, Wolfgang recorded a set of songs written by Milburn, originally intended as demos to secure a deal with a bigger company. Eight songs were taped using Milburn's trusty Sony two-track reel-to-reel, the same one he used to record childhood friend Townes Van Zandt in the late '60s. The major company deal never came so the tapes were stored at the Sea Ell archives for many years and Wolfgang disappeared in the mist of time. Three tracks from the Wolfgang sessions appeared on a compilation called The History Of Texas Garage Bands In The '60s Volume 1: The Sea Ell Label Story, released in 1994 by the Collectables label. They were credited to "The Wolves". Several years later, Michael Greisman from Cicadelic Records discovered the complete Wolfgang recordings while investigating the Sea Ell tape archive, and Milburn revealed to him the real history behind the Wolfgang project. The complete recordings have remained unreleased until now. Master tape sound; Insert with liner notes by Jeremy Cargill (Ugly Things, Got Kinda Lost)



Members
"Wolf" Mike Long (guitar, vocals)
Danny Williamson (steel guitar)
Mike Moles (drums)
Susan (vocals)

02 - Wolfgang - Black Bottom Soul
https://youtu.be/aUMTwX4herY


https://mega.nz/file/J5VR2aTA#SVu4eMBX6a9c1Y1qwmURXTWvihnJbtP-INMtLrjgAC4

sábado, 16 de outubro de 2021

GRAND THEFT - Hiking Into Eternity (1972-73 US Hard Blues Acid Rock)


VENENO MORTAL E RARO!!

BANDA AMERICANA FORMADA NO INÍCIO DOS ANOS 70 E QUE NOS PRIMÓRDIOS SE CHAMAVAM "BLUEBIRD", CUJO REPERTÓRIO ERA COVERS DOS BEATLES E COUNTRY MUSIC!! ESSE ÁLBUM É MUITO "FURIOSO", SENDO AS PRIMEIRAS 4 FAIXAS EXTRAÍDAS DE UMA DEMO ENSAIO EM 1972 COM UMA PEQUENA PLATÉIA DE AMIGOS!! AS OUTRAS 4 FAIXAS SEGUINTES FORAM FEITAS PARA UM MINI-ÁLBUM, TAMBÉM EM 1972!! JÁ AS 2 ÚLTIMAS, GRAVADAS EM 1973, SÃO DE UM INÉDITO SEGUNDO ÁLBUM QUE ACABOU NÃO SAINDO!! VENENO MUITO LOUCO, RARO E RECOMENDADO!!

RARE AND DEADLY!!
AMERICAN BAND FORMED IN THE EARLY 70'S AND WHICH WERE CALLED "BLUEBIRD" IN THE BEGINNINGS, WHOSE REPERTOIRE WAS COVERS OF THE BEATLES AND COUNTRY MUSIC!! THIS ALBUM IS VERY "FURIOUS", WITH THE FIRST 4 TRACKS EXTRACTED FROM A DEMO REHEARSAL IN 1972 WITH A SMALL AUDIENCE OF FRIENDS!! THE FOLLOWING OTHER 4 TRACKS WERE MADE FOR A MINI ALBUM, ALSO IN 1972!! THE LAST 2, RECORDED IN 1973, ARE FROM AN UNPRECEDENTED SECOND ALBUM WHICH TURNED OUT!! VERY CRAZY, RARE AND RECOMMENDED POISON!!

Considerações Part 1:
Seattle é praticamente o centro e fica entre Puget Sound de um lado e o Lago Washington do outro. No meio do lago está a cidade de Mercer Island, com uma população de 25.000 habitantes. "Rocha da pobreza" (como a Ilha Mercer é carinhosamente chamada) é um dos subúrbios mais exclusivos. Com a explosão do rock dos anos 60 e 70, Mercer Island tinha muitas bandas adolescentes locais, mas o mais lendário desses Mercer Islanders tem que ser Grand Theft que saiu praticamente de um porão escuro. Foram originalmente chamados Grand Theft Auto. Era início de 1972 e esses músicos estavam apaixonados por sons mais pesados da época como Led Zeppelin, Grand Funk, The Who e Black Sabbath. Logicamente que foram influências para sua música. Ainda há algum mistério sobre o grupo, mas vários fatos foram reunidos. Grand Theft foi liderado pela guitarra e gênio vocal de Crowbar Mahoon, que também fez a maior parte da escrita. O baixo melodódico rocksoiid foi tocado por Riley Sedgemont Hi e seu baterista foi o fenomenal PK. Skins, tratando-se de power trio dos melhores.

Os caras tocavam ao vivo apenas nas proximidades e algumas propostas de turnês foram ofertadas, mas Mahoon achou que o som da banda era muito complexo para tocar ao vivo. Com isso continuaram nas redondezas e principalmente no seu covil prinicpal que era o porão da casa de um delessentiu que seu som era muito intrincado para replicar ao vivo, então eles continuaram a ser cercados em seu covil do porão. Se tivessem saído em turN~e talvez a banda alçasse voos maiores, mas não era para ser. Então Grand Theft se contentou em tocar apenas para eles mesmos e alguns amigos, mas felizmente essas sessões foram gravadas em fitas de rolo e por isso hoje temos o prazer de poder escutar esse material muito maluco. O álbum da Grand THeft, auto intitulado, foi lançado em meados de 1972 e tornou-se uma das gravações mais cobiçadas da história daquela região. A morte da banda é intrigante, já que outros projetos de gravação estão conectados nos arquivos da fita, mas infelizmente, o álbum "It Doesn't Take Talent" nunca foi localizado, mas ao menos aqui temos as seleções do abortado "Grand Theft II".

Os caras nunca levaram a sério a questão de sucesso, tanto é verdade que brincavam de cantar e compor que a música "Scream (It’s Eating Me Alive)" é uma paródia total de "Whole Lotta Love", do Led Zeppelin, começando com um dos gritos mais escandalosamente sangrentos de todo o rock & roll!! Sem exagero nehum!! Também parodiaram "Closer to Home", do Grand Funk, embora sob o disfarce de "Closer to Herfy's", que era um popular ponto de encontro em Detroit!! Mas toda essa brincadeira foi aparentemente popular o suficiente para que a banda conseguiu vender todas as 200 cópias do álbum e aí decidiram começar a trabalhar em uma continuação, mas aí é aquilo que contei acima. O álbum acabou não saindo e as fitas também não foram mais localizadas.

Considerações Part 2:
Porque estamos diante de um setor em que a hegemonia do Black Sabbath é o que conta, mas às vezes, vendo onde as hostes eternas de Birmingham e aquele imenso firmamento dos anos 70 ampliaram sua lenda, as ramificações se alongam de tal forma que em alguns casos, o os exemplos para esta seção podem obter direções musicais um pouco diferentes. Nesse caso, não devemos ignorar a grande influência dos britânicos, e disso há algo para contar na vida de músicos mal reconhecidos naquela época como a de Grand Theft. De Washington, seguindo o padrão de muitas bandas underground da época, quase sem se apresentar em público e com um álbum autointitulado gravado em 1972, “Hiking Into Eternity” é o último “compilado”, se é que se pode chamar assim, aquele ele lançou. praticamente 25 anos depois e onde você pode ver perfeitamente as muitas gravações desses Grand Theft, confinados naquela sabedoria sonora que adoram analógico, sem nuances em sua edição para enfatizar. Pura delicatessen direto do subúrbio dos anos 70, a partir da qual além do legado do Sabbath em sua versão mais blues, se tiver que virar, e muito, a vista para o melhor Led Zeppelin ou mesmo o tontura nos momentos de MC5.

Dez faixas mágicas, que cobrem o melhor do Heavy Psych dos anos 70, e basicamente a vida musical em uma alta porcentagem de tudo que Grand Theft deu de si mesmo. Subvalorizado por muitos, outro tesouro escondido dos anos 70 que vem à tona para muitos hoje através de seções como esta, as mesmas que embasam suas doutrinas é a linhagem mais tradicional carregando um equilíbrio e a importância das bandas atuais que revisamos durante a resto da semana, nas suas principais e mais diretas fontes de alimentação da comuna liberal dos anos 70. Sim, Grand Theft são outras dessas figuras para destacar a longa história do noroeste da América do Norte. De Seattle, tudo que gerou seu cenário lucrativo, passando pela inesquecível canhota que fez sua Stratocaster cantar, sem esquecer Heart, The Sonics, até voltar aos anos 90. Washington e seus arredores sempre mostraram porque são um dos aqueles cantos do mundo com uma das melhores linhas de montagem. Uma nevralgia como o melhor movimento que vai de Seattle a Washington. Há muita história entre as duas linhas.

As curiosidades surgem quando o primeiro nome da banda passa a ser parecido com o conhecido nome do videogame Grand Theft Auto, também conhecido simplesmente como GTA. Com isso e com o encanto daquela pequena Ilha Mercer no meio do Lago Washington, de onde iriam surgir esses músicos, trazendo aquela explosão de rock, mixando 60 e 70, e com fontes de inspiração de sua parte que poderiam ir do Sabbath, Led Zeppelin , fundamental neste caso ao ouvir o álbum, The Who, ou acena para Grand Funk.

Em uma banda relutante para shows ao vivo (eles recusaram uma turnê pela América do Norte e tocaram apenas duas vezes ao vivo), eles próprios disseram que seu som era muito complexo para ser apresentado no palco. Sua única missão era se divertir com eles e as muitas gravações que surgiram daquele porão em Mercer Island. E pensar que eles vieram de um projeto paralelo chamado Bluebird, e onde essas misturas entre os Beatles e o country norte-americano lançaram os primeiros alicerces para esses músicos, seria com Grand Theft onde as correntes seriam lançadas para nos dar um dos melhores homenagens zeppelianas. Toda uma loucura sonora para absorver seus melhores riffs, curtir às vezes quando se trata daquele caos instrumental, ou a presença de algumas canções onde os norte-americanos demonstram suas muitas virtudes.

"Hiking Into Eternity" é um álbum que, como o próprio título revela, vale seu peso em ouro pela perpetuidade dos anos 70. Um daqueles grandes e mais escondidos tesouros compilados dos anos 70, para curtir o curto mas promissor legado que nós eles deixaram Grand Theft, em sua curta existência. Hoje, mais uma banda cult do rock pesado e analógico, que faz nossas sextas-feiras brilharem como a melhor trilha sonora para o fim de semana.

**OBS: Texto baseado em informações do site "lahabitacion235".


Considerations Part 1:
Seattle is practically downtown and sits between Puget Sound on one side and Lake Washington on the other. In the middle of the lake is the city of Mercer Island, with a population of 25,000. "Poverty Rock" (as Mercer Island is affectionately called) is one of the most exclusive suburbs. With the rock boom of the 60s and 70s, Mercer Island had many local teenage bands, but the most legendary of these Mercer Islanders has to be Grand Theft that came out of practically a dark basement. They were originally called Grand Theft Auto. It was early 1972 and these musicians were in love with the heavier sounds of the time like Led Zeppelin, Grand Funk, The Who and Black Sabbath. Of course they were influences for your music. There is still some mystery about the group, but several facts have been pieced together. Grand Theft was led by the guitar and vocal genius of Crowbar Mahoon, who also did most of the writing. The rocksoiid melodic bass was played by Riley Sedgemont Hi and his drummer was the phenomenal PK. Skins, being the power trio of the best.

The guys only played live nearby and some tour proposals were offered, but Mahoon thought the band's sound was too complex to play live. With that they continued in the surroundings and mainly in their main lair which was the basement of a deless's house, felt that their sound was too intricate to replicate live, so they continued to be surrounded in their basement lair. If they had gone on tour, maybe the band would have taken bigger flights, but it wasn't meant to be. So Grand Theft was content to play just for themselves and a few friends, but luckily these sessions were recorded on reel tapes and so today we are delighted to be able to listen to this very crazy material. Grand THeft's self-titled album was released in mid-1972 and has become one of the most coveted recordings in the region's history. The band's death is intriguing, as other recording projects are connected to the tape archives, but unfortunately, the album "It Doesn't Take Talent" was never located, but at least here we have the selections from the aborted "Grand Theft II ".

The guys never took the success issue seriously, so much so that they played singing and writing that the song "Scream (It's Eating Me Alive)" is a total parody of Led Zeppelin's "Whole Lotta Love", starting with a of the most outrageously bloody screams in all of rock & roll!! No exaggeration at all!! They also spoofed "Closer to Home" by Grand Funk, albeit under the guise of "Closer to Herfy's", which was a popular Detroit hangout!! But this whole joke was apparently popular enough that the band managed to sell all 200 copies of the album and then they decided to start working on a sequel, but that's what I told you above. The album ended up not coming out and the tapes were also no longer located.

Considerations Part 2:
Because we're in an industry where Black Sabbath's hegemony is what counts, but sometimes, seeing where Birmingham's eternal hosts and that immense 1970s sky have expanded their legend, the ramifications elongate to such an extent that in some cases, the examples for this section may take slightly different musical directions. In that case, we shouldn't ignore the great influence of the British, and of that there is something to tell in the lives of musicians that were barely recognized at that time like that of Grand Theft. From Washington, following the pattern of many underground bands of the time, almost without performing in public and with a self-titled album recorded in 1972, “Hiking Into Eternity” is the last “compiled”, if you can call it that, that he launched. practically 25 years later and where you can perfectly see the many recordings of these Grand Thefts, confined in that sonic wisdom that they love analogue, with no nuances in their editing to emphasize. Pure delicatessen straight from the suburbs of the 70s, from which, in addition to the Sabbath legacy in its more blues version, if you have to turn, and a lot, the view to the best Led Zeppelin or even dizziness in the moments of MC5.

Ten magical tracks, covering the best of 1970s Heavy Psych, and basically musical life in a high percentage of everything Grand Theft gave of itself. Undervalued by many, another hidden treasure from the 70s that comes to light for many today through sections like this, the very ones that support their doctrines is the more traditional lineage carrying a balance and importance of current bands that we review for the rest of the week , in its main and most direct food sources of the liberal commune of the 70s. Yes, Grand Theft is another such figure to highlight the long history of northwestern North America. From Seattle, everything that generated its profitable scenario, passing by the unforgettable left-hander who made his Stratocaster sing, without forgetting Heart, The Sonics, until returning to the 90s. Washington and its surroundings have always shown why they are one of those corners of the world with one of the better assembly lines. A neuralgia as the best movement from Seattle to Washington. There's a lot of history between the two lines.

Curiosities arise when the band's first name becomes similar to the well-known name of the video game Grand Theft Auto, also known simply as GTA. With that and with the charm of that small Mercer Island in the middle of Lake Washington, where these musicians would come from, bringing that explosion of rock, mixing 60 and 70, and with sources of inspiration on your part that could come from the Sabbath, Led Zeppelin , fundamental in this case when listening to the album, The Who, or nods to Grand Funk.

In a band reluctant to perform live (they turned down a North American tour and played only twice live), they themselves said their sound was too complex to perform on stage. His only mission was to have fun with them and the many recordings that emerged from that basement on Mercer Island. And to think that they came from a side project called Bluebird, and where these mixes between the Beatles and North American country laid the first foundation for these musicians, it would be with Grand Theft where the chains would be cast to give us one of the best Zeppelian tributes . A whole sonic madness to absorb their best riffs, enjoy sometimes when it comes to that instrumental chaos, or the presence of some songs where Americans demonstrate their many virtues.

"Hiking Into Eternity" is an album that, as the title reveals, is worth its weight in gold for the perpetuity of the 70s. One of those great and most hidden treasures compiled from the 70s, to enjoy the short but promising legacy they left us Grand Theft, in its short existence. Today, another cult band of heavy rock and analogue, which makes our Fridays shine as the best soundtrack for the weekend.

**NOTE: Text based on information from the website "lahabitacion235".


Crowbar Mahoon — guitar, vocals
Loudus Volumous — guitar
Riley Sedgemont III – bass
P.K. Skins – drms
D.B. Fader — keyboards, vocals

Log Rhythms / Meat Midgets — 7:28

domingo, 10 de outubro de 2021

DRY ICE - Dry Ice (1969 UK Psychedelic Acid Rock)


VENENO RARO, PODEROSO E DE ÓTIMA QUALIDADE!!

SONORIDADE PSYCHEDELIC ACID ROCK!! O CARA DA BANDA ERA O GUITARRISTA E VOCALISTA "PAUL GARDNER", AUTOR DE TODAS AS COMPOSIÇÕES DO GRUPO!! A BANDA ANTES ERA CHAMNADA DE "RAINBOW REFLECTION" E ABRIU SHOWS PARA BANDAS DE RENOMAE NA ÉPOCA, COMO ARTHUR BROWN, THE WHO, MARC BOLAN E YARDBIRDS!! NO FINAL DE 1968, JÁ COM O NOME DE "DRY ICE", FORAM CONVIDADOS A TOCAR NUM FESTIVAL NO ROYAL ALBERT HALL, MAS ALGO INUSITADO ACONTECEU!! LOGO APÓS A SESSÃO DE FOTOS PARA PRODUÇÃO DO CARTAZ ANUNCIANDO O SHOW, O BAIXISTA PHIL GRIFFITHS, DO NADA, DESISTE DE FAZER O SHOW E A BANDA TEVE DE PROCURAR OUTRO BAIXISTA UMA SEMANA ANTES DO GRANDE SHOW!!! AÍ APARECEU "JOHN GIBSON" QUE FOI IMEDIATAMENTE INTEGRADO A BANDA!!! DEPOIS DISSO VEIO O ÁLBUM QUE FOI GRAVADO NA IBC, EM PORTLAND PLACE, LONDRES, UMA CASA QUE ABRIGOU MUITOS LENDÁRIOS LANÇAMENTOS!!! EM ASCENSÃO, FIZERAM MUITOS SHOWS EM ALTO NÍVEL, INCLUINDO UMA TEMPORADA NO "THE STAR CLUB", EM HAMBURGO, COM A BANDA TASTE DE RORY GALLAGHER!!!

SE QUISER SABER A HISTÓRIA COMPLETA DA BANDA EM RICOS DETALHES É AQUI: https://www.psychedelicbabymag.com/2018/10/dry-ice-dry-ice-2018-review.html

RARE AND GREAT QUALITY ALBUM WITH A PSYCHEDELIC ACID ROCK SOUND!!

THE FEATURED OF THE BAND WAS THE GUITARIST AND VOCALIST "PAUL GARDNER", AUTHOR OF ALL THE COMPOSITIONS OF THE GROUP!! THE BAND BEFORE WAS CALLED "RAINBOW REFLECTION" AND HAS OPENED CONCERTS FOR CLASSIC BANDS AT THE TIME, SUCH AS ARTHUR BROWN, THE WHO, MARC BOLAN AND YARDBIRDS!! AT THE END OF 1968, ALREADY UNDER THE NAME "DRY ICE", THEY WERE INVITED TO PLAY IN A FESTIVAL AT THE ROYAL ALBERT HALL, BUT SOMETHING UNUSUAL HAPPENED!! SHORTLY AFTER THE PHOTO SESSION FOR THE PRODUCTION OF THE POSTER ANNOUNCING THE SHOW, BASSIST PHIL GRIFFITHS GIVES UP ON DOING THE SHOW AND THE BAND HAD TO LOOK FOR ANOTHER BASSIST A WEEK BEFORE THE GREAT SHOW!!! THEN APPEARED "JOHN GIBSON" WHO WAS IMMEDIATELY JOINED IN THE BAND!!! AFTER THAT CAME THE ALBUM WHICH WAS RECORDED AT IBC IN PORTLAND PLACE, LONDON, A HOUSE THAT HAS HOST MANY LEGENDARY RELEASES!!! ASCENDING, THEY HAVE MADE MANY HIGH LEVEL SHOWS INCLUDING A SEASON AT "THE STAR CLUB" IN HAMBURG WITH RORY GALLAGHER'S TASTE BAND!!!

IF YOU WANT TO KNOW THE COMPLETE BAND HISTORY IN DETAIL IT'S HERE: https://www.psychedelicbabymag.com/2018/10/dry-ice-dry-ice-2018-review.html


Jeff Novak - Vocals
Paul Gardner - Guitar, Vocals
Chris Hyrenwicz - Guitar
John Gibson - Bass
Terry Sullivan - Drums

1. Clear White Light - 3:34
2. She Gave - 3:11
3. Running To The Convent (Single Version) - 2:20
4. Fake It - 3:39
5. It's All Over Now, Baby Blue - 4:36
6. Chinese House - 5:35
7. Falling Down - 3:30
8. Good Friday - 3:35
9. Laila - 5:33
10.Nowhere To Go - 2:49
11.Untitled '67 - 3:30
12.Ashes (Demo) - 4:02
13.Running To The Convent (Demo) - 3:38
14.It's All Over Now, Baby Blue (Alternative Mix) - 4:31

sábado, 25 de setembro de 2021

DRY ICE - Mary's Meth Dream (1967-1969 US Psychedelic)


REPOST: LP EXTREMAMENTE RARO!!
EXCLUSIVIDADE DOS VENENOS
EXTREMELY RARE LP!! 
EXCLUSIVITY OF VENENOS!!

LP MUITO RARO E SEM EDIÇÃO EM CD!! A SONORIDADE É PSICODÉLICA COM ALGUNS TOQUES POP, GARAGEIRO E ÁCIDO!! O DESTAQUE JÁ COMEÇA PELO ASPECTO FÍSICO, VISTO QUE A EDIÇÃO DO LP FOI LIMITADA A APENAS 300 CÓPIAS PRENSADAS EM VINIL BRANCO E COM CAPA DE 200g!! JÁ SOBRE A MÚSICA, AS 14 FAIXAS FORAM GRAVADAS ENTRE 1967 E 1969 E NO GERAL AS MÚSICAS SÃO MUITO BOAS, A QUALIDADE DELAS TAMBÉM!! NA VERDADE É PSICODELIA SEM MUITA VIAGEM E COM CANÇÕES MUITO BOAS E AGRADÁVEIS!! SE VOCÊ GOSTA DE BOA PSICODELIA DOS ANOS 60 AO ESTILO PARECIDO COM BANDAS COMO JULY E KALEIDOSCOPE ESSE É UM VENENO ALTAMENTE RECOMENDADO TANTO PELA RARIDADE COMO PELA BOA MÚSICA!!

RIPPED LP POSTAGE AND WITH GREAT QUALITY!! PSYCHODELIC SOUND WITH SOME POP, GARAGE AND ACID TOUCHES!! THE HIGHLIGHTS ALREADY START WITH THE PHYSICAL APPEARANCE, AS THE EDITION OF THE LP WAS LIMITED TO JUST 300 COPIES PRESSED ON WHITE VINYL AND WITH A 200g COVER!! ABOUT THE MUSIC, THE 14 TRACKS WERE RECORDED BETWEEN 1967 AND 1969 AND OVERALL THE SONGS ARE VERY GOOD, THEIR QUALITY TOO!! ACTUALLY IT IS PSYCHODELIA WITHOUT A LOT OF TRAVEL AND WITH VERY GOOD AND ENJOYABLE SONGS!! IF YOU LIKE GOOD PSYCHODELY FROM THE 60'S TO A STYLE RELATED TO BANDS LIKE JULY AND KALEIDOSCOPE THIS IS A POISON HIGHLY RECOMMENDED BOTH FOR THE RARITY AND FOR THE GOOD MUSIC!

A música "Mary Is Alone" poderia ter sido o tema de encerramento de um filme assustador de drogas com uma letra que diz o seguinte: "mary está sozinha e quer viver, mas tudo que ela vê é a morte. mary está sozinha e quer viver, mas tudo que ela vê é metanfetamina ..."

The music "Mary is alone" could've been the ending theme for an awesome drug scare film, "mary is alone and wants to live but all she sees is death/mary is alone and wants to live but all she sees is meth..."


01. Mary Is Alone. 1:56
02. Ocean. 3:29
03. Sunny Day. 3:20
04. Mr. Sawyer. 3:11
05. Eyesight to the Blind. 2:23
06. I Saw Her Standing There. 3:16
07. Let's Go Down. 2:38
08. Mary Is Alone. 2:39
09. Oh Darling. 3:36
10. Lucy Mae. 2:26
11. Sweet Little Sue. 2:11
12. Sunny Day. 2:45
13. Ocean. 3:22
14. Mary Is Alone. 3:56


quarta-feira, 15 de setembro de 2021

GOLD - Mission Rock [1971 USA Hard Psych Blues Rock]


BANDA AMERICANA FORMADA EM 1967 EM SAN FRANCISCO QUE COMEÇOU COMO UMA BANDA DE GARAGEM!! FOI DISSOLVIDA EM 1973!! MISSION ROCK FOI GRAVADO AO VIVO EM 1971 NA RÁDIO KSAN DE SAN FRANCISCO, COM EXCELENTE QUALIDADE DE ÁUDIO E SIMILAR AO ESTÚDIO!! ELES LENTAMENTE SE DESENVOLVERAM E EM 1971 ERA UMAS DAS BANDAS MAIS QUENTES DE SAN FRANCISCO, MAS AINDA SEM NENHUM LP!! O DESEMPENHO CHAMOU A ATENÇÃO DO PRODUTOR BILL GRAHAM QUE CONTRATOU OS CARAS PARA ABRIR UM SHOW NO FILLMORE WEST PAR MIKE BLOOFIELD!! MAIS TARDE, NESSE MESMO ANO, ELES ABRIRAM SHOWS EM WINTERLAND PARA TEN YEARS AFTER, BIG BROTHER & THE HOLDING COMPANY E HOT TUNA!! VALE LEMBRAR QUE NO ANO ANTERIOR ELES APARECERAM EM UM SHOW DA BIG BROTHER E FULL TILT BOOGIE COM JANIS JOPLIN NOS VOCAIS DAS DUAS BANDAS EM UMA FESTA DOS HELL'S ANGELS, EMN SAN RAFAEL!!

GOLD CONTAVA COM DOIS CANTORES NOTÁVEIS, ROBIN SINCLAIR, QUE ANTERIORMENTE ERA VOCALISTA NA BANDA "SALOOM-SINCLAIR", E BOB GOLDE, O MESMO QUE INTERPRETOU "BERGER" NA PRODUÇÃO DE CHICAGO PARA O FILME "HAIR"!! O BATERISTA, ROY GARCIA, ANTERIORMENTE ARA DA BANDA "FOX"!! MAS COM TUDO ISSO, ÁLBUM NÃO FOI PRODUZIDO NA ÉPOCA!! SOMENTE 32 ANOS DEPOIS É QUE FOI PRODUZIDO E LANÇADO O TÃO ESPERADO ÁLBUM QUE GRAHAM LUTOU TANTO!! QUANTO A SONORIDADE É UM MATERIAL COM GUITARRAS POTENTES, UMA PODEROSA SEÇÃO DE RITMOS LATINOS, PERCUSSÃO MARCANTE, VOCAIS FORTES, BLUES, ACID ROCK E TOQUES SUTIS DO FUNK, SOUL MUSIC E REPRESENTA UMA PERFORMANCE IMPRESSIONANTE, PRINCIPALMENTE A PARTE INSTRUMENTAL!! A BANDA ERA NITIDAMENTE INLFLUENCIADA POR BANDAS COMO "QUICKSILVER MESSENGER SERVICE", "SANTANA" E "BIG BROTHER & THE HOLDING COMPANY"!! VENENO ALTAMENTE RECOMENDADO!!

Mission Rock was recorded live in San Francisco 1971 (excellent studio sound quality) -- music ranges in the early Quicksilver/Santana/Big Brother & The Holding Company style -- (68 minutes) unreleased material! Gold in 1971 was one of the hottest bands in S.F. still without an LP. Bill Graham was booking the band to open shows for Ten Years After, Big Brother and the Holding Company, Mike Bloomfield....., with the hope and the support for an LP release. Now finally after 32 years here is the album Graham would have liked to hear. Country Joe McDonald took a personal interest in the band and worked with them on a number of projects ö on this CD he wrote 2 of the 13 songs, which he had never performed with Country Joe & the Fish. The very talented guitarists Ed Scott/ Joe Bajza remind often to 'John Cipollina' founded Gold in 1967/68. Gold vocalist on Mission Rock Robin Sinclair was of the same cut of female singer of the time in the style of a 'Janis Joplin' -- an experienced professional who had recorded two LP's on Cadet Concept/Chess as part of a group called Saloom -- Sinclair and the Mother Bear. The music itself is very powerful in rhythm section with congas, two acid jamming guitars and vocals a la Janis that make this CD to an absolute must for all Hippie and S.F. Sound fans. Contains bio, great photos and underground S.F. posters. The CD was produced with friendly support of Country Joe McDonald. (from label bio)

Gold started out as a San Francisco and Daly CIty garage band. They slowly developed into a top notch performing group that caught the attention of Bill Graham. Bill had them appear at an audition night then hired them to open a Fillmore-West show for Mike Bloomfield. Later that same year they opened shows at Winterland for Ten Years After, Big Brother and the Holding Company and Hot Tuna. The year before they appeared on a show with Loose Gravel and Mike Wilhelm, Big Brother and Full Tilt Boogie with Janis Joplin singing with both bands at a Hell's Angels party in San Rafael.

Gold acquired the services of two outstanding singers - Robin Sinclair previously with Saloom-Sinclair and Bob Golden who played Berger in the Chicago production of HAIR. The band also featured outstanding guitar work from Joe Bajza and founder Ed Scott. along with controversial bassist Chico Moncada. Former Fox drummer Roy Garcia added much to the Gold Sound.


Bass – Chico Moncada
Congas – Sebastian Nicholson
Drums – Roy Garcia
Lead Guitar – Joe Bajza
Percussion – Ron Cabral
Remastered By – Winnie Leyh
Rhythm Guitar – Ed Scott
Vocals – Robin Sinclair

01 - All Right 4:50
02 - Livin' High 4:10
03 - Can't Get Enough 5:19
04 - 40 Days Blues 3:09
05 - Piece Of Your Action 5:57
06 - Filet Of Soul 6:08
07 - You Can't Judge Me 5:21
08 - Good Old Wagon 4:28
09 - Frisco Kid 5:00
10 - Good Things Coming 9:07
11 - Conquistadores 7:54
12 - Home Cookin' Woman 4:50
13 - Summer Dresses 2:12

domingo, 12 de setembro de 2021

UMBRA - Same [USA Denver Hard Psych Acid Rock]


BANDA AMERICANA FORMADA EM 1969 POR ESTUDANTES, SENDO O ÁLBUM O PRIMEIRO LANÇAMENTO DE UM POWER TRIO DE ROCK PESADO INFLUENCIDO PELO ACID ROCK QUE ESTAVA ATIVO EM DENVER DURANTE OS ANOS DE 1971-72!! AQUI TEMOS MATERIAL DE ARQUIVO COM GRAVAÇÕES PRODUZIDAS A PARTIR DE FITAS DE BOBINAS, OS CHAMADOS REEL-TO-REEL, DE 2 E 4 TRILHAS GRAVADAS NA CASA DE UM DOS MEMBROS DA BANDA!! VALE DIZER QUE O LP, QUE TEM PRODUÇÃO LIMITADA, VEM COM UM LIVRETO CONTENDO 8 PÁGINAS COM FOTOS, LETRAS E HISTÓRIA DA BANDA!! A SONORIDADE É UMA MISTURA DE FUZZ, FREAK E ACID ROCK PESADO, GARAGEIRO E CRU COMO DEVE SER AS GRAVAÇÕES CASEIRAS!!

Steve Faulkner, que ocupou a cadeira de baterista da banda (por um tempo), descreve a Umbra como "um grupo jam progressivo e psicodélico". Steve lembrou que as faixas foram colocadas em um gravador de 4 e 2 canais e gravadas na casa de um membro da banda (o que eu obtive a partir de informações de bits, essas faixas datam de 71-72). A maioria dos membros da banda era de escolas secundárias locais de Denver, com exceção de Nick Melliadis, que veio de Nova York. O nome Umbra foi escolhido pela banda enquanto examinava o dicionário - um exercício comum com bandas naquela época (e talvez até agora). “Umbra se traduz em "sombra na lua", afirmou Steve. “Queríamos um nome que fosse curto, misterioso, fácil de lembrar e que soasse legal.”

O grupo original era composto por Steve na bateria, Eric Frazee na guitarra e Terry Lewis no baixo. Eles se juntaram um pouco mais tarde aos irmãos gêmeos Gary e Larry Mann. Larry saiu em 1971. Nick Melliadis (também conhecido por Nick Stoner) juntou-se à Umbra no final daquele ano. Nick tocou guitarra, gaita e cantou os vocais principais com Gary. Gary iria embora no final de 1974 ou início de 1975. Parece que a banda se desintegrou lentamente depois disso. As informações sobre essa banda são escassas na Internet, o que torna esta descoberta bem-vinda e um lançamento valioso. Você não vai achar que esta gravação é de última geração, mas vai ouvir e experimentar música crua e espontânea enquanto ela acontece. Isso foi influenciado por drogas? Claro que sim!!

O que estava disponível para sonhadores de hard rock desconhecidos como Umbra em Denver em 1971-72? Shows de fim de semana. Nada além de shows de fim de semana. Mas havia uma vantagem nisso: bandas como Umbra podiam misturar material original com covers e ganhar dinheiro suficiente para sobreviver. Ou, no caso da Umbra, para ganhar dinheiro suficiente para construir um estúdio caseiro, onde gravassem anúncios para promover seus próximos shows - e, eventualmente, gravassem as oito faixas desse disco. Tudo foi gravado ao balançar as faixas para frente e para trás entre gravadores de fita bobina a bobina de duas e quatro trilhas. Introduções espaciais e efeitos estranhos foram criados gravando licks de guitarra e, em seguida, regravando-os, reproduzidos ao contrário em velocidade dupla. O que soa como uma flauta foi o resultado de soprar por cima de um pescoço de ganso de 14 ”(acredite ou não).

🔊🔊🔊🔊🔊🔊🔊🔊🔊🔊🔊🔊

AMERICAN BAND FORMED IN 1969 BY STUDENTS AND THE ALBUM WAS THE FIRST RELEASE OF A HEAVY ROCK POWER TRIO INFLUENCED BY ACID ROCK WHICH WAS ACTIVE IN DENVER DURING THE YEARS 1971-72!! HERE WE HAVE ARCHIVE MATERIAL WITH RECORDINGS PRODUCED FROM 2 AND 4 TRACK REEL TAPES RECORDED IN THE HOME OF ONE OF THE BAND MEMBERS!! IT IS WORTH SAY THAT THE LP, WHICH HAS LIMITED PRODUCTION, COMES WITH A BOOKLET CONTAINING 8 PAGES WITH PHOTOS, LYRICS AND THE BAND HISTORY!! THE SOUND IS A MIXTURE OF FUZZ, FREAK AND HEAVY ACID ROCK, GARAGEIRO AND RAW AS HOME RECORDINGS SHOULD BE!!

Originally recorded in the early 70s, but never officially released. This first time issue 2019, though the year on the CD package says 2018. Comes in a digi-pak with a 16-page informative insert booklet. TRACKS: Jupiter Probe, C. Mr. Me, Harp Strings, Denver Over Glide, Ho Pideous, Bloon-Moan, Ides, and Siberia. DESCRIPTION: Umbra was founded in 1969 in Denver, Colorado and continued to solidify into 1970. Steve Faulkner, who held down the drummer’s chair in the band (for awhile), describes Umbra as “a progressive, psychedelic, jam group”. I had the privilege of listening to the band’s “garage” recordings from that period and have to say this was a very diverse and talented ensemble (this release is the set of recordings he heard). Steve recalled that the tracks were put down on a 4-track and a 2-track recorder and recorded at a band member’s home (what I gather from bits information, these tracks date from 71-72). Most of the band members were from local Denver area high schools with the exception of Nick Melliadis who came from New York.

Steve attended South High School which wasn’t a good fit for him back then. “I didn’t care much for high school so I dropped out to pursue my music.” It was a decision that worked very well for Steve. He did achieve his GED, but more importantly acquired a rich and deep education in music with his adventures from Umbra up to the present day (his website is where I picked up most of this information). The name Umbra was selected by the band while perusing the dictionary – an exercise common with bands back then (and maybe even now). “Umbra translates to ‘shadow on moon’,” stated Steve. “We wanted a name that was short, mysterious, easy to remember, and sounded cool.” The original group was comprised of Steve on drums, Eric Frazee on lead guitar, and Terry Lewis on bass.

They were joined a little later on by twin brothers Gary and Larry Mann. Larry left in 1971. Nick Melliadis (alias Nick Stoner) joined Umbra later that year. Nick played guitar, harmonica, and sang lead vocals with Gary. Gary would leave in late 1974 or early 1975. Seems the band slowly disintegrated after that. Information on this band is in short supply on the Internet, which makes this a welcome discovery and valuable release. You won’t find this a state of the art recording, but you will hear and experience raw and spontaneous music as it happened. Was this influenced by drugs? Hell, yes!!!

What was available to unknown hard rocking dreamers like Umbra in Denver in 1971-72? Weekend gigs. Nothing but weekend gigs. But there was an upside to that: bands like Umbra could mix original material in with covers, and make enough money to survive. Or in the case of Umbra, to make enough money to build a home studio, where they recorded ads to promote their upcoming shows—and eventually, laid down the eight tracks on this disc. Everything was recorded by bouncing tracks back and forth between two-track and four-track reel-to-reel tape recorders. Spacey intros and weird effects were created by recording guitar licks, then re-recording them played backwards at double speed. What sounds like a flute was the result of blowing over the top of a 14” goose neck (believe it or not).


01 - Jupiter Probe
02 - C. Mr. Me
03 - Harp Strings
04 - Denver Over Glide
05 - Ho Pideous
06 - Bloon-Moan
07 - Ides
08 - Siberia

sábado, 11 de setembro de 2021

ROCK AND ROLL GOLDMINE - The obscure side of the rock


Escutem o meu programa ROCK N ROLL GOLDMINE na RST RÀDIO ROCK, às 21 horas, onde rola muitas raridades, só venenos poderosos e bandas obscuras do rock dos anos 60 e 70!! São mais de 2 horas de programação só com o melhor do bom, velho e obscuro rock and roll!!

O ROCK N ROLL GOLDMINE É TODOS OS SÁBADOS ÀS 21 HORAS E AINDA TEM O PODCAST DO PROGRAMA NO SITE DA RST RADIO ROCK!!
CUIDADO: Pode haver turbulência, mas a viagem é boa!!

ROCK N ROLL GOLDMINE

Produção e apresentação: Luiz Carlos Menegon
Idealizador e proprietário do blog VENENOS DO ROCK


Listen my programa ROCK AND ROLL GOLDMINE in the RST RADIO ROCK, at 09:00 pm (Brazil time), with many rarities and obscure rock bands of the 60s and 70s!! There will be 2 hours of programming only with the best of good, old and obscure rock and roll!!

ROCK N ROLL GOLDMINE IS EVERY SATURDAY TO 09:00 PM (BRAZIL TIME) AND HAS THE PODCAST OF THE PROGRAM ON THE RST RADIO ROCK WEBSITE!! CAUTION: There may be turbulence, but the trip is good!!

ROCK N ROLL GOLDMINE

Production and presentation:
Luiz Carlos Menegon
Founder and owner in the blog VENENOS DO ROCK