domingo, 4 de dezembro de 2022

EXPEDITION - Live 1971 [Rare Canada Blues Rock]


RARIDADE MÁXIMA!!
MUITO BOA BANDA CANADENSE FUNDADA EM 1968 E QUE NUNCA GRAVOU UM ÁLBUM DE ESTÚDIO, APENAS ESSE AO VIVO DURANTE APRESENTAÇÃO NA UNIVERSIDADE "OLD MONTREAL COLLEGE", EM 22/11/1971, PARA UM PEQUENO E ENTUSIASMADO PÚBLICO FORMADO POR ESTUDANTES!!! O MELHOR DA HISTÓRIA É QUE O ENGENHEIRO DE SOM "PETER TESSIER" GUARDOU TODO ESSE MATERIAL E ATRAVÉS DE FINANCIAMENTOS CONSEGUIU GRAVAR ESSE ÁLBUM LIVE, PRIVADO E COM UMA TIRAGEM MUITO PEQUENA!!! HOJE EM DIA NÃO PRECISA DIZER QUE SE TORNOU UMA RARA IGUARIA DO ROCK!!! A SONORIDADE DOS CARAS ERA BLUES ROCK AO ESTILO DE BANDAS QUE OS INSPIRAVAM, COMO SAVOY BROWN, CHICKEN SHACK E FLEETWOOD MAC!!! A BANDA TINHA COMO LÍDER O TALENTOSO GUITARRISTA "JEAN MILLAIRE", QUE ANTERIORMENTE ERA DA ÓTIMA BANDA "OFFENBACH"!!! SE SEPARARAM EM 1974 E FICOU SÓ NISSO!!! INFELIZMENTE!!!

MAXIMUM RARITY!!
GOOD CANADIAN BAND FOUNDED IN 1968 AND THAT NEVER RECORDED A STUDIO ALBUM, ONLY THIS ONE LIVE DURING THE PRESENTATION AT THE UNIVERSITY "OLD MONTREAL COLLEGE, ON 11/22/1971, FOR A SMALL AND ENTHUSIASMED PUBLIC FORMED BY STUDENTS!!! THE BEST OF THE THE STORY IS THAT THE SOUND ENGINEER "PETER TESSIER" SAVED ALL THIS MATERIAL AND THROUGH FINANCING HE WAS MANAGED TO RECORD THIS PRIVATE LIVE ALBUM WITH A VERY SMALL ISSUE!!! TODAY IT HAS BECOME A MEGA RARITY!!! THE GUYS' SONORITY WAS BLUES ROCK IN THE STYLE OF BANDS THAT INSPIRED THEM, LIKE SAVOY BROWN, CHICKEN SHACK AND FLEETWOOD MAC!!! THE BAND HAD AS A LEADER THE TALENTED GUITARIST "JEAN MILLAIRE", WHO WAS PREVIOUSLY WITH THE GREAT BAND "OFFENBACH"!!! 1974 AND IT STOPPED ON THAT!!! UNFORTUNATELY!!!


Jean Millaire - guitar
Richard Desaulniers - bass
Jocelyn Lapierre - drums
Pierre Bourdon - lead vocals
Gilles Hamel - keyboards

1) Don't Know 'Bout You - 3.29
2) Ain't Got No Money - 3.12
3) Miles Away - 3.52
4) Talkin Blues - 9.23
5) Tomorrow - 3.47
6) Wade In The Water - 4.30
7) Turn On Your Love Lite - 13.47
(b) Shake Rattle And Roll (c) Kakakekikeki (d) Stakaok

sexta-feira, 25 de novembro de 2022

TSEE MUD - LSD Bacro [1969-71 Venezuela Psych Hard Acid Rock]


NÃO CONSUMAM COM MODERAÇÃO!!

JUNTO COM A BANDA "LADIES WC" ESSA É UMA DAS BANDAS MAIS IMPORTANTES DO HARD PSYCH ROCK DOS ANOS 60-70 DA VENEZUELA!! A BANDA LANÇOU APENAS ALGUNS SINGLES E FEZ MUITOS GRANDES SHOWS AO VIVO!! COMEÇARAM USANDO O NOME DE "LSD", PASSARAM PARA "TSEE MUD" E FINALMENTE PARA "BACRO"!! JOSEITO ROMERO ERA O CARA DA BANDA E UM DOS NOMES MAIS IMPORTANTES DO ROCK VENEZUELANO!! MOROU NOS ESTADOS UNIDOS E FEZ PARTE DA BANDA "THE DEL-VIKINGS"!! FOI FORTEMENTE INFLUENCIADO PELOS DEUSES DA GUITARRA DA SUA ÉPOCA, COMO JIMI HENDRIX E ERIC CLAPTON NA SUA ERA DO CREAM!! ESSAS INFLUÊNCIAS ESTÃO POR TODO ESSE ÁLBUM!! A SONORIDADE AQUI SÃO FAIXAS PSICODÉLICAS PESADAS COM GUITARRAS FUZZ INCRÍVEIS E FORTES PITADAS DO ACID ROCK!! NOTA-SE MUITO A INFLUÊNCIA DE HENDRIX NAS FAIXAS DA "LSD", MAS O VOCAL É UM POUCO FRACO PARA AS CANÇÕES!! JÁ NA PARTE DA "BACRO" ISSO FOI SOLUCIONADO SIMPLESMENTE DISPENSANDO OS VOCAIS!! AS MÚSICAS MAIS COMPLETAS E PRODUZIDAS FICAM POR CONTA DA "TSEE MUD"!! VENENO RARO E RECOMENDADO!!

ABAIXO UM PEQUENO RESUMO DO ÁLBUM E DA BANDA:

As músicas desta coleção são retiradas de todos os três projetos venezuelanos de Romero. LSD foi o primeiro do lote, e as músicas refletem muita influência de Hendrix, tanto no tom meloso da guitarra quanto nos vocais lânguidos. As músicas não são ruins musicalmente, com “When I Was a Boy” oferecendo um bom tom de guitarra áspero e “One Day to the Week” trabalhando bastante fuzz na mixagem. Ambas as músicas são prejudicadas por vocais fracos, no entanto. Nenhum cantor é especificado nas notas do encarte, então presumivelmente esta é a voz de Romero, e ele simplesmente não está à altura da tarefa de lutar com as guitarras furiosas e a seção rítmica implacável. Especialmente em “One Day to the Week”, seus gritos de “Save me baby!” sair como cômico mais do que qualquer outra coisa.

As cinco músicas da última banda de Romero, Bacro, evitam essa armadilha em particular simplesmente dispensando os vocais. Isso não foi por escolha; de acordo com as excelentes e extensas notas do encarte, as bandas recém-formadas simplesmente não haviam localizado um cantor adequado no momento em que gravaram essas faixas básicas e, portanto, permaneceram inéditas até agora. No entanto, eles são sólidos e às vezes excelentes. “I Am a Happy Man” é um destaque particular, com seu ritmo agitado e arabescos hábeis. “Abaixo a Guerra” é quase tão envolvente.

Provavelmente as músicas mais completas aqui, tanto em termos de composição quanto de produção, são as quatro faixas de Tsee Mud. Com Jesus Toro recrutado para os vocais desta vez, as canções são (ligeiramente) menos derivadas e mais dominantes, enquanto o conjunto tocando é mais forte do que qualquer outra coisa aqui. Romero arrasa muito bem em "Amandote Esta Dios" e "Qual é o problema com você, Jane?" enquanto "Mundo" fornece a performance vocal mais forte de todo o álbum.
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DO NOT CONSUME IN MODERATION!!

ALONG WITH THE BAND "LADIES WC" THIS IS ONE OF THE MOST IMPORTANT BANDS IN HARD PSYCH ROCK FROM THE 60'S-70'S IN VENEZUELA!! THE BAND JUST RELEASED A FEW SINGLES AND PLAYED A LOT OF GREAT LIVE SHOWS!! THEY STARTED USING THE NAME "LSD", PASSED TO "TSEE MUD" AND FINALLY TO "BACRO"!! JOSEITO ROMERO WAS THE MAIN LEADER OF THE BAND AND ONE OF THE MOST IMPORTANT NAMES IN VENEZUELAN ROCK!! LIVED IN THE UNITED STATES AND WAS PART OF THE BAND "THE DEL-VIKINGS"!! HE WAS HEAVY INFLUENCED BY THE GUITAR GODS OF HIS TIME, LIKE JIMI HENDRIX AND ERIC CLAPTON IN THEIR CREAM ERA!! THESE INFLUENCES ARE ALL OVER THIS ALBUM!! THE SONORITY HERE IS HEAVY PSYCHEDELIC TRACKS WITH INCREDIBLE FUZZ GUITARS AND STRONG SPITS OF ACID ROCK!! THE INFLUENCE OF HENDRIX IN THE "LSD" TRACKS IS VERY NOTICEABLE, BUT THE VOCAL IS A LITTLE WEAK FOR THE SONGS!! ALREADY IN THE "BACRO" PART THIS WAS SOLVED BY SIMPLY DISPENSING THE VOCALS!! THE MOST COMPLETE AND PRODUCED SONGS ARE ON THE ACCOUNT OF "TSEE MUD"!! RARE AND RECOMMENDED POISON!!

BELOW A SMALL SUMMARY OF THE ALBUM AND THE BAND:

Venezuelan fuzz-rock outfit Tsee Mud was the brainchild of guitarist José Romero, who made his name in the 1960s playing in local bands like LSD and Bacro (whose meager output of recorded music is all included in this compilation) and in the US by a stint with the Del-Vikings. Romero was heavily influenced by the guitar gods of his day, namely Jimi Hendrix and Cream-era Eric Clapton, and those influences are all over this disc. It’s easy to forget—at least for Americans—that the cultural inventiveness and upheaval of the era spread far beyond the Anglo-American sphere, but Tsee Mud and Romero’s other projects provide ample evidence that the gospel of rock spread deep into Latin America, long before the internet made everything ubiquitous.

The songs on this collection are taken from all three of Romero’s Venezuelan projects. LSD was the first of the lot, and the tunes reflect plenty of Hendrix influence, both in the syrupy guitar tone and the languid vocals. The songs aren’t bad musically, with “When I Was a Boy” offering a nice scratchy guitar tone, and “One Day to the Week” working plenty of fuzz into the mix. Both songs are let down by weak vocals, however. No singer is specified in the liner notes, so presumably this is Romero’s voice, and he just isn’t up to the task of battling with the raging guitars and relentless rhythm section. Especially on “One Day to the Week,” his yelps of “Save me baby!” come off as comical more than anything else.

The five tunes from Romero’s last band, Bacro, avoid this particular pitfall by simply dispensing with vocals altogether. This wasn’t by choice; according to the excellent, extensive liner notes, the newly-formed bands simply hadn’t located a suitable singer by the time they recoreded these basic tracks, and so they have remained unreleased until now. Nonetheless, they are solid and sometimes excellent. “I Am a Happy Man” is a particular standout, with its chugging rhythm and dexterous fretwork. “Down with the War” is nearly as engaging.

Probably the most complete songs here, in terms of both composition and production, are the four tracks from Tsee Mud. With Jesus Toro recruited for vocals this time, the songs are (slightly) less derivative and more commanding, while the ensemble playing is stronger than anything else here. Romero shreds nicely on both “Amandote Esta Dios” and “What’s the Matter with You Jane?” while “Mundo” provides the strongest vocal performance on the entire album.


Joseito Romero (guitarra)
Luis Emilio Mauri (baixo)
Raul Rivas (bateria)
Jesus Toro (vocal)

01) LSD - When I Was A Boy 2:45
02) Tsee Mud - Amandote Esta Dios 5:07
03) Tsee Mud - Waht's The Matter With You Jane 3:07
04) Bacro - I Am A Happy Man 4:48
05) Bacro - If You Want To Be Aliue 5:06
06) LSD - One Day To The Week 3:27
07) Bacro - Down With The War 4:17
08) Tsee Mud - This Natural Place 4:30
09) Tsee Mud - Mundo 2:46
10) Bacro - Odelin 4:08

terça-feira, 27 de setembro de 2022

AZNA DE L'ADER - Zabaya [1970 Niger Afro Psych Acid Rock]


ALTÍSSIMA RARIDADE!!

BANDA NIGERIANA VENENOSA COM SOLOS INTENSOS E ESTRIDENTES, GUITARRA FUZZY E BATERIA PULSANTE!! AZNA DE L'ADER FOI A BANDA NIGERIANA MAIS PSICODÉLICA DE TODOS OS TEMPOS. A BANDA ERA LIDERADA POR "NIGER MONA", CONHECIDO POR SUAS ROUPAS EXTRAVAGANTES E SUA GUITARRA INSPIRADAS EM HENDRIX!! É ROCK AND ROLL COM UMA MISTURA DE ROCK OCIDENTAL COM RITMOS LOCAIS!! O NOME É INSPIRADO EM "AZNA", UMA REFERÊNCIA ÀS RELIGIÕES ANIMISTAS PRÉ-ISLÂMICAS DA ÁREA CENTRAL DA NIGÈRIA E À MÚSICA INDUTORA DE TRANSE DOS CULTOS DE POSSESSÃO "BORI"!! A BANDA NUNCA TINHA LANÇADO NENHUMA GRAVAÇÃO, MAS AGORA SAIU ESSA COMPILAÇÃO DESTACANDO AS ÚNICAS GRAVAÇÕES COMPILADAS DOS ARQUIVOS DA RADIO NIGER (ORTN)!! CONSUMAM SEM NENHUMA MODERAÇÃO!!

Embora não sejam muito conhecidos fora de seu país, Azna de L'Ader é uma das bandas de rock pioneiras da Nigéria. Eles tocam juntos em diferentes formações há mais de 40 anos, principalmente na região de Tahouar. A música de Azna é uma visão chocante do rock psicodélico dos anos 1970, incluindo solos de guitarra fortemente fuzzy e percussão estrondosa, que vive em uma esfera estilística semelhante à de Zamrock. A banda é liderada por Mona, um guitarrista afiado que tem sido seu único membro constante ao longo das décadas e foi apelidado de “Hendrix do Saara”. Apesar de ter grande destaque na área, eles nunca gravaram um álbum por falta de estúdios. A Sahel Sounds lançou agora Zabaya, o primeiro lançamento oficial de Azna de L'Ader. O disco de 8 músicas compila destaques das gravações da banda restauradas dos arquivos da Radio Niger (ORTN).

Falando sobre as influências ocidentais em sua música, Mona explica que tudo está ligado aos seus ancestrais nas notas do álbum: “Quando os europeus levaram os negros como escravos nos EUA, nossos ancestrais trouxeram sua cultura com eles. Eles misturaram sua música com instrumentos modernos, e criaram o blues, e isso inventou o rock ‘n’ roll, o rhythm and blues, o jazz e tudo mais. O blues vem daqui. Cantamos, choramos e entramos em transe. Fazemos Bori, fazemos Voodoo. Nossos ancestrais trouxeram isso para os EUA. Pouco a pouco, a música conquistou a todos.”

Agora com 72 anos, Mona atua como diretor musical da banda orientando um novo grupo de jovens músicos que compõem a nova Azna de L’Ader. Zabaya já está disponível em vinil e Bandcamp via Sahel Sounds. A edição em vinil vem com um livro de fotos e encarte.

HIGHLY RARITY!!

EXCELLENT NIGERIAN BAND WITH INTENSE AND STRIKING SOLOS, FUZZY GUITAR AND PULSE DRUMS!! AZNA DE L'ADER WAS THE MOST PSYCHEDELIC NIGERIAN BAND OF ALL TIME. THE BAND WAS LEADED BY "NIGER MONA", KNOWN FOR HIS FANTASTIC CLOTHES AND HENDRIX INSPIRED GUITAR!! IT'S ROCK AND ROLL WITH A MIX OF WESTERN ROCK WITH LOCAL RHYTHMS!! THE NAME IS INSPIRED BY "AZNA", A REFERENCE TO THE PRE-ISLAMIC ANIMIST RELIGIONS OF CENTRAL AREA OF NIGERIA AND THE TRANCE-INDUCTING MUSIC OF THE "BORI" POSSESSION CULTS!! THE BAND HAS NEVER RELEASED ANY RECORDINGS BUT NOW THIS COMPILATION HAS BEEN OUTSTANDING THE ONLY RECORDINGS COMPILED FROM THE RADIO NIGER (ORTN) ARCHIVES!! CONSUME WITHOUT ANY MODERATION!!

Although they are not well known outside their country, Azna de L'Ader is one of Nigeria's pioneering rock bands. They have been playing together in different formations for over 40 years, mostly in the Tahouar region. Azna's music is a shocking take on 1970s psychedelic rock, including heavily fuzzy guitar solos and thunderous percussion, which lives in a similar stylistic realm to that of Zamrock. The band is led by Mona, a keen guitarist who has been its only constant member over the decades and has been dubbed the “Hendrix of the Sahara”. Despite having great prominence in the area, they never recorded an album for lack of studios. Sahel Sounds has now released Zabaya, the first official release of Azna de L'Ader. The 8-song disc compiles highlights of the band's recordings restored from the Radio Niger (ORTN) archives.

Talking about the Western influences in her music, Mona explains that it's all tied to her ancestors in the album's liner notes: “When Europeans took black people as slaves to the US, our ancestors brought their culture with them. They mixed their music with modern instruments, and they created the blues, and that invented rock 'n' roll, rhythm and blues, jazz and everything in between. The blues come from here. We sing, we cry and we go into a trance. We do Bori, we do Voodoo. Our ancestors brought this to the US. Little by little, the music conquered everyone.”

Now 72, Mona serves as the band's music director guiding a new group of young musicians who make up the new Azna de L'Ader. Zabaya is now available on vinyl and Bandcamp via Sahel Sounds. The vinyl edition comes with a photo book and booklet.

segunda-feira, 15 de agosto de 2022

SENSORY SYSTEM - Sensory System (1974 Denmark Hard Blues Rock)


DA SÉRIE: REPOSTAGEM PRA ETERNIZAR O VENENO!!
ALÉM DESTE ALBUM SER UMA RARIDADE É ÍTEM BÁSICO EM QUALQUER COLEÇÃO DE QUEM CURTE UM BOM HARD ROCK SETENTISTA DA GEMA!! BANDA VINDA DA DINAMARCA QUE TINHA UMA SONORIDADE QUA VAI DO HARD ROCK AO BLUES/BOOGIE COM UM PIANO BEM LEGAL!! A BALADA DA FAIXA 2 É PAULADA NA NUCA!! É MEMORÁVEL E JÁ VALE O DISCO!! DEPOIS, NA FAIXA 6 TEMOS OUTRA BALADA MUITO PAULADA COM VIOLINO DE FUNDO MUITO CHAPANTE!! DE RESTO É HARD DE PRIMEIRA LINHA COM GAITA DE BOCA, PIANO E TUDO MAIS!! O NÍVEL TÉCNICO DOS MÚSICOS É EXCELENTE!! VENENO ALTAMENTE RECOMENDADO!!

Banda dinamarquesa com uma carreira paralela alemã usando o nome da banda System!! Começou a tocar no início dos anos 70, gravando seu primeiro álbum em 1972, embora não tenha sido lançado até 1974!! Em 1973, a banda excursionou pela Noruega e Alemanha!! Em 1974 seu álbum de estreia foi finalmente lançado, na Dinamarca, usando o nome de Sensory System e intitulado apenas de “Sensory!”!! Já na Alemanha como autointitulado “System”!! O segundo álbum, de 1975, também foi lançado em ambos os mercados com nomes de bandas diferentes, mas com o mesmo título, “What We Are”!! A banda se dissolveu em 1976!! Antes da Sensory System, Jørgen Werner estava na Maxwells, que também teve uma carreira alemã!!

FROM THE SERIES: REPOST TO ETERNIZE!!
BESIDES THIS ALBUM BEING A RARITY IT IS A BASIC ITEM IN ANY COLLECTION!! A GOOD 70's GEM HARD ROCK!! BAND COMING FROM DENMARK THAT HAD A SOUND THAT GOES FROM HARD ROCK TO BLUES/BOOGIE WITH A VERY COOL PIANO!! THE BALLAD IN TRACK 2 IS VERY GOOD!! THEN, ON TRACK 6 WE HAVE ANOTHER VERY GOOD BALLAD WITH A VERY SMOOTH BACKGROUND VIOLIN!! FOR THE REST IT IS FIRST LINE HARD WITH HARMONIC, PIANO AND EVERYTHING ELSE!! THE TECHNICAL LEVEL OF THE MUSICIANS IS EXCELLENT!! POISON HIGHLY RECOMMENDED!!

Danish band with a German side career using the band name System!! He started playing in the early 70's, recording his first album in 1972, although it wasn't released until 1974!! In 1973, the band toured Norway and Germany!! In 1974 their debut album was finally released, in Denmark, using the name Sensory System and titled simply “Sensory!”!! Already in Germany as the self-titled “System”!! The second album, from 1975, was also released in both markets with different band names, but with the same title, “What We Are”!! The band dissolved in 1976!! Before Sensory System, Jørgen Werner was at Maxwells, who also had a German career!!


Bass, Backing Vocals – Flemming Bjergby 
Drums, Percussion, Backing Vocals – Rene Wulff 
Guitar – Krishna Yarbrough 
Guitar, Vocals – Jørgen Werner 
Lead Vocals, Harmonica – Brian Burr-Philipp 
Violin – Finn Ziegler

01. Red Man
02. Never Knowing
03. Experience, My Teacher
04. While Nixon Plays the Piano
05. Come On
06. Biggan, Be Gone
07. I'll Take You
08. Winter's Over





quinta-feira, 4 de agosto de 2022

[REPOST] CLARK HUTCHINSON - Blues (1968 UK Blues)


REPOSTAGEM A PEDIDO DOS ENVENENADOS!!
REQUEST REPOST!! RARE POISON GREAT BLUES!!

ESTE CARA, APESAR DE TER SIDO CONVIDADO PARA INTEGRAR AS BANDAS MOODY BLUES E COLOSSEUM, PREFERIU SEGUIR SEU ESTILO PRÓPRIO NUMA CARREIRA SOLO!! OS AMANTES DE UM BOM SOM AGRADECEM ESTA DECISÃO, POIS O CARA É FERA E MUITO BOM NO QUE FAZ!! JÁ TOCOU TABLA COM SAN GOPAL E JÁ MESCLOU BLUES E JAZZ COM ELEMENTOS ÍNDIOS!! 

ESTE ERA PRA SER O PRIMEIRO DISCO DE CLARCK HUTCHINSON, MAS ISSO FICOU POR CONTA DO ÁLBUM "A=MH2", QUE FICOU COMO PRIMEIRO ALBUM LANÇADO!! E ESTE, TOTALMENTE BLUES, FOI LANÇADO APENAS 26 ANOS DEPOIS, SOMENTE EM 1994!! UM VENENO BLUESEIRO DE ALTA QUALIDADE E QUE SAI UM POUCO DAQUELE BLUES TRADICIONAL!! ALTAMENTE RARO E RECOMENDADO, NÃO SÓ AOS BLUESMANÍACOS, MAS TAMBÉM AOS AMANTES DE UM BOM SOM DA ERA "ROCK N'ROLL GOLDMINE"!!

Mick Hutchison começou a tocar com os Sons of Fred, uma banda de rock selvagem dos anos sessenta, que ele deixou quando começou a mudar seu estilo de tocar guitarra para música indiana!! Apesar de ter ofertas de Moody Blues e Colosseum ele preferia ter suas próprias experiências musicais tocando tabla com SAM GOPAL fazendo blues com um mix de jazz e elementos indianos!! Também excursionou por clubes de Londres com U.F.O. e MIDDLE EARTH!!

Ele se juntaria a Andy Clark, músico e compositor de blues, tecladista e grande vocalista, e Pete Sears no baixo, logo substituído por Walt Monahan!! O grupo seria completado com Franco Franco na bateria!! Em 1968, incentivados por seu empresário, gravaram esse álbum de blues!! As circunstâncias da gravação não eram muito boas e a banda passava as noites em um porão dos prédios de uma revista de música!! Mesmo com todo o esforço não conseguiram assinar o contrato que queriam para o álbum e o mesmo acabou não sendo lançado!!

Trata-se de um grande álbum de blues, em sintonia com os primeiros grupos de blues rock britânicos como Fleetwood Mac, Chicken Shack ou Groundhogs que começavam a explorar novas sonoridades tentando sair das limitações do blues tradicional!!


THIS GUY, DESPITE HAVING BEEN INVITED TO JOIN THE BANDS MOODY BLUES AND COLOSSEUM, PREFERED TO FOLLOW HIS OWN STYLE IN A SOLO CAREER!! HAS PLAYED TABLA WITH SAN GOPAL AND MIXED BLUES AND JAZZ WITH INDIAN ELEMENTS!! THIS WAS TO BE CLARCK HUTCHINSON'S FIRST ALBUM, BUT THE DISCOGRAPHY WAS "A=MH2", WHICH WAS THE FIRST ALBUM RELEASED!! AND THIS ONE, TOTALLY BLUES, WAS RELEASED JUST 26 YEARS LATER, ONLY IN 1994!! HIGH QUALITY AND ESCAPES THOSE TRADITIONAL BLUES!! HIGHLY RARE RECOMMENDED NOT ONLY FOR BLUESMANICS, BUT ALSO LOVERS OF A GOOD SOUND FROM THE "ROCK N'ROLL GOLDMINE" ERA!!

Mick Hutchison started playing with Sons of Fred, a wild rock band from the sixties, which he left when he started to change his guitar playing style to Indian music!! Despite having offers from Moody Blues and Colosseum he preferred to have his own musical experiences playing tabla with SAM GOPAL making blues with a mix of jazz and Indian elements!! He also toured London clubs with U.F.O. and MIDDLE EARTH!!

He would join Andy Clark, blues musician and songwriter, keyboardist and great vocalist, and Pete Sears on bass, soon replaced by Walt Monahan!! The group would be completed with Franco Franco on drums!! In 1968, encouraged by their manager, they recorded this blues album!! The recording circumstances weren't very good and the band spent their nights in a basement of a music magazine building!! Even with all the effort they couldn't sign the contract they wanted for the album and it ended up not being released!!

It is a great blues album, in tune with the first British blues rock groups such as Fleetwood Mac, Chicken Shack or Groundhogs who began to explore new sounds trying to get out of the limitations of traditional blues!!

- Andy Clark / keyboards, vocals
- Mick Hutchinson / guitar
- Walt Monahan / bass
- Franco Franco / drums

1. Bad Loser
2. Crow Jane
3. Guess I Have To Set You Free
4. CH Boogie
5. Maybe In The Morning
6. Someone's Been At My Woman
7. Just Wanna
8. The Summer Seems Longer

sexta-feira, 29 de julho de 2022

THE BAROQUES - The Baroques [1967 US Psych Rock Baroque Pop]


VENENO RARO E QUE VALE A PENA DAR UM TÉKINHO!!
UMA VIAGEM BEM AGRADÁVEL E SEM NÓIA!!

EMBORA O SOM DOS CARAS TENHAM BOAS PITADAS DO POP, O QUE TEMOS AQUI É UM BOM PSYCH ROCK COM ALGUM TOQUE LEVE DE GARAGE!! TUDO É MUITO BEM FEITO E ÚNICO!! NADA DE EXCEPCIONAL, MAS AGRADÁVEL DO INÍCIO AO FIM!! NO GERAL ELE É MUITO BOM!! TEM UMA VIBE ESPECIAL, SEM FLOWER POWER E NEM EFEITOS DESNECESSÁRIOS!! SABE AQUELES ÁLBUNS QUE, PARA ALGUNS, PRECISA SER ESCUTADO MAIS DE UMA VEZ PARA REALMENTE BATER!! ESSE É O CASO!! NÃO FOI O QUE ECONTECEU COMIGO!! PARA MIM BATEU DE CARA!! MAS A BATIDA FOI AUMENTANDO A MEDIDA QUE ESCUTEI MAIS VEZES!! NÃO ENTENDO COMO NÃO SE TORNOU MAIS POPULAR, POIS TEM ORIGINALIDADE, ALGO DIFÍCIL DE ENCONTRAR NESSAS BANDAS MAIS OBSCURAS!!

A HISTÓRIA DOS CARAS COMEÇA EM 1966, EM MILWAUKEE, WISCONSIN, QUANDO ASSINOU CONTRATO COM A CHESS RECORDS E CRIOU ESSE SEU ÚNICO ÁLBUM!! DEPOIS DE UMA SEMANA DO ÁLBUM LANÇADO, JUNTAMENTE COM SEU SINGLE "MARY JANE", AMBOS FORAM RAPIDAMENTE BANIDOS PELOS DJS DE RÁDIOS LOCAIS!! ELES ENTENDERAM QUE "MARY JANE" ERA UMA CANÇÃO PRÓ-DROGAS, O QUE NÃO ERA REALMENTE ISSO, MAS NO ENTANTO, A BANDA RESOLVEU SE APROVEITAR DESSA REPUTAÇÃO E COMEÇOU A PUXAR ACROBACIAS SELVAGENS E OUSADAS DURANTE SEUS SHOWS!!

O ÁLBUM EM SI É EXTREMAMENTE ÚNICO!! SIM, BANDAS POR TODA PARTE ESTAVAM TENTANDO CAPTURAR A ORIGINALIDADE EM UM DISCO, MAS OS "TEH BAROQUES" CONSEGUIRAM MELHOR DO QUE A MAIORIA!! SEU HÍBRIDO PSICODÉLICO/GARAGE/POP FOI FEITO POR OUTROS, MAS A ESSÊNCIA SOMBRIA QUE ESTÁ REPRESENTADA NESTE ÁLBUM FAZ DE SEU SOM SUA PRÓPRIA IDENTIDADE!! POR EXEMPLO, "IOWA, A GIRL'S NAME", QUE COMEÇA O ÁLBUM, MOSTRA A AURA SOMBRIA E DE DESGRAÇA QUE UMA BOA PARTE DO ÁLBUM FORNECE!! ALGUMAS DESSAS CANÇÕES, SEM DÚVIDA, SE ENCAIXARIAM PERFEITAMENTE DENTRO DE CENAS DE UM FILME DE SUSPENSE!!

O lado A apresenta o único single do álbum, "Mary Jane", uma faixa de destaque que imediatamente chama sua atenção com um piano elétrico infeccioso que vem batendo em cerca de 25 segundos na faixa. Isso, acompanhado pelos vocais de Jay Borkenhagen (que soam como se sua caixa de voz tivesse sido emendada com a de uma abelha bumble!) fazem desta uma experiência de escuta verdadeiramente única. Mais uma vez, eu tenho que aplaudir a bateria, uma vez que claramente adiciona sabor a esta fatia de êxtase rítmico.

No entanto, a banda teve seu lado mais calmo, exemplificado por "Seasons". Com um maravilhoso cravo sonoro encontrado por toda parte, essa beleza de canção é uma das faixas sonoras mais suaves do álbum. Ao contrário do nome da banda, eles geralmente não são considerados como um grupo que gravou música de natureza barroca. Eles são mais classificados como psicodélicos com influências de garagem. No entanto, "Seasons" é uma clara exceção, e não deve ser ignorado por alguém que gostaria de uma fantástica peça de música barroca.

Como dito, tinham um som único, raramente encontrado em outros lugares do mundo da música. O fluxo gago de "Rose Colored Glasses" certamente lhe dá um soco distinto, com os vocais de Brokenhagen mais uma vez dando a esta canção uma adição deliciosamente estranha.  No entanto, há ainda melhores exemplos de sua natureza idiossincrática; "Bicycle", provavelmente a música mais estranha aqui, ficará alojada dentro de sua cabeça por uma eternidade! Com uma melodia muito estranha que de alguma forma funciona no álbum. 

A música do lado B, "Boop", só contém sons sem sentido repetidos ao longo de toda a faixa. É certamente memorável não só por isso, mas pelo quão excelente soa aos ouvidos. O som sombrio encontrado na maior parte do álbum é completamente invisível aqui, com este som muito alegre e divertido. Em outros lugares, há "In Silver Light", que é centrado em torno de bongos lentos que certamente separam esta faixa das outras do álbum. Encharcado de magia psicodélica extrema, é certamente atmosférico estar em uma fogueira em uma noite de verão. Há também "There's Nothing Left To Do But Cry" que soa como as sessões de The Byrds "Mr. Tambourine Man" foram emendadas com suas sessões de "Fifth Dimension" com um tinge de garagem não encontrado em nenhum desses dois álbuns.

No geral, trouxeram uma borda única e deliciosa ao seu som que foi amplificada pela musicalidade esplêndida e um vocalista que tinha uma voz perfeitamente combinada com a musicalidade de Dean Nimmer, Jacques Hutchinson e Rick Bieniewsk. Parece quase cruel que esses caras nunca fizeram outro álbum!!

História
Em 1966, a banda foi formada como "The Complete Unknowns", com Rick Bieniewski no baixo, Jacques Hutchinson na guitarra e vocais, e Dean Nimmer e Wayne Will tocando bateria. A banda começou como uma banda de rock de garagem tocando as músicas populares associadas ao gênero durante o período. Após sua primeira turnê em Wisconsin, Will foi convocado para lutar na Guerra do Vietnã, então a banda o substituiu pelo multi-instrumentista Jay Borkenhagen. Com o novo membro, a banda mudou sua identidade musical para psychedelic rock e mudou o nome do grupo para The Baroques. A banda tornou-se notável por seus teclados barrocos, riffs de guitarra fuzz, e jams totalmente assustadores.

As apresentações ao vivo da banda chamaram a atenção da Chess Records em janeiro de 1967. A gravadora, conhecida principalmente por lançar material de R&B, assinou contrato com a banda em um esforço para incorporar uma nova oportunidade de marketing. A banda foi gravar seu primeiro single no Ter Mer Studios, localizado em Chicago. O single, ambos concebidos de material original por Borkenhagen, foi produzido por Ralph Bass. Em junho de 1967, a banda lançou seu primeiro single, "Mary Jane" b/w "Iowa, A Girl's Name", que foi banido pelas estações de rádio locais dentro de uma semana do lançamento para referências pró-drogas percebidas. Na realidade, não havia referências pró-drogas e o lado A, "Mary Jane", foi concebido como uma declaração antidrogas.

A controvérsia trouxe aclamação regional para a banda, e eles ficaram conhecidos por suas performances ao vivo excêntricas. Após a proibição de seu single, a banda lançou seu único LP, The Baroques, que incluiu as duas músicas do single. O álbum tornou-se um sucesso regional, mas a banda foi incapaz de se ramificar fora do estado, pois sua gravadora não era bem conhecida por distribuir álbuns de rock, muito menos rock psicodélico. Ainda assim, a banda estava no auge da popularidade e estava se apresentando em uma quantidade maior de shows, mas a Chess Records os retirou de sua gravadora. Um último esforço autofinanciado foi produzido em 1968, mas com o pequeno marketing o single só alcançou aclamação regional. A banda se desfez mais tarde naquele ano.

Jay Borkenhagen foi para a Califórnia e gravou um LP na década de 1970 com uma banda chamada Feather. Jacques Hutchinson tornou-se professor de comunicação na Universidade do Colorado. Dean Nimmer tornou-se professor de arte na Massachusetts College of Art. Rick Bieniewski tornou-se um vendedor viajante.



ALTHOUGH THE SOUND OF THE GUYS HAS A GOOD PIECES OF POP, WHAT WE HAVE HERE IS A GOOD PSYCH ROCK WITH SOME LIGHT GARAGE TOUCH!! EVERYTHING IS VERY WELL DONE AND UNIQUE!! NOTHING EXCEPTIONAL BUT ENJOYABLE FROM START TO FINISH!! OVERALL IT IS VERY GOOD!! IT HAS A SPECIAL VIBE, NO FLOWER POWER AND NO UNNECESSARY EFFECTS!! YOU KNOW THOSE ALBUMS THAT, FOR SOME, NEED TO BE HEARD MORE THAN ONCE TO REALLY BEAT!! THAT'S THE CASE!! THAT'S NOT WHAT HAPPENED TO ME!! FACE UP FOR ME!! BUT THE BEAT WAS INCREASING AS I LISTENED MORE TIMES!! I DON'T UNDERSTAND HOW IT DIDN'T BECOME MORE POPULAR BECAUSE IT HAS ORIGINALITY, SOMETHING HARD TO FIND IN THESE MORE OBSCURE BANDS!!

THE GUYS' STORY BEGINS IN 1966 IN MILWAUKEE, WISCONSIN, WHEN THEY SIGNED A CONTRACT WITH CHESS RECORDS AND CREATED THIS HIS ONLY ALBUM!! AFTER A WEEK OF THE ALBUM RELEASED, TOGETHER WITH THEIR SINGLE "MARY JANE", BOTH WERE QUICKLY BANNED BY LOCAL RADIO DJs!! THEY UNDERSTOOD THAT "MARY JANE" WAS A PRO-DRUG SONG, WHICH IT WAS NOT ACTUALLY THAT, BUT HOWEVER, THE BAND DECIDED TO TAKE ADVANTAGE OF THIS REPUTATION AND STARTED PULLING WILD AND BOLD stunts DURING THEIR SHOWS!!

THE ALBUM ITSELF IS EXTREMELY UNIQUE!! YES, BANDS EVERYWHERE WERE TRYING TO CAPTURE THE ORIGINALITY ON A RECORD, BUT THE "TEH BAROQUES" DID IT BETTER THAN MOST!! HIS PSYCHEDELIC/GARAGE/POP HYBRID WAS MADE BY OTHERS, BUT THE DARK ESSENCE THAT IS REPRESENTED IN THIS ALBUM MAKES HIS SOUND ITS OWN IDENTITY!! FOR EXAMPLE "IOWA, A GIRL'S NAME", WHICH STARTS THE ALBUM, SHOWS THE DARK AURA AND DOOM THAT A GOOD PORTION OF THE ALBUM PROVIDES!! SOME OF THESE SONGS WOULD NO DOUBT FIT PERFECTLY WITHIN SCENES OF A SUSPENSE MOVIE!!

The A-side features the album's only single, "Mary Jane", a standout track that immediately grabs your attention with an infectious electric piano that comes crashing in at around 25 seconds into the track. This, accompanied by Jay Borkenhagen's vocals (which sound like his voice box has been spliced ​​together with that of a bumble bee!) makes this a truly unique listening experience. Once again, I have to applaud the drums as it clearly adds flavor to this slice of rhythmic ecstasy.

However, the band had its calmer side, exemplified by "Seasons". With wonderful harpsichord sound found throughout, this song beauty is one of the smoothest soundtracks on the album. Contrary to the band's name, they are generally not regarded as a group that recorded music of a baroque nature. They are more classified as psychedelics with garage influences. However, "Seasons" is a clear exception, and should not be ignored by anyone who would like a fantastic piece of Baroque music.

As said, the Baroques had a unique sound rarely found elsewhere in the music world. The stuttering flow of "Rose Colored Glasses" certainly packs a distinct punch, with Brokenhagen's vocals once again giving this song a deliciously weird addition. However, there are even better examples of its idiosyncratic nature; "Bicycle", probably the strangest song here, will be lodged inside your head for an eternity! With a very strange melody that somehow works on the album. The B-side song "Boop" only contains nonsensical sounds repeated throughout the entire track. It's certainly memorable not just for that, but for how excellent it sounds to the ears. The dark sound found in most of the album is completely invisible here, with this sound very upbeat and fun.

Elsewhere, there's "In Silver Light" which is centered around slow bongos that certainly set this track apart from the others on the album. Drenched in extreme psychedelic magic, it's certainly atmospheric to be by a campfire on a summer night. There's also "There's Nothing Left To Do But Cry" which sounds like The Byrds' "Mr. Tambourine Man" sessions were spliced ​​into their "Fifth Dimension" sessions with a garage tinge not found on either of these two albums.

Overall, they brought a unique and delicious edge to their sound that was amplified by splendid musicianship and a vocalist who had a voice perfectly matched to the musicianship of Dean Nimmer, Jacques Hutchinson and Rick Bieniewsk. It almost seems cruel that these guys never made another album!!

History
In 1966, the band was formed as "The Complete Unknowns", with Rick Bieniewski on bass, Jacques Hutchinson on guitar and vocals, and Dean Nimmer and Wayne Will playing drums. The band started out as a garage rock band playing the popular songs associated with the genre during the period. After his first tour of Wisconsin, Will was drafted to fight in the Vietnam War, so the band replaced him with multi-instrumentalist Jay Borkenhagen. With the new member, the band changed its musical identity to psychedelic rock accompass, and changed the group's name to The Baroques. The band became notable for their baroque keyboards, fuzz guitar riffs, and downright creepy jams.

The band's live performances came to the attention of Chess Records in January 1967. The label, known primarily for releasing R&B material, signed the band to a deal in an effort to incorporate a new marketing opportunity. The band was recording their first single at Ter Mer Studios located in Chicago. The single, both conceived from original material by Borkenhagen, was produced by Ralph Bass. In June 1967, the band released their first single, "Mary Jane" b/w "Iowa, A Girl's Name", which was banned by local radio stations within a week of release for perceived pro-drug references. In reality, there were no pro-drug references and the A-side, "Mary Jane", was intended as an anti-drug statement.

The controversy brought regional acclaim for the band, and they became known for their eccentric live performances. Following the ban on their single, the band released their only LP, The Baroques, which included both songs from the single. The album became a regional success, but the band was unable to branch out out of state as their label was not well known for distributing rock albums, let alone psychedelic rock. Still, the band was at the height of popularity and was performing a greater number of shows, but Chess Records dropped them from their label. A final self-funded effort was produced in 1968, but with little marketing the single only achieved regional acclaim. The band disbanded later that year.

Jay Borkenhagen went to California and recorded an LP in the 1970s with a band called Feather. Jacques Hutchinson became professor of communication at the University of Colorado. Dean Nimmer became a professor of art at the Massachusetts College of Art. Rick Bieniewski became a traveling salesman.

A1 Iowa, A Girl's Name 2:44
A2 Seasons 2:59
A3 Mary Jane 2:42
A4 Rose Colored Glasses 2:36
A5 Musical Tribute To The Oscar Mayer Weiner Wagon 3:31
A6 In Silver Light 2:05
B1 This Song Needs No Introduction 2:58
B2 There's Nothing Left To Do But Cry 2:54
B3 Bicycle 2:24
B4 Purple Day 2:50
B5 Boop 1:43
B6 Love In A Circle 2:29

quinta-feira, 21 de julho de 2022

THE EARTH - Elemental [1968 UK Hard Prog Blues Rock]


ÓTIMA RARIDADE!! PRIMEIRO TRABALHO GRAVADO DE "ALAN PARSONS" COMO MÚSICO!! AQUELE MESMO CARA DO "ALAN PARSONS PROJECT" E QUE ESTEVE ENVOLVIDO NA PRODUÇÃO DE VÁRIOS ÁLBUNS DO ROCK, ENTRE ELES, ABBEY ROAD E LET IT BE DOS BEATLES E THE DARK SIDE OF THE MOON DO PINK FLOYD!!

A BANDA FAZIA SHOWS NUM PEQUENO CLUBE CHAMADO "COFFIN CLUB", QUE SEMPRE ESTAVA LOTADO!! ELES TOCAVAM TODAS AS SEXTAS E SÁBADOS À NOITE, DAS 22h ÀS 4h, E TRABALHAVAM DURANTE O DIA PARA, CONFORME ELES, PAGAREM SUA DÍVIDAS COMO MÚSICOS!! ATÉ QUE NUMA DESSAS NOITES UM PRODUTOR MUSICAL VIU OS CARAS E OFERECEU A OPORTUNIDADE DE GRAVAR UM LP!! 

O MESMO FOI GRAVADO NUM ÚNICO DIA, ALI PELO FINAL DE 1968, E MIXADO NO DIA 10 DE JANEIRO DE 1969!! APESAR DISSO, O LP NUNCA FOI LANÇADO!! PORÉM, PARA NOSSA SORTE, O VOCALISTA DA BANDA, IAN HARRIS, CONSEGUIU MANTER UMA CÓPIA ORIGINAL EM "GOMA -LACA", E SÓ POR ISSO HOJE ESTAMOS PODENDO TER O PRIVILÈGIO DE OUVIR E CONHECER ESSA JÓIA PERDIDA DO ROCK!!

VALE LEMBRAR QUE, EM 2015, ELE FOI LANÇADO PELA "DIAMOND PUBLISHING" (RECORD COLLECTOR), EXCLUSIVAMENTE EM VINIL, PELA SÉRIE RARE VINYL, LIMITADO A 500 EXEMPLARES, COM CERTIFICADO DE AUTENTICIDADE NUMERADO À MÃO POR "IAN SHIRLEY", EDITOR DO RECORD COLLECTOR RARE PRICE GUIDE!! ESTA É UMA RARA OPORTUNIDADE DE OUVIR "ALAN PARSONS" COMO GUITARRISTA DE BLUES E TAMBÉM COMO FLAUTISTA!! É UM DOS GRANDES DISCOS PERDIDOS DOS ANOS 60!!

VALE A PENA LER A HISTÓRIA CONTADA PELO PRÓPRIO VOCALISTA DE COMO TUDO ISSO ACONTECEU EM DETALHES!! O TEXTO ESTÁ LOGO ABAIXO PARA VOCÊS!!

A história da banda The Earth contado por Ian Harris (vocalista da Earth):

"Não acredite em nada que você ouve e apenas na metade do que você vê". Eh? "Homem Concreto Sussurrante, me chame de Concreto Sussurrante. Você se importa se eu sentar, tocar com você? Eu tenho meu sax e eu realmente curto seu humor, cara". Esse cara tinha cerca de 1,5 metros de altura, vestindo um casaco do ex-exército, cachecol longo e botas desgastadas. Sua barba tinha partículas da última refeição que ele havia comido e seu cabelo na altura dos ombros tinha brigado com um pente. Ele estava procurando um show.

Estamos no final do verão de 1968. Estou no porão gasto do 39, Gerrard Street, no Soho London, antigo clube de jazz 'Old Place' de Ronnie Scott antes de se mudar para Frith Street. Eu a renomeei de 'The Coffin', uma armadilha mortal sem saída de incêndio e apenas uma escada apertada para o nível da rua. Saúde e segurança... não nos anos 60!

Eu estava em uma banda, uma banda de blues chamada 'The Earth', 4 jovens brancos tocando blues. Eu havia respondido recentemente a um anúncio no 'Melody Maker', o poderoso órgão para músicos e fãs de música. O anúncio era de uma banda para administrar um clube na Gerrard Street e o proprietário do aluguel Jack "me chama de Sr". Fordham estava procurando um grupo empreendedor para administrar o lugar para ele. Nós nos encontramos com o intimidador Sr. Fordham, um ex-boxeador e 'empreendedor' do Soho que tinha vários negócios locais, incluindo a primeira lanchonete de Londres no mercado de Berwick Street. "Bem rapazes", começou ele "Vocês podem ter o clube nas noites de sexta e sábado, sem álcool, eu vou fornecer refrescos, levar o dinheiro na porta e dar-lhe uma porcentagem". "Parece bom para mim" eu disse nervosamente, a banda toda concordou e afinal, não tínhamos nada a perder.

Phil, Barry, Alan Owen e eu nos conhecíamos desde os tempos de escola. Em 1964/5 nós éramos Mods e convivemos juntos indo a boates e testemunhando o melhor da música ao vivo. Georgie Fame, John Mayall com Eric Clapton, The Yardbirds, Graham Bond, Peter Green e até lendas do Blues como Sonny Boy Williamson e Howling Wolf. Foi um movimento óbvio para nós formarmos uma banda, sendo inspirados por toda aquela grande música. Tocamos versões cover de clássicos do Soul e do Blues, tocando ao redor da área do norte de Londres.

Em 1967, sentimos que precisávamos de alguém para assumir as funções de guitarra principal, pois Alan Owen estava sentindo a tensão de tocar tanto o ritmo quanto o solo. Anunciamos no Melody Maker e testamos vários guitarristas que não eram adequados até Alan Parsons responder ao anúncio, chegando à casa de Phil num sábado de manhã em um carro Messerschmitt Bubble. Alan tem 1,80m de altura e testemunhar ele saindo de um carro Bubble foi algo que nunca vou esquecer. Ele tinha com ele sua guitarra elétrica feita à mão e parecia e tocava como Jeff Beck. Na verdade, sua peça de audição foi Jeff's Boogie, ele foi oferecido o show no local. Não havia como voltar atrás para a banda agora. Não podíamos acreditar na nossa sorte e o repertório da banda mudou com o estilo bluesy de Alan e ele até tocava flauta! Na época em que Alan entrou para a banda, éramos chamados de 'Conviction'. No palco nós vestimos jaquetas de 'Waiters', que eu tingi a mão de uma cor diferente para cada membro da banda e fiz estêncil com flechas de condenados...!

Depois de algumas semanas de ensaio, nosso primeiro show com Alan Parsons na guitarra foi em North Finchley. O salão estava lotado, tocamos o primeiro set de clássicos do soul como 'Conviction' e depois do intervalo Alan se juntou a nós no palco, eu anunciei que a banda agora se chamava 'Blues Tattoo'. Agora tocávamos blues - 2 bandas pelo preço de 1 - e o público ficou louco por nós. Muitas vezes me pergunto se alguma outra banda mudou de nome durante um show! Eu tenho um single demo da nossa primeira gravação daquele ano. Gravado na sala da frente do apartamento do conselho de pais de Barry Mitchell em Kingsbury, Londres, duas faixas gravadas em um take em torno de um microfone solitário - Rock Me Baby e Telephone Blues, ao vivo e cru!

Londres em 1968 era um ótimo lugar para se estar - pré-terrorismo, pós-hippie - a ressaca roxa de 1967, as pessoas ainda sorriam umas para as outras nas ruas e havia um cheiro de rebelião no ar. Havia tanta música ao vivo e toneladas de pequenos clubes atendendo ao florescente Boom do Blues, como era chamado. Intocado pela presença de 'New Man', tocar blues era uma coisa viva vital, a música de verdades duras e energia sexual. Folheando uma cópia do Melody Maker da época, vejo shows listados para Muddy Waters, Free, Taste, Ten Years After, Aynsley Dunbar, Keef Hartley, Pete Brown's Battered Ornaments e uma encarnação inicial do Jethro Tull.

Então, é sábado à noite, cerca de 9 horas da noite e estou na linha Bakerloo para Piccadilly Circus, a estação de metrô mais próxima do clube. Estou vestido com roupas de segunda mão compradas em 'Jumble Sales', meu cabelo é comprido e não tenho barba, vivendo o sonho ou o quê? O Coffin Club abriu às 22h e jogamos 2 ou 3 sets até as 4h. Sempre levávamos o equipamento na sexta-feira à noite em nossa velha van Bedford. Tínhamos reunido nossos recursos limitados para comprá-lo, £ 45 bem gastos!

A parte comercial de estar em uma banda é muito importante, todos trabalhando para o bem comum. É uma verdadeira democracia quando todos concordam, mas um regime fascista quando não concordam. Nunca permitimos que um ego dominasse e nos dávamos bem na maior parte do tempo. Todos nós tínhamos empregos diários razoavelmente pagos, exceto Alan Parsons, que aos nossos olhos era a profissão mais invejável, engenheiro assistente nos estúdios de gravação de Abbey Road! Recebeu uma ninharia e nunca teve dinheiro. Todos pensávamos que poderíamos ganhar dinheiro extra administrando o clube, mas infelizmente o Sr. Fordham não era justo e saímos daquele lugar com menos de £ 1 cada para um trabalho de fim de semana. No entanto, o dinheiro não era a nossa força motriz, apenas gostávamos de jogar.

Para mostrar nosso compromisso com a banda, compramos para Alan uma bela guitarra Cherry Red Gibson S.G. em 'Hire Purchase' para substituir seu esforço feito à mão. Alan é um músico talentoso e apaixonado e todos acreditávamos que ele seria bem sucedido. Desde então, ele passou a ter uma carreira fantástica e bem documentada no mundo da música.

Agora rebatizado de 'The Earth', nosso palco era austero para os padrões de hoje. O kit básico de bateria Ludwig de Phil ladeado por dois amplificadores, um Vox AC30 e um amplificador WEM Bass, um microfone para mim e outro para Alan, um Selmer P.A. sistema com uma câmara de eco Watkins 'Copy Cat', sem frescuras, sem dinheiro! Tocamos padrões de blues e versões cover de nomes como John Mayall, Fleetwood Mac de Peter Green e nossos heróis, Cream.

Desenhei um panfleto para a noite de abertura do Coffin Club, mandei imprimir 500 que Phil Brockton e eu distribuímos aos transeuntes na Oxford Street ( 'damas' entraram de graça na noite de abertura! ) Também pintei uma placa para anexar para as grades do clube com um mago tipo 'Gandalf' com a mão apertando estendendo para ajudar os apostadores a descer as escadas (eu estava lendo Senhor dos Anéis na época!)

O clube fez muito sucesso e estava lotado todas as noites do nosso mandato de cerca de 9 meses. Tocando sexta e sábado à noite, das 22h às 4h e trabalhando em um emprego diurno, acho que pagamos nossas dívidas ao blues. Nós construímos um grande número de fãs de blues e turistas, e até conseguimos um artigo favorável no 'Disc and Music Echo', um jornal semanal de música na época. Jogando até as primeiras horas da manhã, a atmosfera estava suada, esfumaçada e efervescente de emoção. Qualquer um que gostasse de uma 'jam' foi convidado a subir ao palco para o último set. Tenho lembranças de muitos grandes momentos tocando com músicos consumados, jazzmen renegados tocando blues! Nós nunca tomamos isso como garantido, se ao menos tivéssemos gravado alguns desses shows históricos.

Uma noite fatídica no clube, um produtor musical veio nos ver tocar, a notícia se espalhou sobre nós e ele nos ofereceu a oportunidade de gravar um LP. semana e as gravei em 1 dia em um pequeno estúdio de gravação na Tottenham Court Road, Londres.

O produtor comprou um organista chamado Roy Quilley como parte do acordo. A inclusão de Roy causou alguns problemas dentro da banda, a atmosfera mudou e Barry e Phil decidiram sair. Eles estavam tocando em um pub com um guitarrista que, ridiculamente, achava que era Jimi Hendrix, mas não era. Pouco depois de gravar o álbum, a banda não existia mais. O LP nunca foi lançado, mas consegui manter uma cópia original de goma-laca.

"Um dos grandes discos perdidos dos anos 60" um jornalista me disse recentemente quando toquei o disco para ele. Vou descrevê-lo como 'Blues-Prog-Rock' com uma grande ajuda de ótimas guitarras de Alan Parsons, sua primeira gravação. Poderia ter sido um concorrente.

O Ronnie Scott's Club original na Gerrard Street foi inaugurado em 1958 e foi palco de alguns dos maiores nomes do Jazz de todos os tempos. Sonny Rollins, Roland Kirk, Bill Evans, Dexter Gordon e os melhores músicos britânicos incluindo Tubby Hayes, Phil Seaman e Peter King que, entre outros, estavam no coreto naquele minúsculo porão no Soho, os Beatles até foram lá para uma noite fora em 1963. O clube tornou-se uma sala de ensaio durante o dia durante 1968 e foi usado por Jimmy Page com o Led Zeppelin incipiente, deveria haver uma placa azul na parede fora do histórico 39, Gerrard Street! Eu não posso acreditar que meus amigos e eu tocamos no mesmo espaço que esses grandes nomes da música. Éramos jovens e ingênuos, achávamos que o mundo estava aos nossos pés e tudo era possível. - Ian Harris, 2015 -.


GREAT RARITY!! FIRST RECORDED WORK OF "ALAN PARSONS"!! THAT SAME GUY FROM "ALAN PARSONS PROJECT" AND WHO WAS INVOLVED IN THE PRODUCTION OF MANY ROCK ALBUMS, AMONG THEM, ABBEY ROAD AND LET IT BE BY THE BEATLES AND THE DARK SIDE OF THE MOON BY PINK FLOYD!!

THE BAND MADE SHOWS IN A SMALL CLUB CALLED "COFFIN CLUB"!! THEY PLAYED EVERY FRIDAY AND SATURDAY NIGHT FROM 10PM TO 4AM AND WORKED DURING THE DAY TO AS THEY PAY THEIR DEBT AS MUSICIANS!! UNTIL ONE OF THESE NIGHTS A MUSIC PRODUCER SAW THE GUYS AND OFFERED THE OPPORTUNITY TO RECORD AN LP!! IT WAS RECORDED ON A SINGLE DAY THERE IN LATE 1968 AND MIXED ON JANUARY 10, 1969!! 

THE LP HAS NEVER BEEN RELEASED!! LUCKY, THE BAND'S VOCALIST, IAN HARRIS, HAS MANAGED TO KEEP AN ORIGINAL COPY IN "GUM LACA" AND JUST FOR THAT TODAY WE CAN LISTEN TO THIS POWERFUL AND LOST ROCK POISON!!

IT IS WORTH REMEMBERING THAT, IN 2015, IT WAS RELEASED BY "DIAMOND PUBLISHING" (RECORD COLLECTOR), EXCLUSIVELY ON VINYL, BY THE RARE VINYL SERIES. LIMITED TO 500 COPIES, WITH HAND NUMBERED CERTIFICATE OF AUTHENTICITY BY "IAN SHIRLEY", RECORD COLLECTOR RARE PRICE GUIDE EDITOR!! THIS IS A RARE OPPORTUNITY TO HEAR "ALAN PARSONS" AS A BLUES GUITARIST AND AS A FLUTIST!! IT'S ONE OF THE GREAT LOST RECORDS OF THE 60'S!!

BE SURE TO READ THE STORY TOLD BY THE VOCALIST OF HOW ALL THIS HAPPENED IN DETAIL!! THE TEXT IS SOON BELOW FOR YOU!!

The history of the band The Earth told by Ian Harris (vocalist of Earth):

Phil, Barry, Alan Owen and I had known each other since schooldays. In 1964/5 we were Mods and had socialised together going to clubs and witnessing the best of live music. Georgie Fame, John Mayall with Eric Clapton, The Yardbirds, Graham Bond, Peter Green and even Blues legends such as Sonny Boy Williamson and Howling Wolf. It was an obvious move for us to form a band, being inspired by all that great music. We played cover versions of Soul and Blues classics, gigging around the North London area.

In 1967 we felt we needed someone to take on lead guitar duties as Alan Owen was feeling the strain of playing both rhythm and lead. We advertised in Melody Maker and auditioned various guitarists that weren't suitable until Alan Parsons answered the Ad, arriving at Phil's house one Saturday morning in a Messerschmitt Bubble car. Alan is 6 foot 5 inches tall and to witness him climbing out of a Bubble car was something I will never forget. He had with him his hand made electric guitar and looked and played like Jeff Beck, In fact his audition piece was Jeff's Boogie, he was offered the gig on the spot. There was no looking back for the band now. We couldn't believe our luck and the band's repertoire changed with Alan's bluesy style and he even played flute! At the time of Alan joining the band we were called 'Conviction'. On stage we wore 'Waiters' jackets, which I hand dyed a different colour for each band member and stencilled with convict's arrows...!

After a few weeks rehearsal, our first gig with Alan Parsons on lead guitar was in North Finchley. The hall was packed, we played the first set of soul classics as 'Conviction' and after the break Alan joined us on stage, I announced that the band was now called 'Blues Tattoo'. We now played the blues - 2 bands for the price of 1 - and the crowd went crazy for us. I often wonder if any other band has changed their name during a gig! I have a demo single of our very first recording from that year. Recorded in the front room of Barry Mitchell's parents council flat in Kingsbury, London, two tracks recorded in one take around a solitary microphone - Rock Me Baby and Telephone Blues, live and raw!

London in 1968 was a great place to be - pre terrorism, post hippie - the purple haze hangover of 1967, people still smiled at one another in the streets and there was a whiff of rebellion in the air. There was so much live music and tons of small clubs catering for the burgeoning Blues Boom as it was called. Untouched by the presence of 'New Man', playing the blues was a vital living thing, the music of hard truths and sexual energy. Leafing through a copy of Melody Maker from the time, I see gigs listed for Muddy Waters, Free, Taste, Ten Years After, Aynsley Dunbar, Keef Hartley, Pete Brown's Battered Ornaments and an early incarnation of Jethro Tull.

So, it's Saturday night, about 9 o'clock in the evening and I'm on the Bakerloo Line to Piccadilly Circus, the nearest Tube station to the club. I am dressed in second hand clothes bought from 'Jumble Sales', my hair is long and I am unshaven, living the dream or what? The Coffin Club opened at 10pm and we play 2 or 3 sets between then and 4am. We always took the equipment on Friday evening in our battered old Bedford van. We had pooled our limited resources to buy it, £45 well spent!

The business part of being in a band is so important, everyone working for the common good. It's a true democracy when you all agree but a fascist regime when you don't. We never allowed one ego to dominate and got along just fine most of the time. All of us had reasonably paid day jobs except for Alan Parsons who had what to our eyes was the most enviable profession, assistant engineer at Abbey Road recording studios! He was paid a pittance and never had any money. We all thought we could earn extra cash from running the club but sadly Mr. Fordham was less than fair and we crawled out of that place with less than £1 each for a weekends work. However, money was not our driving force, we just loved playing.

To show our commitment to the band we bought Alan a beautiful Cherry Red Gibson S.G. guitar on 'Hire purchase' to replace his hand made effort. Alan is a gifted and passionate musician and we all believed he would be successful. He has since gone on to have a fantastic and well documented career in the music business.

Now re-named 'The Earth', our stage set up was austere by today's standards. Phil's basic Ludwig drum kit flanked by two amps, a Vox AC30 and a WEM Bass amp, one Mic for me and one for Alan, a Selmer P.A. system with a Watkins 'Copy Cat' echo chamber, no frills, no money! We played Blues standards and cover versions from the likes of John Mayall, Peter Green's Fleetwood Mac and our heroes, Cream.

I designed a flyer for the opening night of the Coffin Club, had 500 printed which Phil Brockton and I handed out to passers by in Oxford Street ( 'ladies' got in for free on the opening night! ) I also painted a sign to attach to the railings of the club featuring a 'Gandalf' type Wizard with his clutching hand reaching out to help punters down the stairs ( I was reading Lord Of The Rings at the time! )

The club was really successful and was packed every night of our tenure of about 9 months. Playing Friday and Saturday night, 10pm until 4am and working a day job, I think we paid our dues to the blues. We built up quite a following of blues fans and tourists, and even got a favourable write up in 'Disc and Music Echo', a weekly music paper at the time. Playing until the early hours of the morning, the atmosphere was sweaty, smoky and fizzing with excitement. Anyone who fancied a 'jam' was invited on stage for the last set. I have memories of many great moments jamming with consummate musicians, renegade jazzmen playing the blues! We never took it for granted, if only we had recorded some of those historic gigs.

One fateful night at the club, a record producer came to see us play, word had got round about us and he offered us the opportunity to record an L.P. We hired a basement room beneath a cafe near Swiss Cottage, wrote 9 original songs in a week and recorded them in 1 day in a small recording studio off Tottenham Court Road, London.

The producer bought in an Organist by the name of Roy Quilley as part of the deal. Roy's inclusion caused a few problems within the band, the atmosphere changed and Barry and Phil decided to depart. They had been playing in a pub with a guitarist who laughably, thought he was Jimi Hendrix, he wasn't. Shortly after recording the album, the band was no more. The L.P. was never released but I managed to hang on to an original shellac copy.

"One of the great lost albums of the 60's" a journalist told me recently when I played him the album. I will describe it as 'Blues-Prog-Rock' with a large helping of great guitar playing from Alan Parsons, his first ever recording. It could have been a contender.

The original Ronnie Scott's Club in Gerrard Street opened in 1958 and played host to some of the greatest names in Jazz of all time. Sonny Rollins, Roland Kirk, Bill Evans, Dexter Gordon, and the best of the British players including Tubby Hayes, Phil Seaman and Peter King who, among others, stood on the bandstand in that tiny basement in Soho, The Beatles even went there for a night out in 1963. The club became a rehearsal room in the daytime during 1968 and was used by Jimmy Page with the fledgling Led Zeppelin, there should be a blue plaque on the wall outside the historic 39, Gerrard Street!

I can't actually believe that my friends and I played in the same space as those greats of music. We were young and naive, thought the world was at our feet and anything was possible. I wonder what happened to Whispering Concrete? Record Collector magazine are releasing The Earth L.P. 'Elemental' in December via their Rare Vinyl series. It's a limited edition of 500 with my sleeve artwork. - Ian Harris, 2015. -

Ian Harris, vocals.
Alan Parsons, lead guitar and flute.
Barry Mitchell, bass guitar.
Phil Brockton, drums.
Alan Owen, guitar.  (Alan left the band after playing a few gigs at the Coffin Club).

01.Miseducation 3:08
02.Sea Of Faces 2:36
03.Earthworm 2:14
04.Rain On The Roof 5:55
05.Something Above Us 2:47
06.Blues Tattoo 2:03
07.Don't See You Much These Days 1:58
08.In The Land Of The Blind 2:22
09.Angel Of Death 4:44
10.Rock Me Baby 2:54
11.Telephone Blues 4:38

sábado, 9 de julho de 2022

RED WHITE & BLUES - The Early Years [1971 Hard Blues Rock]



🎸BANDA EXTREMAMENTE RARA FORMADA EM ROCHESTER(NY) ALI PELO FINAL DOS ANOS 60!! AS MÚSICAS FORAM GRAVADAS NO PALCO DO TEATRO DA UNIVERSIDADE DE ROCHESTER PELA "BRIGHTON SOUND" EM 8 BOBINAS DE ROLO!! 

ATÉ HOJE NUNCA FOI LANÇADO EM LP NEM EM CD!! AS FITAS FORAM ACHADAS POR "JOSH JETTY", FILHO DO BATERISTA DA RED WHITE & BLUES, "EARL JETTY", O QUAL REPASSOU AS CANÇÕES PARA OS VENENOS!!  NA VERDADE O FILHO BUSCA ATÉ HOJE ALGUMA GRAVADORA INTERESSADA EM LANÇAR ESSE ÁLBUM OFICIALMENTE NO MERCADO, MAS ATÉ O MOMENTO NÃO SURGIRAM INTERESSADOS!! 

A GRANDE DIFICULDADE É QUE, MESMO O BATERISTA SENDO SEU PAI, ELE NÃO DETÉM OS DIREITOS AUTORAIS DAS MÚSICAS E NEM IMAGINA QUEM SEJAM OS DETENTORES, POR ISSO É QUE ESSAS MÚSICAS ESTÃO PERDIDAS NA OBSCURIDADE!! 🎸

VALE LEMBRAR QUE DEPOIS DESSAS GRAVAÇÕES A BANDA MUDA O NOME PARA "JOSHUA", GRAVANDO MAIS ALGUMAS PEROLAS QUE TAMBÉM FICARAM NA OBSCURIDADE E LOGO VOU POSTAR PARA OS ENVENENADOS AQUI NO BLOG!! 

🎵O SOM DOS CARAS É UM PRIMOROSO MIX DE HARD BLUES ROCK, NA MESMA LINHA DE CACTUS, COM ALGUMAS LONGAS JAMS PODEROSAS!! MERECIAM UMA GRAVADORA E UM ÁLBUM BEM PRODUZIDO QUE CERTAMENTE FARIA SUCESSO ENTRE COLECIONADORES E AMANTES DO BOM, VELHO E OBSCURO ROCK AND ROLL!! 

SEM DÚVIDA NENHUMA TEMOS AQUI A MAIS ALTA RARIDADE DO BLOG COM REMASTERIZAÇÃO E CAPAS FEITAS COM EXCLUSIVIDADE PELO VENENOS DO ROCK!! 

O ÚNICO CONSELHO QUE DOU É QUE ESSE VENENO PODEROSO E RARO NÃO DEVE SER CONSUMIDO COM NENHUMA MODERAÇÃO!! 
POSTAGEM COM SELO "RARIDADE MÁXIMA"!!

JOSH JETTY, FILHO DO BATERISTA, FALOU ISSO SOBRE AS GRAVAÇÕES: "Por que essas coisas não são liberadas? Se alguém tem os direitos disso... por que eles estão permitindo que ele se perca na obscuridade? Nunca recebi nada do meu pai... não tanto quanto um bastão de bateria. Agora, eu tenho rótulos querendo colocar isso para fora ... mas eu não posso... Eu não possuo os direitos... e quem faz, obviamente, não se importa. Isso realmente me irrita. Eu não me importo com dinheiro, eu só quero que a música do meu pai seja ouvida... não acumulado... Só não sei por que isso foi arquivado por 45 anos."

OBSERVAÇÃO IMPORTANTE: O blog não obtém qualquer fim lucrativo e nem comercializa obras, sejam protegidas ou não. Para todas essas bandas esse é um veículo de publicidade para seus trabalhos, mas se mesmo assim, ALGUM MÚSICO OU DETENTOR DE DIREITOS AUTORAIS SE SENTIR LESADO POR DIVULGAÇÃO INADEQUADA, NOS COMUNIQUE E TIRAREMOS A POSTAGEM DO BLOG IMEDIATAMENTE!!



🎸EXTREMELY RARE BAND FORMED IN ROCHESTER(NY) IN THE LATE 60's!! THE SONGS WERE RECORDED ON THE STAGE OF THE THEATER AT THE UNIVERSITY OF ROCHESTER BY "BRIGHTON SOUND" ON 8 ROLL REELS!! 

UNTIL TODAY IT HAS NEVER BEEN RELEASED ON LP OR CD!! THE TAPES WERE FOUND BY THE SON OF THE DRUMMER "EARL JETTY", WHO IN TURN PUT THEM UP FOR HIS FOLLOWERS ON YOUTUBE!! THE SON IS SEARCHING FOR SOME LABEL INTERESTED IN RELEASING THIS ALBUM OFFICIALLY ON THE MARKET, BUT SO FAR NO INTERESTED RISE!! 

THE GREAT DIFFICULTY IS THAT, EVEN THE DRUMMER BEING HIS FATHER, HE DOESN'T OWN THE COPYRIGHT TO THE SONGS AND DOESN'T KNOW WHO THE HOLDERS ARE, THAT'S WHY THESE SONGS ARE LOST IN THE OBSCURITY!! 

IT IS WORTH REMEMBERING THAT AFTER THESE RECORDINGS THE BAND CHANGES THE NAME TO "JOSHUA", RECORDING SOME MORE PEARLS THAT ALSO STAY IN THE OBSCURITY!! SOON I WILL POST THIS TOO HERE ON THE BLOG!!🎸

🎵THE SOUND OF THE BAND IS AN EXCELLENT MIX OF HARD BLUES ROCK, IN THE SAME LINE OF CACTUS, WITH SOME LONG POWERFUL JAMS!! THEY DESERVED A RECORD LABEL AND A WELL PRODUCED ALBUM THAT WOULD SURELY BE A SUCCESS WITH COLLECTORS AND LOVERS OF THE GOOD, OLD ROCK AND ROLL!! 

WITHOUT A DOUBT WE HAVE THE HIGHEST RARITY ON THE BLOG WITH REMASTERIZATION AND COVERS MADE EXCLUSIVELY BY VENENOS DO ROCK!! THE ONLY ADVICE I GIVE IS THAT THIS POWERFUL AND RARE POISON SHOULD NOT BE CONSUMED IN ANY MODERATION!! POST WITH THE SEAL "MAXIMUM RARITY"!!

JOSH JETTY, SON OF THE DRUMMER, SAID THIS ABOUT THE RECORDINGS: "Why aren't these things released? If someone has the rights to it...why are they allowing it to get lost in obscurity? I never got anything from my father. .. not as much as a drum stick. Now I have labels wanting to get this out... but I can't... I don't own the rights... and whoever does it obviously doesn't care. It pisses me off. I don't care about money, I just want my dad's music to be heard... not hoarded... I just don't know why this was shelved for 45 years."

IMPORTANT NOTE: The blog does not make any profit and does not sell works, whether protected or not. For all these bands this is a publicity vehicle for their works, but if even so, ANY MUSICIAN OR COPYRIGHT HOLDER FEEL INJURED BY INADEQUATE DISCLOSURE, COMMUNICATE US AND WE WILL REMOVE THE POST FROM THE BLOG IMMEDIATELY!!

EARL JETTY: Drums
WERNER FRITZSCHING: Guitar [future Cactus band)👀
BARRY SULLIVAN: Bass
IVAN SAG: Keyboards
BILL SCHULTZ: Vocals

01. Big Time Spender 5:02
02. Dream 7:46
03. Feel So Bad 9:28 🔊
04. Gambler's Blues 7:52
05. Goin' Down to Mary's 5:02
06. Middle Indic Melody 4:38
07. Out 12:19
08. Smile With You Again 9:19
09. When I Was a Boy 9:25